sábado, 1 de agosto de 2015
Vencendo a Crise!
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
A história de Pedro e o Lobo, em versão atualizada
Conhecemos a história do menino que brincava com todos os moradores de sua aldeia gritando, de vez em quando: "Olha o Lobo, olha o Lobo..."
Sendo uma aldeia de criadores de ovelhas o grito mobilizava a todos que acorriam para defendê-las do feroz e faminto animal...
Aí descobriam o Pedro. Rido a mais não poder pela peça pregada. Isso ocorreu durante vários dias... Até que o Lobo veio de verdade e, por mais que Pedro gritasse, ninguém lhe acudiu. E o Lobo pode devorar quantas ovelhas quisesse.
Parece que os responsáveis pela área do Governo começam a lançar gritos como o menino Pedro. Suas mentiras e incoerências são observadas facilmente. Vejam, por exemplo, duas das manchetes do jornal de hoje, informando sobre a questão do apagão muito mal anunciado ontem pelos meios de comunicação.
Uma dessas manchetes diz que: "Ministério nega relação de Apagão com alta do consumo de energia", onde "O secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, descartou que a falha registrada na tarde desta terça-feira (4), e que provocou apagão em parte das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além do Tocantins, no Norte, esteja relacionada com o aumento do consumo de energia nas últimas semanas, provocado pelo calor."
Em outra manchete, do mesmo jornal, é informado que: "Sistema elétrico opera perto do limite e pode voltar a falhar neste ano". Nessa notícia os especialistas vão desfiando uma série de razões para que o sistema esteja na iminência do colapso total.
Teremos um grande teste durante o mês em que haverá grande fluxo de demanda de energia com os eventos da copa mundial de futebol. Vamos torcer, principalmente, para que a situação geral dos sistemas essenciais.
Vamos torcer, também, para que os Prefeitos, Vereadores e outras autoridades municipais, comecem a realizar uma campanha de conscientização quanto à importância de economizar água. Chega de vermos políticos "bonzinhos" só pensando em ser popular e ganhar votos. Queremos ação efetiva!
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Agora vou falar...
“Como não faz distinções entre o que é produtivo ou destrutivo para sociedade, o PIB só passa por indicador de progresso para quem nunca tenha visitado sua cozinha.” (Economista José Eli da Veiga em 15/04/2008)
Já está enfadonha a política econômica brasileira em relação à importância que seus técnicos têm dado aos humores do PIB. Uma hora falam em PIBÃO, noutra falam em PIBINHO. E a mídia em geral faz dessas declarações seu prato cheio para dar opiniões que em nada modificam o cenário político e econômico. Nem ajudam aos demais mortais interpretar o quê, de fato, está acontecendo... Tudo é um grande engodo; uma simples brincadeira de ignorantes falando para uma população que já se acostumou a dar importância ao que não é importante.
As políticas adotadas assemelham-se mais aos “programas” adotados pelas famílias mais pobres que tomam, normalmente, suas decisões baseada nas necessidades imediatas, sem qualquer capacidade de avaliar as possíveis consequências futuras, ainda que imediatas decorrentes da mesma.
É assim que eles resolvem seus problemas habitacionais, por exemplo.
Ainda falando sobre as “soluções das famílias mais pobres”, descrevo um bem provável exemplo:
Quando moram numa casa pequena (quem se lembra daquelas chamadas de 3 ou 4 peças) e os filhos crescem, resolvem a situação mediante a construção de um “puxadinho” para acomodar melhor seus filhos, mantendo o casal num quarto isolado. E seguem nessa “estratégia” até o momento em que o filho cresce, casa e tem de morar junto com os pais... mais um puxadinho acolhe o jovem casal. Nasce o neto... a solução já está pronta... basta fazer mais um puxadinho...
Ao que tudo indica a Presidente, seus Ministros e Conselheiros Econômicos, atuam na mesma ‘estratégia’... Resolve-se qualquer crise com a criação de uma nova; ainda que suas consequências sejam igualmente desastrosas... Ou piores, como a história recente vem demonstrando.
Os equívocos, a falta de uma análise cuidadosa da situação pela qual passa o país e os demais países é uma prática comum. Parece, até, uma ‘política de governo’. Se é que tenham alguma capacidade em engendrá-los...
A cada decisão encontramos motivos para (i) serem reduzidos mais postos de trabalho; (ii) aumentar o déficit comercial; (iii) desestimular a produção interna; (iv) aceleração da inflação e desvalorização do real; (v) etc.
