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sábado, 4 de junho de 2016

O estupro do brasileiro


Nesta semana, por conta de várias notícias de casos de estupro ocorridos em cidades brasileiras o tema integrou a mente de muitas pessoas. Pudemos ver, ler e assistir várias matérias em função até do posicionamento dúbio do delegado que iniciou o atendimento à menor do Rio de Janeiro.

Claro que a “oportunidade” foi fértil para surgimento de feministas, manifestações públicas, ações do congresso nacional criando novas leis, pesquisadores e analistas, apoiados por profissionais da área de comportamento humano, buscando encontrar a melhor frase, o melhor substantivo, o melhor adjetivo, etc., que causasse maior impacto popular...

De acordo como essas notícias descobri, por exemplo, que o Brasil tem a “cultura do estupro”; seja lá o que isso possa significar... Será que somos educados, mesmo antes de nascermos, a sermos estupradores e/ou estuprados?

De acordo com essas novas definições, inclusive jurídicas, sobre o significado da palavra “estupro”, pude compreender que estupro é o ato entre duas pessoas no qual uma delas não esteja de acordo em praticá-la. Mesmo assim o estuprador força o ato...

Todas as pessoas com quem convivo trabalham e trabalham bastante... Sempre buscam fazer novos trabalhos para conseguir melhorar sua renda, que se tona minguada depois de deduzidos todos os tributos que incidem em qualquer rendimento. Por mais que reclamem e julguem que a parcela que lhes é tomada é injusta e muito maior do que deveria (e poderia) ser, sem terem qualquer retorno efetivo, são obrigados a pagarem o que lhes é exigido; sob pena de ameaça a integridade e à vida. É um abuso praticado constantemente pelo Estado...

Meu Deus!!! Se essa definição valer o brasileiro vem sendo estuprado há muitos anos... a quem ele pode pedir ajuda?

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Uma questão de Mindset?

Achei interessante o relato de Mentor Neto... No fundo trata daquilo que somos ou queremos ser...

Tudo uma questão de nascer com ambição e perseguir seu sonho ou, como se diz: "fazer seu destino".

Quem sabe essa é uma das razões pela qual há o dito bíblico de que àquele que tem mais lhe será dado e, àquele que nada tem tudo lhe será tirado...

Veja que não se trata de ter-se ou não caráter; ser ou não ser honesto... Creio que essas características ficam num outro nível... O que se fala, aqui, é de sonhos modestos, ainda que nem sempre alcançados pelo Pai de Mentor Neto, contraposição ao possível sucesso de seu tio...

Veja o texto:
Meu avô deve ter sido um cara bem rico.
Imagino.
Teve algumas revendas Chevrolet e viveu uma vida bem confortável.
Teve cavalos, uma casa com cinema e tudo.
Até um veleiro no Yatch Club de Santos.
Quarenta pés. 
O Sagres V.
Era um sujeito áspero, autoritário.
Meu pai começou a trabalhar com ele. 
E como lhe foi imposto começar por baixo, começou na oficina de uma das revendas.
Não deu certo, óbvio.
Veja, meu pai sempre foi um cara bom, então ao ver como meu avô tratava os outros mecânicos e depois de muitos conflitos familiares, resolveu trabalhar em outros lugares.
Desde que me entendo por gente até se aposentar, ele foi Consultor Técnico. Consultor Técnico é um nome pomposo para o recepcionista de uma revenda de veículos. 
Basicamente, o sujeito que recebe seu carro para uma revisão.
Aos poucos, aceitou que sua condição financeira não permitia muitos sonhos. 
Nem todo mundo nasce com o chip da ambição, enfim.
Restou-lhe apenas um sonho.
Mais para frente eu conto qual era.
Então estamos em 1963, quando se casou com minha mãe (a D. Nilza, tão íntima dos que leem minhas bobaginhas há mais tempo).
D. Nilza, diferente do meu pai, sempre correu atrás do que queria. Foi secretária na Caixa Econômica por dezoito longos anos.
Até eu completar 11 anos, portanto, essa era minha peculiar situação: morava com meus pais, árduos trabalhadores no apartamento elegante de Higienópolis do meu avô quase-rico.
De um lado meu avô, abastado. 
De outro, meus pais batalhadores. 
Para mim, de um lado, o dinheiro contado, de outro, os finais de semana dormindo no Sagres V.
O veleiro fazia tão parte da família, que meu tio George, irmão do meu pai, virou fuzileiro naval.
Enquanto isso, meu pai, mesmo tentado pelo veleiro, preferiu construir um barquinho de madeira para remar na Guarapiranga.
O fato que importa é que meu pai sempre foi um sujeito de extremo caráter e não aceitaria, jamais, algum favor do meu avô - além do teto para sua mulher e filho.
Tanto caráter que até hoje quando corto a barba ou a deixo crescer, lembro dele dizendo:- Homem tem que ter uma cara só. Se for deixar a barba, tem que ser para a vida toda.
Minha vida está repleta desses axiomas do meu pai.
Truismos sempre bem intencionados, mas que inúmeras vezes me fizeram colidir de frente com ele.
Difícil para uma criança entender o contraste das duas figuras paternas habitando o mesmo teto.
Essa catraia do meu pai, o Rachacuca, era um barquinho de dois lugares, a remo.
Seu sonho - voltamos a ele - era comprar um motor de popa.
Depois de anos juntando dinheiro, o dia chegou.
Ele e eu fomos à Sears, onde hoje é o Shopping West Plaza.
O motor era mínimo. 
Três cavalos e meio.
Foi a primeira vez que vi meu pai chorar. 
Acho que foi a primeira vez que vi um adulto chorar, para dizer a verdade.
O motor tinha subido de preço.
Não foi ainda daquela vez.
A vida seguiu.
Eventualmente meus pais conseguiram comprar um apartamento e meu pai seu tão sonhado motor de popa.
E hoje estou eu aqui contando essa história simples, prosaica, quase insignificante.
Por que?
Vou tentar explicar, já que você se deu ao trabalho de ler até aqui.
Conto isso tudo, essas intimidades, porque é a história da gente que define o nosso compasso moral.
Tenho certeza que você, que está lendo este texto, tem as suas razões e sua história para ser ético e acreditar no que acredita.
Minha história e minhas razões são essas que contei aqui.
Por isso me faz um mal viceral, ver o mau-caratismo imenso de nossos políticos, ver tudo que nos falta de recursos por culpa exclusivamente desses pulhas. Dói no fígado ver tudo o que sobra em apartamentos triplex, carros importados, viagens, tudo conseguido com dinheiro roubado. Quando leio o jornal e sinto vergonha de ser brasileiro, só consigo lembrar das lágrimas do meu pai por não conseguir comprar aquele maldito motor de popa, mesmo tendo um veleiro de quarenta pés ancorado no Yatch Clube de Santos.
Queria tanto poder expurgar toda essa gente da minha vida.
Só isso.
Texto de Mentor Neto

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Fábula européia

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Faz algum tempo que ouvimos a história de que o Brasil seria o país da MERITOCRACIA... Será que você se lembra?
Vejam este relato que recebi, avaliem e coloquem seus comentários.
Afinal, se quisermos ter alguma mudança deveremos iniciar por nós mesmos.


