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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

A história de Pedro e o Lobo, em versão atualizada


Conhecemos a história do menino que brincava com todos os moradores de sua aldeia gritando, de vez em quando: "Olha o Lobo, olha o Lobo..."

Sendo uma aldeia de criadores de ovelhas o grito mobilizava a todos que acorriam para defendê-las do feroz e faminto animal...

Aí descobriam o Pedro. Rido a mais não poder pela peça pregada. Isso ocorreu durante vários dias... Até que o Lobo veio de verdade e, por mais que Pedro gritasse, ninguém lhe acudiu. E o Lobo pode devorar quantas ovelhas quisesse.

Parece que os responsáveis pela área do Governo começam a lançar gritos como o menino Pedro. Suas mentiras e incoerências são observadas facilmente. Vejam, por exemplo, duas das manchetes do jornal de hoje, informando sobre a questão do apagão muito mal anunciado ontem pelos meios de comunicação.

Uma dessas manchetes diz que: "Ministério nega relação de Apagão com alta do consumo de energia", onde "O secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, descartou que a falha registrada na tarde desta terça-feira (4), e que provocou apagão em parte das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além do Tocantins, no Norte, esteja relacionada com o aumento do consumo de energia nas últimas semanas, provocado pelo calor."

Em outra manchete, do mesmo jornal, é informado que: "Sistema elétrico opera perto do limite e pode voltar a falhar neste ano". Nessa notícia os especialistas vão desfiando uma série de razões para que o sistema esteja na iminência do colapso total.

Teremos um grande teste durante o mês em que haverá grande fluxo de demanda de energia com os eventos da copa mundial de futebol. Vamos torcer, principalmente, para que a situação geral dos sistemas essenciais.

Vamos torcer, também, para que os Prefeitos, Vereadores e outras autoridades municipais, comecem a realizar uma campanha de conscientização quanto à importância de economizar água. Chega de vermos políticos "bonzinhos" só pensando em ser popular e ganhar votos. Queremos ação efetiva!

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Possível caminho à evolução

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As questões da administração pública podem ser solucionadas com um pouco de criatividade. E trabalho, claro!

Infelizmente parece que a maioria dos administradores públicos têm apenas um foco: criar as condições necessárias para sua reeleição ou fazer seu sucessor, de modo a garantir sua perpetuidade no poder.

Parecem todos macaquinhos amestrados e adestrados no roubo do erário. Sem dó nem piedade! São exímios criminosos, de crimes nem sempre percebidos pela sua matéria difusa…

E todos, sem excessão, apresentam sua carinha simpática, sempre querendo que você lhe ofereça mais banana (voto, melhor dizendo).

Temos de ter responsabilidade em todo esse processo. De nada vale estendermos nosso dedo, apontando outros culpados pela mazela que vivemos e vivem a grande maioria dos brasileiros. Estamos, além de arrogantes e ignorantes, nos transformando num país de medíocres.

Acho que uma das formas de agir ainda é mediante um processo de coleta e disseminação de boas ideias, apresentação de soluções possíveis e dar a maior divulgação possível ao fato; apresentando essas ideias a vereadores, prefeitos, deputados, senadores, etc. Quanto maior o número de pessoas conseguirmos fazer vibrar numa mesma tônica, mais próximo estaremos de um bom resultado.

Um de nossos problemas é a Energia, que vem tendo apagões e, com a expectativa de elevação da demanda a partir da aceleração motivada por obras para a copa, todos teremos problemas. Sem energia elétrica nada funcionará!

Somos totalmente dependente desse tipo de energia!

Ao mesmo tempo vemos os problemas causados pelos lixões e pelo descaso público em relação à gestão do mesmo. Enchentes programadas vêm ocorrendo por conta da falta de educação da população e da inoperância do Estado de um modo geral. O lixo se acumula e causa outros problemas inerentes à população, como doenças e a proliferaão da dengue (por ex.), que é um flagelo, também, na produção econômica das cidades.

Busquei reunir algumas notícias que permitem uma reflexão e, principalmente, o início de alguma ação reparadora, criativa e geradora de riqueza a todos.