Tudo vem de improviso, sem qualquer conexão ou compromisso com o que é esperado de qualquer governo. Minimamente sério!
Por sua vez, as pessoas em geral vem adotando, também, suas soluções nessas mesmas bases. A maioria esperando o dia em que devem buscar os seus ‘rendimentos’ compromissados por bolsas criadas com o único objetivo de continuar a prática de apostar na elevação do PIB mediante o consumo interno. A maioria atende ao apelo do governo comprando algo desnecessário usando a facilidade de compromissar-se num novo carne, para pagamento a longo prazo...
Modificam alguma coisa, com outras desastradas consequências, alterando políticas tributárias, que servem mais para criar problemas municipais do que desenvolver, efetivamente, uma evolução da economia.
Quando a situação parece calamitosa resolvem o problema com a mídia que informa as ‘melhoras dos índices de aprovação da presidente’. Ou modificando os índices que indicam a ‘elevação da quantidade de pessoas na classe média’...
Foram proféticas as palavras de Renato Russo... “Que país é este?”
sábado, 22 de setembro de 2012
E a saúde? Como ficará após a decisão do STF?
A decisão do STF sobre a questão da terceirização da saúde demonstra duas questões relevantes:
A primeira é que a área de saúde vem sendo tratada de forma muito displicente pelos administradores públicos.
A segunda é que o STF não conhece ou não vive no Brasil; ou ainda não sabe como é que a Saúde realmente funciona (ou não funciona, como temos visto).
Sempre que vejo uma decisão judicial fico imaginando o tempo despendido por grandes pensadores de nossa sociedade e da sociedade em geral. Que tomam suas decisões para que todas as coisas da sociedade, suas carências, suas necessidades e a racionalização de seus recursos, estejam melhor utilizadas pelo cidadão e todos os demais que vivem neste país.
Fico em dúvida, entretanto, quando vejo que decidiu pela impossibilidade de terceirização "dos cargos inerentes aos serviços de saúde, prestados dentro de órgãos públicos, por ter a característica de permanência e de caráter previsível, devem ser atribuídos a servidores admitidos por concurso público", conforme requereu o Sindicato dos Médicos (provavelmente do Rio de Janeiro), no Governo Cesar Maia.
Também entendo que todos os serviços prestados pelo município devam ser realizados por funcionários públicos, devidamente habilitados e credenciados para prestarem adequadamente o que lhes é requerido pela população em geral.
Só que a realidade brasileira – especialmente no que se refere a questão de contratação de profissionais de saúde – está muito distante daquilo que seria da essencialidade da atividade pública: prover todas as condições de boa saúde às pessoas.
A forma adotada atualmente, pela grande maioria de municípios brasileiros, é a de valer-se de “Organizações Sociais” para suprir suas necessidades.
Isso não significa que o médico que trabalha nessas organizações ganhe mais do que aquele que seria contratado pelo município. Em ambos os salários oferecidos estão muito aquém do que seria razoável. Só que ao trabalharem para as organizações eles podem acumular outros empregos, duplicando a renda e dando um péssimo atendimento a todos os usuários de seus serviços…
Outra questão que tem perpetuado essa forma de contratação de profissionais é a maior facilidade de corrupção existente. Será que alguém dúvida disso?
Gostaria de conhecer a posição do Conselho Regional de Medicina sobre essa questão. Ficam omissos, como se não fosse de seu interesse o zelo pelo profissional que depende desse registro para prestar seu serviço.
Todos os responsáveis nessa questão ficam omissos, fazendo “cara de paisagem”, mostrando até, surpresa com o que vem acontecendo no serviço público de saúde.
O mais interessante é que a questão saúde é “um prato cheio” para todos os candidatos aos cargos de prefeito. Suas soluções são mágicas…
Soube hoje de que há candidato “diz que vai criar um HOSPITAL VETERINÁRIO PARA AS PESSOAS QUE NÃO PODEM PAGAR...”
Confesso que chego a duvidar quem é que é, de fato, mais despreparado…
Sobre mais detalhes da notícia do STF basta clicar aqui.
Há esperança!
Sempre há esperança. Graças a Deus!
E ela é baseada numa questão simples e objetiva!