Um cidadão europeu me mandou a seguinte narrativa:
Eu comprei uma casinha, destas de alimentar pássaros .. Pendurei-a na varanda e a supri com ração. Ficou uma beleza, carinhosamente não deixei faltar as sementinhas. 
Dentro de uma semana, tivemos centenas de aves que se deleitavam com o fluxo contínuo de comida livre e facilmente acessível.
Mas, então, os pássaros começaram a construir ninhos nas beiras do pátio, acima da mesa e ao lado da churrasqueira.
Depois veio o cocô. Estava em toda parte: nas cadeiras, na mesa, em tudo! Algumas aves mudaram até de ideia. Tentavam me bombardear em voo de mergulho e me bicar, apesar de eu ser seu benfeitor.
Outras aves faziam tumulto e eram barulhentas. Elas se sentaram no alimentador e a qualquer hora exigiam ruidosamente mais comida quando esta ameaçava acabar.
Chegou uma hora que eu não conseguia mais sentar na minha própria varanda. Então, eu desmontei o alimentador de pássaros e em três dias acabaram indo embora. Eu limpei a bagunça e acabei com os ninhos que fizeram por todos os lados.
Assim tudo voltava ao que costumava ser... calmo, sereno... e ninguém exigindo direitos a refeições grátis.
E o remetente da história conclui:
Nosso governo dá a comida de graça a quem precisa, habitação subsidiada, assistência médica e educação gratuita; permite que qualquer pessoa nascida aqui receba automaticamente a cidadania.
Aí os ilegais chegaram às dezenas de milhares. De repente, os nossos impostos subiram para pagar os serviços gratuitos; pequenos apartamentos estão abrigando cinco famílias; você tem que esperar 6 horas para ser atendido numa emergência médica; seu filho, cursando o segundo grau, está a procura de outra escola, porque mais da metade da sua classe não fala a nossa língua. As caixas de cereais matinais agora vêm com rótulos bilíngues. Sou obrigado a usar teclas especiais para poder falar com o meu banco no nosso idioma e a ver pessoas estranhas acenando bandeiras, que não são a nossa, e as ouvir berrando e gritando pelas ruas, exigindo mais direitos e liberdades gratuitas.
É apenas a minha opinião, mas talvez seja hora de o governo desmontar o alimentador de pássaros.

sábado, 10 de janeiro de 2015

O Imperialismo da Caneta…

Imagem do Blog: http://www.ambientelegal.com.br/a-ditadura-da-caneta/#comment-110070

O ano: 1988.

Aprovada a nova Constituição Federal do Brasil. A Constituição Cidadã, nas palavras de Ulisses Guimarães…

Era um texto logno, que buscava reunir todas as possibilidades de ocorrências na vida das pessoas, das instituições e do país. Criava-se, ali, o verdadeiro “ovo da serpente”…

Em 2006 concluí o MBP de Gestão e Contabilidade Pública. Foi com grande surpresa e decepção que pude perceber que as várias leis, decretos e demais normas aplicáveis à atividade pública são conflitantes. É impossível seguir-se plenamente a todas as leis e regulamentos em vigor.

Com base nessa constatação, além de observar que, por mais abusrdo que possa parecer, há tribunais de contas (estaduais) que legislam por sua conta, em vez de seguir o que determina a Lei e demais ordenamentos legais que regulamente a Contabilidade e Gestão Pública. Com base nessa constatação, criei a seguinte frase:

O Relatório do Tribunal de Contas pode ser de aprovação ou não das contas apresentadas. Exemplos:

  • a)Se o responsável pelas contas tiver seguido as eis e feito uma péssima gestão, as contas podem ser aprovadas se for interessante politicamente.
  • b)Se o responsável pelas contas tiver desobedecido as leis e feito uma boa gestão, as mesmas podem ser aprovadas se for interessante politicamente.
  • c)As mesmas razões podem resultar em desaprovação das contas, se for interessante politicamente.

Falta clareza e – principalmente – uma séria e completa revisão dos textos de leis dúbias. Alie-se a essa balburdia legislativa a rapinagem que floreceu, e cresceu assustadoramente, na política que influencia diretamente os serviços públicos. Para ser contratado o licitnte tem de concordar em repassar parte do valor do contrato para “o caixa do partido”.

O texto A DITADURA DA CANETA demonstra de forma brilhante o que ocorre nesses meandros administrativos com sérias influencias jurídicas.

“O resultado da ideia, executada com as melhores intenções, foi tão eficaz quanto desastroso.”

A conclusão a qual chegamos é aquela que já ouvimos em nossa infância e adolescência: “De boas intenções o Inferno está cheio.

É com essa desconcertante constatação que vemos que o grande responsável pelas mazelas que estamos vivendo, não são os maus, os bandidos, os corruptos ou corruptores. Os responsáveis são os idealistas que, acreditando que estão produzindo o bem geram a “semente do mal”, que germina, cria raiz e sufoca qualquer outra planta que quiser germinar…

Uma outra frase que nos cansamos de ouvir: “É do couro que sai a correia.”, demonstra que para seguirmos adiante no desenvolvimento econômico (que inclui o social e o ambiental, sem dúvida) temos de conhecer melhor o que move o ser humano; e segurar os impetuosos idealistas, sejam de que lado forem pois, nesse setor, esquerda, direita, centro ou qualquer outra posição são impressionantemente iguais…

Creio que sempre é importante lembrar que a sociedade é formada por pessoas que foram educadas a serem “boazinhas”. Também costumo dizer que aquele que é “Bonzinho” irá queimar no fogo mais quente do Inferno durante toda a eternidade e mais um dia! Nenhum de nós está aqui para ser bonzinho. Estamos todos na busca de sermos MELHORES…

É por isso que não vemos mudanças na política deste país. E pode ir buscar nas atitudes dos governantes desde a época do Império. Sempre foram feitas as mesmas coisas; sempre foram aplauidos os mesmos “bonzinhos” que fizeram coisas achando que iriam melhorar a vida dos outros…

Somos um verdadeiro desastre político!

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Empresários criticam plano para governo subir impostos

Apesar de tímida e com poucas chances de ter êxito, essa divulgação da manifestação de empresários num ano eleitoral, às vésperas de início da campanha (ao menos para alguns candidatos), mostra que nem todos estão dormentes e inativos; aceitando tudo o que lhes vêm sendo imposto.

Não basta dizer que “A carga tributária do Brasil já está no limite”, conforme dito pelo presidente do Grupo EcoRodovias, Marcelino Seras. É necessário que os empresários, em suas entidades representativas desenvolvam um plano consistente de desenvolvimento da economia e do país.

Isso é possível! Basta haver vontade e determinação dos integrantes da sociedade civil (se é que ainda exista).

Claro que é difícil. Os políticos formam uma massa que, independentemente aos partidos em que estejam afiliados, segue uma determinação própria para impedir o desenvolvimento e amealhar o maior volume de riqueza para si ou para os seus.

Apoiamos a iniciativa, com a qual concordamos plenamente, e mantemos nossa esperança de que - como "fênix" - a sociedade civil retorne para trilhar novos caminhos...

Caminhos para o desenvolvimento!

Chega de "PAC's". Até porquê crescimento é para câncer, que mata o paciente!