Inicialmente faço uma reflexão sobre a nossa grande capacidade de geração de energia renovável, de fonte limpa e praticamente inesgotável. Sobre esse tema veja o comentário em Falta pouco para termos energia eólica – A nossa grande capacidade de geração decorre da abundância de Sol em todo país.

Resolvendo as questões de energia e da gestão dos lixões que estão começando a sufocar várias cidades brasileiras, vale a pena conhecer as soluções relatadas em texto sobre a geração de energia elétrica a partir de resíduos sólidos urbanos ou em forma de educação às pessoas, conforme a reportagem em Santa Catarina, no Dia do Meio Ambiente, nos apresenta.

Quando falamos em educação ambiental o pensamento que vem, normalmente às pessoas é “economizar água”. Sem dúvida qualquer desperdício deve ser evitado, sob pena de ser reconhecido um “estado de burrice e/ou estupidez” daqueles que o fazem. Na realidade – acreditamos – o cuidar do ambiente vai bastante além. Ele depende de uma disciplina de consumo, onde iremos, sem dúvida, gerar menor quantidade de lixo, poluindo menos o meio ambiente e protegendo o local em que vivemos. No site da AMBIENTE BRASIL vemos que é necessário que os municípios acabem com seus lixões até 2014!!!

A meta já nos parece meio inviável, até pela vontade do administrador público estar focada apenas na construção de estádios (ops, Arenas como gostam de denominar esses enormes elefantes brancos).

Vamos acordar para as nossas necessidades e emergências! Vamos convocar os políticos e empresários que possam, de alguma maneira, iniciar e dar seguimento às várias ideias que este grande país ainda oferece.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Uma Cidade Solar!

Já temos algumas boas experiências com energia renovável no Brasil.

A maioria é de origem eólica. Apesar do Brasil, em sua dimensão continental, receber uma grande quantidade de radiação solar, praticamente durante o ano todo, ainda há poucas unidade de geração com base na energia solar.

Acabei de conhecer um Blog que trouxe uma notícia espetacular, ao menos para quem busca alternativas de energia e que sejam sustentáveis. Trata-se de uma cidade japonesa, na província de Gunma, a 138 km de Tokio, chamada de Cidade Solar.

A surpresa é maior pela solução estar em uma cidade cujo país encontra-se num grave dilema de energia. Sabe que suas usinas nucleares estão necessitando de reparos e, pelos riscos, devem ser descontinuadas. A grande questão é: Onde obter energia?

Claro que a geração nas casas localizadas na cidade de Ota é pequena, em relação à própria necessidade local.

Vemos essa notícia como uma pequena luz que se acende após tantos problemas sofridos pelo Japão.

Que a nota sirva, também, para despertar investidores brasileiros na colocação dessa tecnologia em cidades remotas, sem acesso fácil (e barato) de energia elétrica.

Que sejam estimulados, também, novos produtos, de baixo consumo e maior rentabilidade de energia.

Enfim, que as Luzes sejam acendidas, também no Brasil!

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

A sabedoria dos antigos e a agrofloresta

Quando os primeiros europeus (na maioria portugueses) chegaram ao Brasil, e passaram a conviver com os nativos encontrados (e que ainda não haviam eliminados) ficaram admirados pela falta de observação que os nativos tinham na preparação de suas roças.

(sim, minha gente, esse papo de que todo índio (nativo brasileiro) é preguiçoso e vagabundo não é verdadeiro. Se alguém duvidar basta ir viver durante um período em uma das comunidades ainda não totalmente contaminadas pelos nossos (maus) hábitos)

Voltando ao assunto: os portugueses ficavam admirados em ver que nos plantios de feijão, por exemplo, eles plantavam, próximas uma das outras, uma grande variedade de sementes de feijão. Na colheita, observavam os portugueses, dignos representantes do Rei e da Igreja, ícones na civilização ocidental, que apenas algumas poucas sementes vinham com muita força na produção. Boa parte produzia uma quantidade apenas razoável e outras sequer produziam…

Eles (os civilizados) ficavam indignados com essa evidente falta de coerência dos nativos. Os jesuítas passaram a pesquisar quais as variedades de feijão eram mais produtivas e decidiram fazer as novas roças apenas com as variedades “campeãs”. Sob protesto dos nativos, que alegavam que não daria certo deixar de plantar as demais variedades, fizeram suas novas roças.