Se considerarmos que cerca de 90% das pessoas que vão aos médicos são sadias; precisando muito mais de alguém com quem possam conversar e se orientar para seus problemas íntimos, seria válido começarmos a pensar em resolver a questão de saúde, de todos os municípios brasileiros, principiando pelas seguintes ações:
- fazer uma triagem de todos os pacientes que buscam consulta para atendentes que tenham um mínimo de experiência sobre saúde (medir pressão, auscultar batimentos cardíacos, etc.) para receberem o paciente e fazer a essencial anamnese;
- a grande maioria irá sentir-se satisfeita em ter encontrado alguém com quem pudessem conversar e, principalmente, serem ouvidas. Sairiam da clínica em estado perfeito;
- um detalhe importante é usar parte da propaganda governamental para informar que a maioria dos exames que hoje são solicitados aos pacientes seriam substituídos, com vantagem, pela nova forma de atendimento a ser feita (anamnese);
- com esse tipo de procedimento seriam reduzidos significativamente a quantidade de dispêndios com exames (desnecessários) e entrega de medicamentos grátis (mais desnecessários, ainda);
- àqueles pacientes que fosse diagnosticada uma necessidade de atendimento clínico mais aprofundada, estes seriam encaminhados IMEDIATAMENTE ao médico de plantão para uma análise detalhada e mais cuidadosa;
- claro que nesses casos seriam necessários exames, que teriam seus prazos também reduzidos;
- os médicos, com uma menor quantidade de pacientes a serem atendidos, dariam um atendimento melhor (muito melhor do que é feito hoje) e poderiam receber seus honorários profissionais mais dignamente.
Pensem nisso senhores candidatos…
segunda-feira, 16 de julho de 2012
De acordo com a Presidente Dilma: 'País vive uma realidade nunca antes vista'
"O barquinho vai... a tardinha cai..."
Estamos vivendo num mar de tranquilidade. Há somente marolas para nos embalar suavemente.
Enquanto isso vamos tomando conhecimento do que está ocorrendo na Europa, e nos questionamos: "Como será que ficamos tão espertos de uma hora para outra..."
É isso mesmo. Parece que estamos mais espertos e melhores preparados do que qualquer outro país neste vasto mundo de traquinagens financeiras...
Só que há algumas questões que parecem que não se encaixam bem em todo esse processo. São elas:
- a redução da taxa de juros, imperceptível para a maioria dos devedores de carão de crédito ou cheque especial, afastou os investidores internacionais, que retiraram, rapidamente, os seus recursos em dólar aplicados no mercado especulativo
- a redução de impostos de determinados bens de consumo não parece ser suficiente para aquecer a economia, que vem definhando em cada dia que passa. Não acredita? Passe nas lojas e veja quantos vendedores e quantos clientes há em cada uma
- está ocorrendo, até por conta da elevação do dólar em relação ao real, uma forte pressão nos custos causando a redução das margens de lucratividade e o aumento dos preços
- estamos num ano de eleições. É natural que haja maiores gastos, especialmente públicos, sem efetiva melhoria sustentável da economia
- a inflação já começou a apresentar seus sinais...
- reavaliação da política tributária nacional. Totalmente descabida em relação aos serviços (e investimentos) que são realizados em contrapartida
- necessidade de realização de uma política de reforma fiscal de verdade. Em todos os níveis de governo. Claro que a União é quem deve dar o maior exemplo, eliminando suas áreas de desperdício de recursos sem qualquer efetividade (dá 'prá' eliminar quase 50% dos ministérios, bem como os tais cargos de confiança)
- desenvolver um projeto de formação e educação para a população. É imprescindível que todas as pessoas melhorem seu nível de conhecimento. Que passem a entender, ao menos, o que leem
- e que possam, também, aprender a escrever de forma a que outras pessoas entendam
- que se ensine - ao menos - noções de Aritmética, Português, História e Geografia. E que esse ensinamento seja de qualidade (para isso será necessário preparar professores, capacitando-os para essa missão de fornecedores de conhecimento e motivação aos aprendizes)
- que sejam suspensas as brincadeiras de aprendiz de feiticeiro, que estão sendo feitas pelo Governo; especialmente no Ministério da Fazenda. Afinal economia é algo muito sério e necessita, além de profundo conhecimento, um elevado grau de respeito
- que se crie um projeto de desenvolvimento nacional, baseado na ocupação de mão-de-obra capacitada, especialmente nos moldes estabelecidos para a formação e educação da população
- etc. Aliás, um monte de etc...
Querendo conhecer a matéria que motivou este post basta clicar aqui: Dilma imita Lula: 'País vive uma realidade nunca antes vista'
sábado, 29 de outubro de 2011
As manifestações populares e a transparência
De grande importância a análise feita por Alberto Carlos Almeida (sociólogo e professor universitário) em seu artigo "Não basta sair às ruas e protestar", abordando a questão da corrupção no Brasil e, principalmente a forte tendência de uma parte dos 99% da população em não mais aceitar essa situação.