Para ler a matéria completa clique AQUI

quinta-feira, 6 de março de 2014

Será que “falar mal dos governantes” é vício?

Anonymous

Nestes últimos anos nos acostumamos a falar mal de praticamente tudo. Nada escapa ao nosso senso de criticidade... Com as mídias sociais, então, tudo ficou mais fácil; basta um clicar de ‘mouse’ para que estampemos a nossa opinião do momento.

Sim! Nossas opiniões são muito volúveis. Mudamos de lado como se fossemos meros torcedores dos times que não estão jogando e, por isso, tanto faz torcermos por este ou por aquele. Nada nos importa. Muito menos qualquer ação positiva para que possamos sair da condição de meros espectadores para a condição de atores ou, quem sabe, diretores do espetáculo que se descortina a todos.

Só que nossa participação, além de efêmera, é frívola; sem qualquer comprometimento com qualquer coisa. O máximo que aceitamos é um envolvimento desapaixonado ou – se apaixonado – com alternâncias de lado.

Estamos – cada vez mais – nos acostumando a essa forma de “participação social”; sem que nos comprometamos a nada vamos alimentando o fogo de todos os lados; de qualquer lado. Não temos ideologia; chegamos a criticar quem a tenha... Ou criticamos pessoas por lhes faltar um ideal; especialmente daquelas que se dedicam a determinadas campanhas ou simplesmente expressam suas opiniões.

Por onde será que anda a “Senhora Coerência”? Provavelmente, assim como o “Bom Senso”; a “Educação” e a “Ética”, estejam perdidas no fundo de algum baú, empoeiradas e sem brilho, por falta de uso.

Quero falar de coisas boas! Coisas que estão acontecendo em vários pontos deste país; com pessoas dedicando-se a fazer o bem, ajudando aos que carecem de apoio, de orientação ou, mesmo, de um pequeno lume de esperança.

É impressionante! Mesmo num momento de tanto caos e colapsos há muito anunciados, vemos uma revolução intestina ocorrendo em vários lugares e setores da nossa vida.

Alone in the darkSó que o caos e o colapso causam muito mais impactos na sociedade em função da potencialização que ganham pela mídia! Nada mais interessante para os “donos da notícia”; dá um bom retorno financeiro àqueles que a financiam e que vivem das más notícias, do espraiar de medos, das opiniões dúbias sobre fatos ocorridos, etc.. Quando olhamos as manchetes dos jornais, telejornais, revistas ou rádios, somos conduzidos ao ponto onde parece não haver a menor chance de salvação. Sentimo-nos atemorizados, pequenos, desesperançados...

Notícias sobre violências sem causa, geradas sem qualquer razão, que desmanipulacao-midiaticatroem, causam pânico e atrapalham a vida de todos nós. Sobre a insensibilidade (ou seria mais adequado usarmos outros adjetivos, mais duros e verdadeiros) das autoridades constituídas que parecem omissas diante de tudo o que se vê.

O colapso hídrico que ameaça várias cidades, bem como os constantes “apagões” ou as greves, sempre inoportunas à população, como a dos garis da cidade do Rio de Janeiro, que além de “emporcalhar” as vias públicas é uma séria ameaça de surtos epidêmicos pelo nosso clima tropical, ainda que de chuvas incertas.

A destruição dos valores básicos da família, que representa (ou será que, nesta altura dos acontecimentos, já representou?) o esteio da sociedade; criando novos pontos de violência pela segregação que promove (ricos x pobres; brancos x negros; heterossexuais x homossexuais; etc.), com base num suposto novo código de “direitos humanos”. Além de não valorizar os verdadeiros valores promove uma inquietude nos grupos de pessoas que, sem qualquer outra razão, passam a discriminar e/ou a sentirem-se discriminados.

Os governantes, indistintamente e sem qualquer pecha partidária, tratam a população como idiotas. Somos criançaHomer Simpsons fáceis de lograr (idiotas mansos) nas mãos do Governo que dispõe como quer (e se quiser) dos nossos direitos. O custo Brasil foi além do que qualquer analista poderia imaginar. Nos tratados de economia a corda já teria “rebentada” há muito tempo. Por bem ou por mal...

A arrecadação cresceu em relação ao PIB de forma acentuada. Saiu dos 24% no início dos anos 90 para além dos 37% em 2013. Imaginem que estamos falando de um percentual aplicado ao PIB, que cresce a cada ano. O volume de dinheiro retirado da economia produtiva é muito significativo, portanto.

A explicação mais razoável para o fantástico aumento de arrecadação tributária e o mínimo de devolução de benefícios aos cidadãos é atribuído ao mau uso do dinheiro público, aos desvios e os crimes organizados para saquear as verbas públicas. Como são feitos por organizações poderosas, às vezes mais poderosas que o próprio governo, a chamado crime de colarinho branco vai colocando suas patas em todas as possibilidades de recursos existentes. São exímios criadores de projetos que nunca dão em nada. Pontes, estradas e viadutos que ligam “o nada a coisa nenhuma”.

ImpunidadeO crescimento desse crime extremamente organizado causa, além do empobrecimento do país, com seu atraso em todas as áreas a morte pelo descaso com a saúde, com a segurança, com a educação, com a infraestrutura, etc.. Já faz muito tempo que – além das obras emergenciais para a copa – não vemos qualquer obra significativa (e útil) na área de infraestrutura. Para os aeroportos e portos o governo, ainda que tardiamente, reconheceu sua incompetência e resolveu licitar empresas para que façam as construções necessárias. Claro que essas obras terão, muito provavelmente, seus buracos para a lavagem de dinheiro. Muito dinheiro...

O texto está se alongando e eu ainda não falei nada sobre as boas coisas...

Tomara que deixem que essas pessoas que estão construindo o nosso novo país, melhorando a educação de nossas crianças, dando amparo às famílias (tudo sem qualquer ajuda de governos ou entidades públicas: federais estaduais ou municipais),Nucleos continuem a trabalhar sem se importar com os desmandos e a falta de ética de nossos atuais líderes públicos. Que as crianças consigam sobreviver (e continuar com sua inteligência divina) apesar do caos que estamos presenciando.

Tudo tem um fim. Mesmo um mal tão grande como este que se abate sobre nós nos últimos 30 anos.

Conversa em Rede

 

As comunidades em Rede vencerão!!!