Na primeira safra foi um grande sucesso. com maior área plantada somente com as sementes mais produtivas houve grande fartura e todos se alegraram. Especialmente os jesuítas que acreditavam ter feito “um grande bem à comunidade”.

A segunda safra foi um pouco menor que a primeira; mesmo assim bastante superior ao que era colhido anteriormente…

Na terceira safra houve uma grande invasão de pragas, que provocou uma grande quebra na produção de feijão.

Os jesuítas ficaram impressionados com o aparecimento de tanta praga ao mesmo tempo. Perguntaram, então, aos mais velhos: “O que aconteceu? De onde veio tanta praga?” E eles lhes responderam:

- “Essas pragas sempre existiram. Quando vinha o feijão das várias sementes elas iam e comiam daquela variedade; deixando as outras crescerem em paz. Preferiam aquelas espécies que, na colheita já não apresentavam nenhum grão; já alimentados não apreciavam o “gosto” das outras bagas, deixando-as para nós…”

Partilhavam sua colheita com algumas pragas que eram mantidas sob controle apenas pela diversidade com que faziam suas roças. Quando diminuiu a quantidade de sementes os insetos passaram a aprender a “gostar” também da nova variedade, atacando-as nas safras seguintes.

No artigo Agroflorestas – A Agricultura do Futuro fica evidente que a diversidade na natureza é condição que garante a qualidade e a sobrevivência das espécies.

Essa a principal razão de tantos julgarem danoso ao ambiente a prática da monocultura.

A recuperação das matas e a preservação da natureza depende de nosso reconhecimento da ignorância que nos move. Somos movidos pela ganância que o ganho financeiro proporciona no momento inicial. Continuamos limitados em pensar a longo prazo. Não sabemos planejar o futuro; nos falta o conhecimento que vai muito além do momentâneo ganho financeiro.

Precisamos reaprender economia, dando solidez ao nosso desenvolvimento, mesmo que aparente ser modesto, de forma permanente e sustentável.

É a sustentabilidade que nos garantirá a continuidade; não ganho financeiro baseado na ganância…

quarta-feira, 28 de março de 2012

Não deixe isso morrer…

Temos responsabilidades com o futuro… Nosso futuro!

Repassando!

ESTA MÚSICA É DA DÉCADA DE 1970, ANIMOU MUITOS BAILES, MAS CREIO QUE QUASE NINGUÉM ENTENDIA O QUE  HURRICANE SMITH ESTAVA CANTANDO.

AGORA SE VÊ QUE ELE, HÁ QUASE 40 ANOS, JÁ ESTAVA PREVENDO O QUE IRIAM FAZER COM O MUNDO.

ASSISTA AO VÍDEO, VEJA A LETRA DA MÚSICA E OUÇA A MELODIA MARAVILHOSA NA VOZ ROUCA DE HURRICANE SMITH!

VAMOS FAZER COM QUE ESSA MENSAGEM CORRA O MUNDO!

ISSO MESMO, QUEM SABE ASSIM NÓS CONSEGUIREMOS RETARDAR UM POUCO ESSE FIM!

sábado, 3 de setembro de 2011

A Riqueza que o Governo do Brasil está deixando para os estrangeiros

vende-se

Faz algum tempo que alguns jornais têm noticiado sobre a questão do NIÓBIO. É claro que a grande maioria das pessoas ainda não se deu conta da importância desse elemento químico, cuja ocorrência na natureza é predominante no território brasileiro (especialmente na Amazônia).

Abaixo transcrevo (e destaco) algumas das suas aplicações. Acredito, realmente, que a liga formada com o NIÓBIO, venha a ser uma solução às usinas termonucleares.

Aplicações

O nióbio apresenta numerosas aplicações. É usado em alguns aços inoxidáveis e em outras ligas de metais não ferrosos. Estas ligas devido à resistência são geralmente usadas para a fabricação de tubos transportadores de água e petróleo a longas distâncias.