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Bandidos e Políticos não me representam nas manifestações cívicas

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foto recebida de um manifestante cívico
(abaixo apresento outras fotos recebidas do mesmo)
Os políticos e os partidos políticos não me representam!
A política representativa já faliu há muito tempo. Os eleitos sempre tiveram interesses próprios ao receberem o voto das urnas. No momento de sua posse ele se esquece totalmente dos seus eleitores e volta todo seu interesse na busca dos recursos (normalmente ilícitos) para acertar contas com seus financiadores, além de amealhar algum para si e para os seus.
Isso parece ser regra na política brasileira. E já faz um bom tempo... e ainda se fala em democracia, estado independente de direito, urna eletrônica (que coisa, hem?)...
Tudo isso para dizer que o meu sentimento, ao ver nas ruas as manifestações populares reivindicando direitos, sendo engrossadas com representantes de partidos políticos, foi de revolta! A sensação foi a mesma quando percebi haver muitos baderneiros, bandidos mesmo, que estavam mesclados aos cidadãos para intimidar e promover baderna, tentando reduzir o gesto cívico que cada cidadão levou à rua...
Neste momento, depois de tantas placas levantadas pelos manifestantes, não há nenhum diferença entre políticos e seus partidos com bandidos e suas quadrilhas. Todos estão explorando a sociedade brasileira...
A diferença, quem sabe, é que o bandido mata este ou aquele de forma distinta, ainda que sem motivo ou razão. O político, por sua vez, causa um crime bem maior ao desgraçar a vida de famílias por usas leis estranhas ou, simplesmente por sua omissão. Seu crime tem consequências difusas...
Por isso, fica meu recado: Bandidos e Políticos não me representam (é fácil ver a diferença entre eles, pois o bandido não lhe pede votos).
Outras fotos do manifestante:
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Um conselho a ser seguido pelos manifestantes brasileiros:
"Galera que vai participar da manifestação... Segue uma ideia baseada nas manifestações ocorridas na Argentina: Quando os vândalos começavam a quebrar tudo lá, os verdadeiros manifestantes se sentavam, assim facilitava a ação da policia para reprimir e prender os culpados por esses tipos de ações mesquinhas. Podemos usar isso como ação nas nossas manifestações, pois queremos um país melhor livre de corruptos e leis adequadas para os cidadãos decidirem junto aos governos e não o que sabemos pelas décadas, até hoje, claramente uma "ditadura democrática".











segunda-feira, 10 de junho de 2013

Possível caminho à evolução

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As questões da administração pública podem ser solucionadas com um pouco de criatividade. E trabalho, claro!

Infelizmente parece que a maioria dos administradores públicos têm apenas um foco: criar as condições necessárias para sua reeleição ou fazer seu sucessor, de modo a garantir sua perpetuidade no poder.

Parecem todos macaquinhos amestrados e adestrados no roubo do erário. Sem dó nem piedade! São exímios criminosos, de crimes nem sempre percebidos pela sua matéria difusa…

E todos, sem excessão, apresentam sua carinha simpática, sempre querendo que você lhe ofereça mais banana (voto, melhor dizendo).

Temos de ter responsabilidade em todo esse processo. De nada vale estendermos nosso dedo, apontando outros culpados pela mazela que vivemos e vivem a grande maioria dos brasileiros. Estamos, além de arrogantes e ignorantes, nos transformando num país de medíocres.

Acho que uma das formas de agir ainda é mediante um processo de coleta e disseminação de boas ideias, apresentação de soluções possíveis e dar a maior divulgação possível ao fato; apresentando essas ideias a vereadores, prefeitos, deputados, senadores, etc. Quanto maior o número de pessoas conseguirmos fazer vibrar numa mesma tônica, mais próximo estaremos de um bom resultado.

Um de nossos problemas é a Energia, que vem tendo apagões e, com a expectativa de elevação da demanda a partir da aceleração motivada por obras para a copa, todos teremos problemas. Sem energia elétrica nada funcionará!

Somos totalmente dependente desse tipo de energia!

Ao mesmo tempo vemos os problemas causados pelos lixões e pelo descaso público em relação à gestão do mesmo. Enchentes programadas vêm ocorrendo por conta da falta de educação da população e da inoperância do Estado de um modo geral. O lixo se acumula e causa outros problemas inerentes à população, como doenças e a proliferaão da dengue (por ex.), que é um flagelo, também, na produção econômica das cidades.

Busquei reunir algumas notícias que permitem uma reflexão e, principalmente, o início de alguma ação reparadora, criativa e geradora de riqueza a todos.

Inicialmente faço uma reflexão sobre a nossa grande capacidade de geração de energia renovável, de fonte limpa e praticamente inesgotável. Sobre esse tema veja o comentário em Falta pouco para termos energia eólica – A nossa grande capacidade de geração decorre da abundância de Sol em todo país.

Resolvendo as questões de energia e da gestão dos lixões que estão começando a sufocar várias cidades brasileiras, vale a pena conhecer as soluções relatadas em texto sobre a geração de energia elétrica a partir de resíduos sólidos urbanos ou em forma de educação às pessoas, conforme a reportagem em Santa Catarina, no Dia do Meio Ambiente, nos apresenta.

Quando falamos em educação ambiental o pensamento que vem, normalmente às pessoas é “economizar água”. Sem dúvida qualquer desperdício deve ser evitado, sob pena de ser reconhecido um “estado de burrice e/ou estupidez” daqueles que o fazem. Na realidade – acreditamos – o cuidar do ambiente vai bastante além. Ele depende de uma disciplina de consumo, onde iremos, sem dúvida, gerar menor quantidade de lixo, poluindo menos o meio ambiente e protegendo o local em que vivemos. No site da AMBIENTE BRASIL vemos que é necessário que os municípios acabem com seus lixões até 2014!!!

A meta já nos parece meio inviável, até pela vontade do administrador público estar focada apenas na construção de estádios (ops, Arenas como gostam de denominar esses enormes elefantes brancos).

Vamos acordar para as nossas necessidades e emergências! Vamos convocar os políticos e empresários que possam, de alguma maneira, iniciar e dar seguimento às várias ideias que este grande país ainda oferece.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Sítio arqueológico descoberto em São Paulo


Parece coisa de revista em quadrinhos, daquela época em que as histórias eram bem feitas e nos atraiam sem necessidade de apelações de baixo nível.

A notícia nos revela uma "guerra" que passara a ser travada entre "Tamoios"* e "Aratus"**, que deverá acontecer nas esferas ligadas ao IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e DERSA.

Esse novo sítio arqueológico foi descoberto durante a obra de duplicação da Rodovia dos Tamoios, no Vale do Paraíba-SP. Conheça maiores detalhes no link: Obra de duplicação da Tamoios, em SP, revela sítio arqueológico.

Vamos aguardar os acontecimentos já que tem sido prática brasileira a promoção da extinção da cultura popular de forma sistemática, fazendo a pasteurização global em todo o país.

Poucas são as regiões brasileiras que ainda preservam sua cultura. Maior destaque para os movimentos gaúchos distribuídos por todo o Brasil pelos CTG (Centro de Tradições Gaúchas) e pelos amantes da música junina, que ocorre - principalmente - na cidade de Campina Grande, na Paraíba, que disputa a condição de Maior Festa Junina do Mundo.

Infelizmente a maioria dessas manifestações culturais vem sendo destruídas por conta de investimentos e patrocínios que vem fazendo com que todas elas acabem se parecendo com os eventos carnavalescos do Sambódromo do Rio de Janeiro...

É pena...

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Proibido, na Europa, uso de pesticida, que matava as abelhas...

Esta é uma notícia que vale a pena ser divulgada. Felizmente em algum lugar deste planeta alguém começou a olhar para as abelhas...

Elas estão, infelizmente, morrendo. No mundo todo; inclusive aqui, no Brasil!

A falta de atenção para esse importante inseto, que dá, de forma incansável, a vida a todos deste planeta pode, em pouco tempo, levar toda a vida animal e a maioria da vida vegetal à extinção.

Leia com atenção e faça o que estiver ao seu alcance.

Cara comunidade da Avaaz,

Conseguimos -- a Europa acabou de votar uma proibição aos pesticidas de abelhas! Grandes empresas como a Bayer lutaram com toda força contra a proposta, mas o poder popular, a ciência e a boa governança foi mais forte!!

Morte das abelhas na Alemanha
Abelhas "morrem" em frente à sede da Bayer em Colônia, na Alemanha
Vanessa Amaral-Rogers, da organização especializada em conservação, Buglife, disse:
"Foi um voto apertado, mas graças à enorme mobilização dos membros da Avaaz, criadores de abelhas e outros grupos, nós vencemos! Não tenho dúvidas sobre o quanto as enchentes de telefonemas e emails enviados aos ministérios, as ações presenciais em Londres (Reino Unido), Bruxelas (Bélgica) e em Colônia (Alemanha), e a gigante petição com 2.6 milhões de assinaturas foram responsáveis por esse resultado. Obrigado Avaaz e a todos que trabalharam tão arduamente para salvar as abelhas!"
As abelhas são responsáveis por polinizar ⅔ de todos os nossos alimentos. Por isso, quando os cientistas começaram a notar que, silenciosamente, as abelhas morriam em proporções aterrorizantes, a Avaaz entrou com tudo, e não parou até alcançar uma vitória. A vitória dessa semana é fruto de dois anos de campanhas que começaram com o envio de mensagens para ministros de governos, organização de protestos para chamar a atenção da mídia junto com criadores de abelhas, comissionamento de pesquisas de opinião e muito, muito mais. Foi assim que fizemos, juntos:
  • Assegurando a posição da França. Em janeiro de 2011, 1 milhão de pessoas assinaram nosso pedido para a França fazer valer a lei sobre o banimento de pesticidas neonicotinoides mortais. Membros da Avaaz participaram, junto com criadores de abelhas, de uma reunião com o Ministro da Agricultura francês, irradiando força e pressionando-o para que ele não se intimidasse pelo lobby da indústria e mantivesse a proibição aos pesticidas, assim enviando um forte sinal para outros países europeus.

  • Bernie em Bruxelas
    Bernie, a abelha gigante infável, ajudou na entrega de nossa petição com 2.6 mihões de assinaturas em Bruxelas
  • Cara à cara com a indústria. Bayer viu a Avaaz e seus aliados protestarem ferozmente nos últimos 3 encontros anuais da empresa. Os gerentes e investidores da gigante produtora de pesticidas foram recebidos pelos criadores de abelhas, que faziam bastante barulho e carregavam banners enormes mostrando nossa petição de mais de 1 milhão de assinaturas; a petição exigia a suspensão do uso dos neonicotinoides até que os seus efeitos na natureza fossem avaliados pelos cientistas. AAvaaz até mesmo fez uma apresentação dentro do encontro dos investidores, mas a Bayer insistiu no 'não'.

  • Destacando a importância da ciência. Em janeiro de 2013, a Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos descobriu três pesticidas que colocavam as abelhas em risco. Foi aí que entramos novamente, buscando garantir que os políticos europeus respondessem ao apelo dos cientistas. Nossa petição cresceu rapidamente e chegou a 2 milhões de assinaturas. Após várias conversas com tomadores de decisão da União Europeia, a Avaaz entregou as nossas vozes à sede da UE em Bruxelas. Logo depois, naquele mesmo dia, a Comissão Europeia propôs uma proibição de 2 anos aos pesticidas!

  • Marcha dos criadores de abelha
    Criadores de abelhas ajudam a entregar nossa enorme petição em Downing Street, Londres
  • Aproveitando a oportunidade. A batalha para salvar as abelhas pegou fogo nos meses de fevereiro e março. Em toda União Europeia, membros da Avaaz estavam prontos para dar uma resposta enquanto os 27 membros da UE decidiam se aceitariam ou não a proposta de proibição dos pesticidas. Quando grandes países agricultores como Reino Unido e Alemanha disseram 'não', a Avaaz conduziu pesquisas de opinião pública que mostraram que a maioria dos britânicos e dos alemães eram a favor da proposta de proibição. Além disso, membros da Avaaz enviaram meio milhão de emails para os Ministros da Agricultura dos países do bloco europeu. Aparentemente temendo mais os cidadãos do que o lobby da indústria, o ministro do Reino Unido, Owen Paterson, queixou-se de um "ciber-ataque", algo que os jornalistas trataram como uma história a nosso favor! E então veio o Bernie, nossa abelha inflável de 6 metros de altura situada em Bruxelas. Uma forma bem criativa de entregar a petição, enquanto as negociações chegavam na reta final. Os jornalistas cercavam o Bernie, e descobrimos que nossa atuação ajudou a garantir que o ministro espanhol olhasse com mais atenção para a ciência e mudasse o seu posicionamento acerca do tema para proteger as abelhas. Mas nesse dia não conseguimos a maioria necessária para assegurar a proibição.

  • Bernie no The Independent
    Bernie ganha destaque no jornal britânico The Independent
  • Do alerta vermelho para o sinal verde. Em abril, a proposta que poderia salvar as abelhas é enviada ao Comitê de Recursos, dando-nos um raio de esperança se finalmente conseguíssemos trazer mais alguns países-membros para o nosso lado. Na reta final, a Avaaz junta-se à outros grupos como a Environmental Justice Foundation, Amigos da Terra e a Pesticides Action Network, além dos criadores de abelha e estilistas famosas, para organizar uma ação do lado de fora do Parlamento do Reuno Unido. Na Alemanha, os criadores de abelha lançam sua própria petição no site da Avaaz direcionada ao governo, e 150.000 cidadãos alemães juntam-se à campanha em apenas dois dias; pouco depois as assinaturas são entregues em Colônia. Mais telefonemas são feitos para os gabinetes de ministros em diferentes capitais europeias, enquanto a Avaaz respondia a uma emenda destruidora feita pela Hungria no acordo de proibição e posicionava Bernie, a abelha, novamente em uma ação em Bruxelas. As empresas de pesticidas compraram espaços de publicidade no aeroporto de Bruxelas para chamar a atenção das comitivas diplomáticas, e aumentaram a pressão sugerindo propostas como a plantação de flores selvagens. Mas a máquina de propaganda deles é ignorada.Primeiro foi a Bulgária que mudou de posição. Depois, veio a grande vitória: a Alemanha muda de ideia a favor das abelhas e carimba nossa vitória. Mais da metade dos países da União Europeia votaram pela proibição dos pesticidas!
Conseguir essa vitória foi um processo longo, e isso não seria possível se não fosse a participação dos cientistas, especialistas, oficiais de governo, criadores de abelha e todos os nossos parceiros de campanha. Podemos ficar orgulhosos do que conseguimos fazer juntos!