  • Usado em indústrias nucleares devido a sua baixa captura de nêutrons termais.
  • Usado em soldas elétricas.
  • Quantidades apreciáveis de nióbio são utilizados em superligas para fabricação de componentes de motores de jatos , subconjuntos de foguetes , ou seja, equipamentos que necessitem altas resistências a combustão. Pesquisas avançadas com este metal foram utilizados no programa Gemini.
  • O nióbio está sendo avaliado como uma alternativa ao tântalo para a utilização em capacitores.

O nióbio se converte num supercondutor quando reduzido a temperaturas criogênicas. Na pressão atmosférica (e quando puro) , tem a mais alta temperatura crítica entre os elementos supercondutores de tipo I, 9.3 K. Além disso, é um elemento presente em ligas de supercondutores que são do tipo II (como o vanádio e o tecnécio ), significando que atinge a temperatura crítica a temperaturas bem mais altas que os supercondutores de tipo I (30K, por exemplo).

Nesta semana foi anunciada a venda – pela bagatela de US$ 1,95 bi de 15% da CBMM (empresa de mineração e siderurgia de NIÓBIO)  aos chineses.

Essa questão é muito mais importante do que se discutir, por exemplo, a possível riqueza que o brasileiro teria com a exploração do pré-sal. O Nióbio já existe e está ao dispor, até agora pelos estrangeiros. Os nossos “governantes” teimam em desconhecer essa realidade.

A notícia foi divulgada pelo jornal Valor Econômico.

Outras informações sobre Nióbio: Nióbio - A riqueza que o Brasil Despreza; Nióbio, palavra proibida aos brasileiros; Nióbio. Mais uma notícia; etc..

Na área da riqueza mineral temos sido extremamente desatenciosos com nosso futuro. Ou será que podemos ficar tranquilos de que a enorme quantidade de minério de ferro (sem qualquer beneficiamento) exportada aos outros países, que retornam depois de receberem muito valor agregado, além de mão-de-obra, poderá continuar por quanto tempo mais…

Estamos sendo saqueados, sem que toda essa riqueza, sequer, passe pela contrapartida de gerar um mínimo de riqueza aos brasileiros. Ao menos nas questões de educação, saneamento básico, saúde e dignidade.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Por onde andam as Abelhas?


Faz algum tempo que venho observando a ausência das abelhas, que sempre estavam pelo quintal quando havia qualquer flor disponível ao seu ‘trabalho’ de coletora de néctar e pólen.
Já havia lido que elas estavam rareando pelos países do hemisfério norte, chegando a ser atribuída uma doença para essa diminuição…
Ainda que possa parecer estranha essa minha observação, creio que nunca é demais lembrar que sem as abelhas e outras classes de insetos que usam o pólen e o néctar o chamado Reino Vegetal passaria a ter um sério problema para sua sobrevivência.
Além das causas citadas na matéria abaixo, que dá esperança para o desenvolvimento quantitativo das abelhas, acredito que a existência de grande quantidade de sementes tratadas, hibridas ou transgênicas, podem, também, estar causando esse dano a essa importante criatura da natureza.
Não resisti e estou colocando a matéria divulgada na data de hoje sobre o projeto, ainda que promovido por uma empresas que pode, também ser uma das responsáveis pelo rareamento dessa espécie, no mundo todo.
Preste atenção e observe se há abelhas nos jardins próximo de onde você mora ou trabalha…