Forte defensor das abelhas, Paul de Zylva, chefe da Unidade de Polinização e Pesticida da organização Amigos da Terra, disse:
"Obrigado aos milhões de membros da Avaaz que se mobilizaram online e nas ruas. Sem dúvida, a enorme petição e as campanhas criativas da Avaaz ajudaram a pressionar pela proibição dos pesticidas, complementando o nosso trabalho e o de outras ONGs."
Chegou a hora de festejar a conquista desse espaço para uma das criaturas mais importantes e preciosas de nosso planeta. Entretanto, a proibição da UE durará apenas dois anos até ser revisada. E, ao redor do mundo, as abelhas continuam a morrer por causa dos pesticidas que as enfraquecem e deixam-nas confusas, além da perda de seu habitat natural causada pela expansão das cidades. Na Europa, e ao redor do mundo, há ainda muito o que fazer para garantir que a ciência seja a condutora das nossas políticas agrícolas e ambientais. E somos a comunidade perfeita para tornar isso realidade. :)

Com esperança e alegria,

Ricken, Iain, Joseph, Emily, Alex, Michelle, Aldine, Julien, Anne, Christoph e toda a equipe da Avaaz

PS: Vamos continuar nossa luta -- ajude-nos a lançar campanhas rápidas e de impacto sobre questões que são importantes para todos nós: https://secure.avaaz.org/po/bees_victory/?bjQTEdb&v=24680

PPS: Muitas das campanhas da Avaaz, como a campanha criada por um criador de abelhas alemão, foram iniciadas por indivíduos ou grupos de indivíduos. Clique aqui para descobrir como começar sua própria campanha:http://www.avaaz.org/po/petition/start_a_petition/?rba13

FONTES

A campanha das abelhas, e o papel da Avaaz nesse processo, foi mencionada em centenas de artigos. Aqui estão alguns deles:

UE proibirá três pesticidas mortais para abelhas por dois anos (R7)
http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/ue-proibira-tres-pesticidas-mortais-para-abelhas-por-dois-anos-20130429.html

UE proíbe três pesticidas que matam as abelhas (Euronews)
http://pt.euronews.com/2013/04/29/ue-proibe-tres-pesticidas-que-matam-as-abelhas/

Estilistas britânicos fazem campanha para salvar abelhas (Último Segundo)
http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/meioambiente/2013-04-26/estilistas-britanicos-fazem-campanha-para-salvar-abelhas.html

Proibição de pesticidas procura acabar com massacre das abelhas (PressEurop)
http://www.presseurop.eu/pt/content/article/3735851-proibicao-de-pesticidas-procura-acabar-com-massacre-das-abelhas

Votacão histórica pela proibição dos pesticidas neonicotinoides causadores do declínio das populações de abelhas (em inglês) (The Independent)
http://www.independent.co.uk/news/uk/politics/historic-vote-to-ban-neonicotinoid-pesticides-blamed-for-huge-decline-in-bees-8591807.html




A Avaaz é uma rede de campanhas globais de 21 milhões de pessoas
 que se mobiliza para garantir que os valores e visões da sociedade civil global influenciem questões políticas internacionais. ("Avaaz" significa "voz" e "canção" em várias línguas). Membros da Avaaz vivem em todos os países do planeta e a nossa equipe está espalhada em 18 países de 6 continentes, operando em 17 línguas. Saiba mais sobre as nossas campanhas aqui, nos siga no Facebook ou Twitter.

Você está recebendo essa mensagem porque assinou a campanha "Community Petitions Site" no dia 2012-10-25 usando o seguinte endereço de email: antoniocarlos.pedrososiqueira@gmail.com.
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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Os crimes pós 2ª Guerra

Vivemos um momento maravilhoso onde a tecnologia nos permite acesso a várias informações de forma instantânea…

São tantas informações que nos são disponibilizadas que – na grande maioria das vezes – agimos como se estivéssemos diante da televisão. Apenas consumimos a informação como verdadeira e a instalamos em nossa memória para ser acessada, usada, transmitida, etc. a todo instante e com nosso aval sobre sua autenticidade.

Estamos vivendo num momento paradoxal. Enquanto nos disponibilizam fantásticas tecnologias também nos entopem de conhecimento inútil e, principalmente, MEDO.

Passamos a ter medo de não sermos felizes. Como se o medo pudesse nos ajudar nesse sentido…

Só que, dentro de nosso ‘adestramento’ aprendemos a ‘confiar’ em tudo que é informado na tela da televisão. E lá que ouvimos existirem medicamentos maravilhosos, que podem ser receitados pelos renomados e confiáveis médicos, que fazem uma conversa breve (que eu chamo ‘prá boi dormir’) e já vão pegando o receituário para lhe recomendar a última novidade da ‘ciência médica’ para ‘o seu caso’.

Sim! O médico sempre estará diante de um doente a ser tratado com os remédios que estão em sua listinha pessoal. De nada adianta você afirmar que quer uma avaliação mais precisa sobre o que você está sentindo.

Ele encerra a conversa com frases do tipo: “O risco é todo seu. Afinal o médico aqui sou eu que estudei… blá-blá-blá…”

O que resta à pessoa, que até entrar no consultório julgava-se, no máximo, um paciente e, de repente, foi levada à categoria de ‘doente’? Desobedecer ao médico, que tem tanta ‘autoridade’?

Humilde as pessoas acatam e empenham boa parte de seus salários na compra daquela droga que terá de ingerir por um bom tempo, aprendendo a superar todos os seus efeitos colaterais.

Infelizmente é mais um que está dominado…

Vejam este vídeo. É um alerta a todos…

Conheça e repasse aos seus amigos. Esclareça, sempre, tratar-se de opinião de outras pessoas e, por isso, sempre é recomendável que a pessoa comece a PENSAR e faça as reflexões e ligações necessárias para saber o quê lhe faz BEM e o quê lhe faz MAL…

Pense…

domingo, 3 de março de 2013

A raiz de todos os males…

Ok… Tudo bem!

Pode ser que não seja de todos os males que afligem a humanidade atual. Mas, que é uma de suas raízes isso é fato.

Basta observamos um pouco mais o mundo ao nosso redor. E se somos pais ou avós a questão é muito mais séria…

Corremos o risco de sermos os vetores dessa praga que vem crescendo de forma assustadora.

Falo da: RITALINA. Um medicamento cada vez mais comum. Segundo informações o Brasil já é o Segundo país que mais consome essa droga. A grande maioria de seus consumidores são crianças com menos de 15 anos!

Assustador, não é?

O programa Caminhos Alternativos, da Rádio CBN-Campinas, do dia 23/02/13, preparou uma matéria muito interessante sobre esse tema. Recomendo que reserve um tempo para ouvi-lo. Clique AQUI (procure na página o programa em: Quando a medicalização ultrapassa o limite racional do viver).

 

Acredito, entretanto, que as crianças que estão sendo diagnosticadas como hiperativas estão tendo um diagnóstico equivocado pelos médicos.

Basta indagarmos: “Será que as crianças de hoje são tão diferentes das crianças que cresceram e foram nossos avós ou pais (ou nós mesmos, dependendo de nossa idade)?

Sem dúvida há diferenças profundas, que não devem ser, entretanto, a causa dessa hiperatividade…

Vejo nas diferenças existentes no crescimento das crianças a principal razão para que essas crianças atuais fiquem tão dependentes de drogas químicas.

Houve época em que para fazer com que uma pessoa se recuperasse o mais comum e caseiro dos remédios era “um copo de água com açúcar”.