Projeto quer levar abelhas de volta às lavouras
Bettina Barros | De São Paulo 16/08/2011
Setor privado, encabeçado pela Syngenta, universidades e ONGs integram a iniciativa que vai abranger uma área de 10 mil hectares que circundam lavouras
Uma iniciativa entre o setor privado, universidades estaduais e organizações não governamentais tenta restaurar os habitats naturais de insetos polinizadores em três Estados americanos onde já há declínio em sua população. O programa, encabeçado pela Syngenta, uma das maiores empresas do mundo de agrotóxicos, tem como objetivo restaurar 10 mil hectares próximos a áreas agrícolas nos Estados Unidos até 2015.
A iniciativa é uma tentativa de reverter um problema ambiental grave: o desaparecimento de insetos responsáveis pela polinização das lavouras, sobretudo as abelhas, fenômeno em curso em vários países mas sentido mais fortemente nos Estados Unidos.
A polinização é um elemento crítico para a qualidade das lavouras. Mais de 100 culturas dependem dela - um em três alimentos consumidos pelo homem é resultado desse serviço ambiental prestado por insetos.
Somente a Califórnia, um dos principais berços agrícolas de pequenas culturas, necessita de quase 1,5 milhão de abelhas por ano para polinização - uma média de duas colmeias por acre. Por uma série de motivos, porém, o número de polinizadores recuou de forma dramática nos últimos 40 anos. A causa da "desordem de colapso das colônias", como foi cunhada recentemente, ainda não é conhecida, mas a destruição dos habitats e o uso extensivo de agrotóxicos no campo (que pode ter afetado o sistema imunológico das abelhas) são possibilidades consideradas por alguns especialistas.
"Por esse motivo, a Syngenta tenta reverter este quadro", explicou ao Valor Jeff Peters, gerente técnico para sustentabilidade e coordenador nacional do chamado "Programa Polinizador". "O programa não vai estancar a produtividade - ao contrário. A intenção é encorajar os produtores a utilizar terras marginais para plantas que atraiam insetos".
O projeto americano se baseou em uma experiência similar, a "Buzz Project", realizada no Reino Unido entre 2001 e 2004. Lá, a restauração dos habitats naturais provocou uma guinada populacional de 600% no caso de abelhas. A população de borboletas cresceu 21 vezes e a de outros insetos polinizadores, 10%. "Esse projeto foi a base para o esforço da Syngenta", diz Peter. A "Operação Polinizador" se estende atualmente a 13 países da Europa e à Austrália, além dos EUA.
O programa prevê que cada Estado americano participante atue com o apoio acadêmico de uma universidade e quatro produtores. No Michigan, o alvo de estudo são os mirtilos (blueberries). Na Califórnia, os melões. Na Flórida, os pesquisadores estudam o impacto da restauração nas cucurbitáceas (família das abóboras, abobrinhas, pepinos).
Na primeira fase, os pesquisadores analisam quais são as preferências de plantas nativas, de forma a se chegar a um "mix" ideal de flores que atraia insetos.
A ideia é plantar entre dois mil e oito mil metros quadrados com espécies nativas em cada propriedade. Essas áreas restauradas serão então comparadas a outras, onde não houve interferência, para a comparação do número de insetos polinizadores.
De acordo com Rufus Isaacs, entomologista da Universidade Estadual do Michigan, parceira do programa, os agricultores do Estado podem, por exemplo, pleitear ajuda financeira ao Natural Resources Conservation Service, incluída na Farm Bill, a legislação agrícola americana.
Os pesquisadores também tentarão quantificar os benefícios econômicos que as plantas em floração trarão aos agricultores. De acordo com Isaacs, que lidera os esforços em Michigan, pesquisas anteriores indicam que os insetos polinizadores podem incrementar a produtividade dos melões em até 10%.
O programa prevê ainda trabalhos de educação ambiental para ajudar a compreensão dos benefícios da polinização. Os habitats naturais também contribuem para a redução da erosão do solo e para melhorar a qualidade da água. Também participam da iniciativa ONGs como a National Fish and Wildlife Federation e Applewood Seed, além das universidades da Califórnia (UC Davis) e da Flórida.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Água e Águas

respingo Quando houve a festa comemorando a retirada de petróleo do pré-sal, presentes notórias personalidades do mundo político brasileiro, houve um momento de profunda reflexão quando, em palavras aproximadas às transcritas a seguir, o Presidente pergunta a um Engenheiro Geólogo da Petrobrás:

- “Este litro de petróleo foi retirado de uma enorme profundidade, com a necessidade de elevado investimento e recursos incríveis. Ainda assim um litro de água custa mais caro que um litro de petróleo. Como você explica isso? Ainda mais sabendo que água é abundante; e muito mais fácil de ser obtida?”