Hoje a maioria das pessoas, e em especial as crianças que não têm ninguém a defende-las, consomem – praticamente durante o dia todo – grande quantidade de açúcar. Seja naquele simples adoçar do café e mamadeiras, sejam nos refrigerantes, bolos, chocolates, balas e outras bobagens alimentares modernas... Todas com o intuito de manter a criança quieta por alguns momentos, mesmo vendo televisão...

Com tanto açúcar no organismo, gerando uma enorme ‘usina interna de energia’, e sem ter como ‘gasta-la’, a criança, que vive presa num apartamento – podendo brincar apenas com vídeos games ou jogos que não implicam em qualquer esforço físico – acaba adquirindo uma das duas (ou ambas em parte dos casos) condições:

- torna-se hiperativa, para gastar o excesso de energia ingerido

- torna-se obesa, para acumular o acúmulo da energia ingerida e não gasta

Quer para com esse caminho de destruição?

Comece eliminando os refrigerantes dentre seus hábitos...

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Conheça o volume de açúcar que há em cada bebida... E faça sua escolha...

Faça seu filho (e você também) correr todos os dias, onde for possível e no horário que for mais adequado a todos. Só não vale deixar de ‘gastar energia’.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

O futuro está chegando…

A manchete da Revista Amanhã parece coisa de filme de terror… Seu cérebro está na mira das empresas, bem que poderia ser o título de um dessas modernas séries de monstros devoradores de cérebros…

Na realidade esse artigo apenas nos revela o que já vem acontecendo, de forma crescente, de alguns anos para cá. Cada vez mais são encontradas crianças que, por um golpe de sorte, não foram deformadas pela escola ou pela família. Mantém, intacta, grande parte da genialidade natural que cada um de nós trouxe quando nasceu.

Infelizmente os padrões de ensino e de educação, tanto na escola como na maioria das famílias é totalmente castradora. Tem por objetivo transformar a criança numa pessoa medíocre e infeliz. É esse o legado que recebemos dessa tal civilização ocidental gestada com base na necessidade de dominação do Homem pelo próprio Homem. Se os dominadores permitissem que a maioria das pessoas continuasse seu desenvolvimento natural haveria uma grande quantidade de gênios, de líderes e de críticos ao nosso “status quo”.

Já faz tempo que a ciência, que analisa o comportamento humano, vem apresentando as melhores características de cada pessoa para ocupar uma determinada função. As pessoas não têm virtudes ou ‘defeitos’ (vícios); o que destaca na atitude de cada uma delas são as características.

Se soubermos identificar as principais características de uma pessoa haverá grande chance de obtermos um bom resultado no desempenho das funções dessa pessoa.

Há alguns anos, antes de começar a pensar sobre essas questões, fui surpreendido quando me disseram que, para admissão de maquinistas (maquinista é aquele que é responsável pela condução de locomotivas, levando um grande comboio, normalmente de carga, de um ponto para outro. Uma atividade muito solidária e enfadonha) o Departamento de Recrutamento de Pessoal da Rede Ferroviária Federal definia que o candidato deveria ser “um pouco mais desequilibrado que as demais pessoas”. Diante de minha surpresa ele esclareceu: “Somente uma pessoa meio desequilibrada é que pode acreditar que, numa emergência, conseguirá frear a tempo uma composição enorme, como é comum eles conduzirem. É certo que, em caso de acidente praticamente sucumbirão, sem qualquer chance…

Por isso é importante que cada um de nós busque conhecer quais são suas características dominantes. São elas que nos conduzem ao sucesso, se soubermos escolher a atividade profissional mais adequada a essas características.

Agora o economista Eduardo Giannneti da Fonseca nos revela que a neurociência poderá fazer com que os recrutadores consigam localizar “o funcionário dos sonhos”, mediante o uso de técnicas de ‘leitura de mentes’.

Ficção? Surreal? Apenas neurociência…

É, de qualquer forma, assustador. Basta pensarmos nos vários desdobramentos que esse tipo de análise possibilitará a todas as áreas da atividade humana.

Me veio a imagem de uma colmeia de abelhas, onde cada indivíduo tem sua função que é definida antes mesmo de nascer…

Acho que ando vendo muitas propagandas de filmes (de terror e/ou ficção) que passam na televisão…

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

A Grande Ameaça dos Pequenos Poderes

Já faz algum tempo, creio que cerca de 12 anos se não me falha a memória, passamos por uma incrível mudança de classes, no comando do governo brasileiro.

Antes tínhamos uma classe que era denominada de “intelectual”, confesso que não consigo entender bem a razão para esse nome… Afinal, para que serve um intelectual? Pode servir para muitas coisas (ainda que seja trocar lâmpada de um abajur, por exemplo); fico em dúvida se ele serve para liderar um governo…

Bem, passada essa fase – que também durou cerca de 8 anos, se não falha minha memória – passamos para um novo tipo de governo. Um governo sindicalista, liderado por uma pessoa, que foi em sua juventude, orientado para orquestrar paralizações das indústrias metalúrgicas, principalmente de São Paulo. Sem dúvida esse exercício deve contribuir para a formação de belas negociações, todas regadas com muita bebida, muita comida, muita música (bem barulhenta e sem muito sentido) que é para agradar aos “cumpanheiros” de militância.

Não vou entrar no mérito das greves que foram realizadas pelos idos dos anos 1980. Havia muitos interesses “estranhos” dirigindo a cabeça dos ignaros sindicalistas (se não fossem ignorantes as lideranças eram “muito espertas” pois ganhavam para fazer a incitação e ganhavam vários “favores”). Quem não se lembra dos principais atores dessa época? Sempre que a greve acabava todos (empregados e patrões) ficavam felizes… Os preços dos produtos (especialmente carros) subiam e ficava tudo certo…

Esses sindicalistas construíram uma imagem de puros. Tão puros que montaram um partido político que atraiu muita gente. Gente de boa fé… Outros, nem tanto…
Passados os anos e com experiências acumuladas o partido (outrora puro) passou a acolher outras facções, talvez atraídos pela facilidade que um sistema democrático (ainda que iniciante) proporciona a todos. E isso parece ter sido bom para todos!

Sim!

Todos os partidos, estivessem na situação ou na oposição, reuniam candidatos com a mesma origem, intelectuais ou não eram militantes de oposição ao extinto governo (ditadura?) militar. Na realidade, depois da anistia e a retirada dos militares, parece que tudo virou festa. A separação estava entre os que fumavam charutos e tomavam bebidas finas e aqueles que buscavam coisas mais fortes baseadas em… bem, baseados e mais fortes. Todos muito alegres e felizes.

Por isso, no Brasil, o governo de situação é tão parecido com aqueles que se autodenominam de “oposição”. Não há espaço para oposição, já que todos desejam esgotar todos os recursos da “mãe gentil”. É uma grande luta! Uma luta onde vale tudo para amealhar a melhor parte do butim em que transformaram o país.

Claro está que as classes lideradas, por este ou por aquele, mantiveram-se sempre confiantes de que também fariam parte dos ganhos “incomensuráveis” que poderiam ser transferidos aos trabalhadores que deram apoio ao governo.