Até por uma questão de educação e até de respeito o Engenheiro buscou colocar alguma resposta para a inadequada, imprópria e totalmente descabida pergunta do então senhor Presidente da República do Brasil.

Ainda assim, temos de considerá-la de enorme relevância. Pois esse é o tipo de pensamento da grande marioria de pessoas que existe no mundo (excluo aquelas que vivem em desertos e sabem muito bem o valor de um simples litro d’água).

Sob esse prisma (a diversidade de entendimento sobre a importância da água) foi publicado na revista Missões, um artigo de Roberto Malvezzi, que trata desse nosso momento: Água e Águas.

Há algum tempo recebi uma foto que mostra, quem sabe, a raiz da controvérsia junto a algumas personalidades.

Lula bebendo

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

As razões para ser solidário. E a forma de ser...

Sobram roupas, mantimentos e histórias de uso político das doações no Rio de Janeiro - 24/01/2011 - UOL Notícias - Cotidiano

As notícias são repetitivas. Todos os anos temos tido surpresas (se é que podemos chamá-las assim) dos cataclismos que deixam em pior estado grande parte da população das regiões mais atingidas.

A diferença neste ano é que ela alcançou regiões mais 'chiques'. Muitas das vítimas tinham destaque na sociedade. O normal era que esse tipo de tragédia atingisse apenas as pessoas de menor renda, mais carentes, sem voz e com grande quantidade de votos e credulidade. Agora estão unidos na tragédia o Zé e o Dr. José!

Enquanto a sociedade não compreender que tudo isso faz parte de um plano de enriquecimento criminoso, nada mudará. É mais do que hora, com tantos meios de comunicação funcionando e sendo, razoavelmente, acessíveis pela grande maioria das pessoas, que as 'máscaras' comecem a cair.

Tudo é podre no Governo. Tudo está podre no Poder. Não dá para selecionar este ou aquele governante, político ou partido. Não há cores ou ideologismos partidários nos atos desonestos. O que restá é somente a mesma falta de mínima decência das pessoas com poder. Até mesmo àquelas com 'algum poder' (os chamados 'pequenos poderes'). Tudo poderia ser muito melhor SE ELAS NÃO EXISTISSEM!

Desde os problemas ocorridos em Santa Catarina (ainda recente em nossa memória) vemos que a maioria das doações entregues são DESVIADAS e SERVEM PARA USO APENAS DAS PESSOAS revestidas ou ligadas com aquelas chamadas de: 'AUTORIDADE'. E, mesmo assim, grandes organizações continuam a solicitar que encaminhemos nossa ajuda aos desabrigados e aos famintos e aos carentes de tudo! Nesse momento, como naqueles que o antecederam, há uma motivação solidária que parece crescer como um grande 'tsunami' do bem; ou, supostamente (essa palavra está em moda), para o bem...

Só que grande parte da ajuda não chega onde é necessária. Parte é desviada (até para ser vendida aos próprios necessitados) e outra é, simplesmente perdida.

Por isso devemos analisar as RAZÕES PARA SERMOS SOLIDÁRIOS, bem como AS FORMAS MAIS ADEQUADAS PARA PRATICARMOS esse ato nobre!

A razão, para mim, é bem simples. Ser solidário é ser rico! Somente o rico é que pode partilhar o que tem com outra pessoa. Quem partilha tem o que lhe sobra. E, se sobra, é por que é rico na medida necessária para ajudar a outra pessoa.

“E todos continuavam firmes (...) partindo o pão juntos...” – Atos 2.42

A forma de partilhar também pode ser simplificada. Ou será que todos que doaram não conhecem alguém, próximo do local onde mora, que também esteja necessitando de alguma ajuda? Ajuda para se alimentar, para se vestir, para ter com quem conversar, para poder sentir a dignidade de ser 'gente'?

Será que precisamos ajudar pessoas em locais tão distantes de nossa casa? E somente nos momentos de maior crise? E, especialmente, se formos 'alertados' pela mídia e pelo 'desejo de parecermos bonzinhos'?

Vamos repensar um pouco mais sobre as razões para sermos solidários e a forma em exercitarmos esse importante ato.