Não resta a menor dúvida de que as classes que estão atualmente em greve no Brasil são compostas por profissionais extremamente essenciais para a continuidade das atividades. Como podemos dizer que Professores, Policiais, Médicos, etc. não merecem o justo reconhecimento pelos seus trabalhos? Claro que merecem…

Aliás, todos nós merecemos! Quem sabe se houvesse uma suspensão dos enormes desvios de recursos… (epa, lá estou eu desviando, de novo, de assunto…)

Nunca foi tão ameaçadora a frase ”grevista unido, jamais será vencido”.

Não há como perder diante de um governo sindicalista que – ficando somente do lado da “amealhação” de riquezas – desaprenderam a negociar e argumentar.

Essa tibieza fortaleceu esses sindicatos atuais, cujas lideranças são muito pequenas, diante daquelas que já pudemos conhecer num passado relativamente recente.

Qualquer um deles pode, a partir de agora, decidir paralisar as atividades de determinado setor, comprometendo a normalidade de todo o país. Sentimos isso durante a movimentação dos Caminhoneiros (que não se pode chamar de greve, mas de paralisação de aviso), dos Professores, que causam um grave apagão de mão de obra com alguma formação, dos Policiais Federais, que causaram diversos problemas e nos envergonham como “parte da civilização ocidental”, além de outros.

O governo sindicalista mostrou-se totalmente incompetente e despreparado para essa situação (não me lembro, neste momento, em quais setores onde foram bem). Apenas mostraram que as armas dos sindicatos pode ser mortal e pode paralisar o Brasil.

Tomara que tudo isso não passe apenas de um sonho ruim. Precisamos acordar… eu preciso acordar…

Sobre esse tema vale a pena conhecer opinião expressada no artigo: “As greves e o princípio da realidade”, onde são apresentados outros fatos dentro do mesmo contexto.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

A sabedoria dos antigos e a agrofloresta

Quando os primeiros europeus (na maioria portugueses) chegaram ao Brasil, e passaram a conviver com os nativos encontrados (e que ainda não haviam eliminados) ficaram admirados pela falta de observação que os nativos tinham na preparação de suas roças.

(sim, minha gente, esse papo de que todo índio (nativo brasileiro) é preguiçoso e vagabundo não é verdadeiro. Se alguém duvidar basta ir viver durante um período em uma das comunidades ainda não totalmente contaminadas pelos nossos (maus) hábitos)

Voltando ao assunto: os portugueses ficavam admirados em ver que nos plantios de feijão, por exemplo, eles plantavam, próximas uma das outras, uma grande variedade de sementes de feijão. Na colheita, observavam os portugueses, dignos representantes do Rei e da Igreja, ícones na civilização ocidental, que apenas algumas poucas sementes vinham com muita força na produção. Boa parte produzia uma quantidade apenas razoável e outras sequer produziam…

Eles (os civilizados) ficavam indignados com essa evidente falta de coerência dos nativos. Os jesuítas passaram a pesquisar quais as variedades de feijão eram mais produtivas e decidiram fazer as novas roças apenas com as variedades “campeãs”. Sob protesto dos nativos, que alegavam que não daria certo deixar de plantar as demais variedades, fizeram suas novas roças.

Na primeira safra foi um grande sucesso. com maior área plantada somente com as sementes mais produtivas houve grande fartura e todos se alegraram. Especialmente os jesuítas que acreditavam ter feito “um grande bem à comunidade”.

A segunda safra foi um pouco menor que a primeira; mesmo assim bastante superior ao que era colhido anteriormente…

Na terceira safra houve uma grande invasão de pragas, que provocou uma grande quebra na produção de feijão.

Os jesuítas ficaram impressionados com o aparecimento de tanta praga ao mesmo tempo. Perguntaram, então, aos mais velhos: “O que aconteceu? De onde veio tanta praga?” E eles lhes responderam:

- “Essas pragas sempre existiram. Quando vinha o feijão das várias sementes elas iam e comiam daquela variedade; deixando as outras crescerem em paz. Preferiam aquelas espécies que, na colheita já não apresentavam nenhum grão; já alimentados não apreciavam o “gosto” das outras bagas, deixando-as para nós…”

Partilhavam sua colheita com algumas pragas que eram mantidas sob controle apenas pela diversidade com que faziam suas roças. Quando diminuiu a quantidade de sementes os insetos passaram a aprender a “gostar” também da nova variedade, atacando-as nas safras seguintes.

No artigo Agroflorestas – A Agricultura do Futuro fica evidente que a diversidade na natureza é condição que garante a qualidade e a sobrevivência das espécies.

Essa a principal razão de tantos julgarem danoso ao ambiente a prática da monocultura.

A recuperação das matas e a preservação da natureza depende de nosso reconhecimento da ignorância que nos move. Somos movidos pela ganância que o ganho financeiro proporciona no momento inicial. Continuamos limitados em pensar a longo prazo. Não sabemos planejar o futuro; nos falta o conhecimento que vai muito além do momentâneo ganho financeiro.

Precisamos reaprender economia, dando solidez ao nosso desenvolvimento, mesmo que aparente ser modesto, de forma permanente e sustentável.

É a sustentabilidade que nos garantirá a continuidade; não ganho financeiro baseado na ganância…

quarta-feira, 25 de julho de 2012

A equação da educação brasileira

Ou quando “Menos” mais “Menos” produz “Mais”… Pena que os determinantes não sejam bons.

É o que revela o Professor Vicente Falconi, ao lado do empresário Jorge Gerdau em um Painel para desenvolvimento sustentável, realizada recentemente.

Menos Educação, Menos Conhecimento, Mais Desperdícios

Ainda que saibamos que o Governo, em todas as instâncias, tem se mostrado totalmente incompetente na questão da Educação, provocando grandes confusões e tomando decisões equivocadas, é importante que o Empresário, as pessoas de um modo geral e as lideranças percebam a necessidade de mudarmos esse quadro dantesco.

Se não houver uma reação positiva por parte das lideranças da sociedade não teremos, em breve, um país em condição de prover o sustento de seus habitantes. Estamos caminhando, celeremente, para o caos…

Segundo Falconi, a aposta no tripé conhecimento técnico, liderança e conhecimento gerencial continua sendo a melhor saída para a inovação. “O líder é um educador. Ele bate metas com o seu time e fazendo a coisa certa. Se você se conscientiza que bate meta com as pessoas, você resolve investir nelas. E o trabalhador só consegue inovar quando é levado a pensar”, pregou Falconi.  Logo, concluiu, não adianta o país deixar a educação básica de lado e tentar recuperar o atraso mais tarde.

É viável promovermos essa mudança em nossas empresas, em nossas organizações sociais e em nossos lares.

Não há mais espaço para a competição sem sentido, que nos trouxe até o momento atual com graves consequências para as economias dos países, das pessoas e – principalmente – do meio ambiente.

Estamos num momento em que a palavra a ser adotada em nossas relações é “Colaborativo”.

É essa a nova forma de atuarmos em nosso trabalho, na escola e na sociedade. Em colaboração com os demais.

Somente com um espírito colaborativo é que passaremos a desenvolver nossa criatividade e a encontrar as melhores soluções para todos os casos.

Aos empresários e aos líderes deixo esse recado: mudem o ambiente interno de suas empresas para que o trabalho colaborativo seja estimulado. Todos irão ganhar, e muito, com isso.