E, claro, não nos esqueçamos de cobrar a responsabilidade de políticos e outros líderes públicos que costumam arquitetar e realizar seus roubos sem a menor cerimônia ou abalo de consciência, incitando as outras pessoas a lhes enviarem doações para 'serem distribuídas'...

Atenção com seu voto. Somos um povo que vive num país de muitas riquezas. Não precisamos de esmolas de políticos corruptos e ladrões...

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Mortos em Teresópolis sobem e número passa dos 25 no Rio

Mortos em Teresópolis sobem e número passa dos 25 no Rio - Últimas Notícias - MSN Estadão

Todo início de ano há uma contabilização de desastres causados pela ação do Homem e pela inação dos goverrnantes. Ambas são resultante de grande incompetência e profunda ignorância.

Se perguntarmos para qualquer uma das pessoas atingidas pelos desastres: "Em quem você votou para Senador e Deputado, na última eleição?", a resposta que teremos será, na quase totalidade dos casos: "Não lembro!".

Que se pode esperar dos políticos que são eleitos com base na fome e ignorância do povo?

Apenas o que está se vendo neste início de ano: a contabilização de desastres e mortes...

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Só se houver uma poção mágica

Bruxa 2Como acontece todo o ano, ao menos para as regiões Sul e Sudeste, os profissionais das áreas de jornalismo, talvez com maior destaque àqueles da Rádio e TV, repetem “ad-nausea” suas informações sobre a extensão dos desastres e a contabilização de corpos encontrados e a quantidade de desabrigados.
Isso sem falar dos depoimentos dos “políticos da hora”, que ocupam os cargos de prefeitos, governadores e até de presidente do país. Todos os anos falam as mesmas coisas, e, em demonstrações de “grande generosidade”, especialmente se o ano antecede ou é ano eleitoral (o que acontece a cada dois anos), prometem a liberação de verbas, a tomada desta ou daquela providência, etc. e tal.
Exceto pela liberação de verbas que nunca chegam inteiras nas áreas atingidas, e servem para gastos sem regras ou efetiva aplicação. Isso se não houver os desvios para “os caixas de campanha eleitoral”.
A grande maioria transforma-se, pela rotina, em meros expectadores cada vez mais insensíveis e irresponsáveis…
Hoje foi a segunda 2ª Feira de 2010! Notícias sobre chuvas que colocam populações em alerta ainda há. Ao menos em São Paulo, que permanece “em estado de atenção”! Também há chuvas abundantes em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul!
O Rio de Janeiro vem apresentando temperatura exagerada; ao menos é o que nos revela a foto abaixo:
 calor_no_rio_de_janeiro_48 grausO forte calor deve ter afetado o termometro, sem dúvida
Na política tudo continua na mesma... Infelizmente ainda não houve nenhuma mudança que nos deixe (nem que seja uma pequena parte da população) ficar menos envergonhado e menos arrependido “por viver num estado democrático de direito”.
Na política econômica o Governo toma medidas que são estampadas nas manchetes dos jornais, tais como: “Governo reduz nível de etanol na gasolina”; “Saiba quando é vantagem usar álcool em seu carro flex. Aprenda a fazer a conta e ter vantagem.”; “Contribuinte de São Paulo tem dificuldade em pagar aumento do IPVA”; “PREVIDÊNCIA: Vem aí mais uma mordida ‘Social’”; etc.
tributos_laneFoto do Blog do doce Acido
Não sei qual dos dois tipos de manchetes (clima ou governo) representa desastre maior!
Esse estado de coisas me faz lembrar algumas frases sobre o Bom Senso.
Isso mesmo. Você entendeu direito. Falo do Bom Senso, que foi extinto há alguns anos no Brasil. E pelo jeito não há meios de encontrarmos alguém que possa substituí-lo.
Ditos populares até a bem pouco tempo:
«O mundo pertence àqueles que se levantam cedo»
«Não podemos esperar tudo dos outros»
Ou ainda,
«O que me acontece pode ser em parte também por minha culpa»
O BOM SENSO só vivia com regras simples e práticas como:
«Não gastar mais do que se tem»
e de claros princípios educativos como:
«São os pais quem dão a palavra final»
Acontece que, o BOM SENSO começou a perder o chão, quando os pais passaram a atacar os professores, que acreditavam ter feito bem o seu trabalho querendo que as crianças aprendessem o respeito e as boas maneiras.
Enfim, o BOM SENSO perdeu a vontade de viver quando percebeu que os ladrões e os criminosos tinham melhor tratamento do que as suas vítimas.
Também recebeu fortes golpes morais e físicos, quando a Justiça decidiu que era crime defendermo-nos de algum ladrão na nossa própria casa, enquanto a este último é dada a garantia de poder queixar-se por agressão e atentado à integridade física ...
O BOM SENSO perdeu definitivamente toda a confiança e a vontade de viver quando soube que uma mulher, por não perceber que uma xícara de café quente iria queimar-lhe, ao derramá-lo em uma das pernas...
Recebeu por isso, uma colossal indenização do fabricante da cafeteira elétrica.
Certamente você já reconheceu, que a morte do BOM SENSO foi precedida pelo falecimento:
- dos seu pais: Verdade e Confiança;
- da sua mulher Discrição;
- da sua filha Responsabilidade e do filho Juízo.
Então, o BOM SENSO deixa o seu lugar para quatro falsos irmãos:
- «Eu conheço os meus direitos e também os adquiridos»
- «A culpa não é minha»
- «Sou uma vítima da sociedade»
- «Meus pais não sabem nada e cobram demais»
Seria muito bom que você e cada um ao seu redor encontre os meios para fazer "viver", novamente, o BOM SENSO. Com certeza todos agradeceriam... a começar pelo próprio Planeta...

terça-feira, 10 de março de 2009

Uma morte lenta e silenciosa

Foto Montagem de Fabiano Vidal
Quando ingerímos alimentos naturais acreditamos que estamos fornecendo ao nosso organismo todos os nutrientes necessários à nossa perfeita saúde. O milho, que já foi conhecido como o Ouro dos Incas, dos Maias e outras civilizações das américas, é hoje apresentado como um espécime vegetal muito bonito e rico em amido e água. De pouco nos serve como alimento de verdade.
É impressionante a dificuldade que tenho em encontrar espigas de milho, ou mesmo uma broa ou pamonha, com cheiro e sabor... mesmo andando por pequenas cidades que ficam no "interior do interior" do Brasil.
Parece que hoje tudo está sendo feito em laboratório, com produtos químicos e muita tecnologia. Do plantio apenas se espera que a semente, tratada geneticamente, produza em um solo, tratado quimicamente, frutos enriquecidos com pesticidas e outros venenos. Da natureza há apenas a água e o Sol.
Não é a toa que os alimentos derivados do milho pareçam com "raspas de isopor" colorizadas e incrementadas com aromas discutíveis...
A sociedade, especialmente a brasileira, vem aderindo aos alimentos artificiais. Há entendidos que explicam que "esse alimento modificado irá preparar o novo homem para o mundo do amanhã..."
Eu pergunto: com todas as modificações que serão processadas em nosso corpo (sintetizando várias químicas e vários tipos de venenos), que espécie de amanhã teremos?
Aquele que estiver interessado em conhecer um pouco mais sobre esse tema veja a entrevista feita com o Sr. Antonio Inácio Andrioli no siste: http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/milho-transgenico-uma-morte-lenta-e-silenciosa/
Ainda que estejamos falando apenas do milho, entendo ser muito importante termos conhecimento sobre o que estamos ingerindo, de fato, nos alimentos que adquirimos nos supermercados e nas feiras livres.
Até quando poderemos fazer nossas escolhas?
Apesar das ações das mega corporações serem uma imposição da qual não temos como escapar, fico feliz quando encontro pessoas com pequenas propriedades que ainda plantam, ao menos para seu próprio sustento, alguns alimentos básicos e criam seus animais (galinhas, especialmente) pastando diretamente na natureza, sem nenhum (ou ao menos quase nenhum) produto químico que lhes modifique a natureza.
Que Deus nos proteja!