Sua análise apresenta informações de grande relevância, pois permitem que cada cidadão passe, depois de conhecer os danos causados pela situação em que nos encontramos, a exigir diretamente de seu vereador, deputado estadual, deputado federal e senador; além dos cargos executivos de: prefeitos, governadores e presidente da república, uma ação efetiva na dinamização dos órgãos de controle.
Fica evidente a falta que a eficácia dos profissionais dos órgãos de fiscalização e controle faz às entidades públicas em geral e aos cidadãos, em especial.
Certamente não haveria tanta falta de atendimento aos doentes em geral, não faltariam recursos à Saúde, bem como à Educação, à Segurança e ao Saneamento Básico; só para citar algumas das áreas de maior carência.
Por isso é de grande importância que haja – por parte de cada cidadão – a exigência de maior fiscalização e independência dos profissionais dos Tribunais de Contas, da Procuradoria, do Ministério Público…
Uma das sugestões apresentadas pelo articulista:
Eis minha sugestão para os organizadores das marchas contra a corrupção: passar a defender o fortalecimento das instituições judiciárias, dos Tribunais de Contas e procuradorias, promover abaixo-assinados, para serem enviado a todos os juízes, defendendo a condenação à prisão de políticos considerados corruptos, e também negociar com faculdades públicas e particulares a criação de departamentos de ensino e pesquisa exclusivamente dedicados ao estudo de fraudes e corrupção. O movimento contra a corrupção deve não só criticar, mas também passar a apoiar explicitamente as instituições responsáveis pela cassação do mandato de 296 prefeitos entre 2005 e 2008 e de outros 274 que já foram cassados depois de 2008. A grande maioria deles perdeu o mandato por improbidade administrativa ou por infração à legislação eleitoral.
Uma das conclusões que apresenta:
Os cinco Estados que têm as instituições de controle mais fortes são Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e São Paulo. O lanterninha é o Maranhão de Sarney, antecedido por Roraima, Rio Grande do Norte, Piauí e Alagoas. Isso mostra que a família Sarney e Collor não são fenômenos isolados, que pairam sobre o mundo sem ligação alguma com suas instituições. Pelo contrário, os Sarneys só existem porque em seu Estado não foram desenvolvidas as instituições que os combateriam. Não existe algo equivalente para os cinco Estados que lideram a lista das regiões brasileiras com maior controle de poder sobre os políticos.
As passeatas e outras manifestações populares devem, por isso, exigir transparência das informações, auditoria consistente e independente e ação rápida dos responsáveis pelo Ministério Público, dentro do sigilo que todo caso requer, até que seja finalizado.
Transparência e boas práticas de gestão. Apenas isso…
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Arrecadação de Primeiro Mundo com retorno pífio
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
A Governabilidade será possível no Brasil de hoje?
A notícia acima referida está no post: Centrais Sindicais Reclamam de Tratamento dispensado por Dilma
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Lei Kandir - Um mal a ser reparado!
Nada contra a pessoa de Antônio Kandirian, conhecido como Kandir, autor da Lei de desoneração que leva seu nome.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Enchentes em São Paulo: os problemas da cidade não são culpa da natureza, 1890-1940
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Afinal, quem somos nós?
Recentemente apresentei uma questão: “Você também é sonegador”?
Ao apresentar essa questão abordei que todos somos “tentados” a aceitar algumas “facilidades” sempre que nos são apresentadas vantagens que nos façam sentir “seres especiais”.
Até que ponto isso é verdadeiro? Será que mudamos tanto assim? Afinal, quem somos nós?
Observando alguns tele-jornais que apresentavam a rotina das enchentes na cidade de São Paulo, que trouxeram desalento e desespero a muitas famílias, uma das imagens me chamou a atenção.
Tratava-se de uma marcha de pessoas que buscavam, mesmo a pé, caminhando por trechos alagados, chegarem aos seus locais de trabalho. Seguiam por onde os veículos (ônibus, especialmente) não conseguiam transitar. Seguiam, de forma célere, sem se preocuparem com eventuais acidentes que pudessem estar ocorrendo em seus lares; a elas importava, apenas, chegar aos seus trabalhos e cumprirem com suas obrigações, sem qualquer preocupação quanto à forma pela qual poderiam – ao final do dia – retornarem aos seus lares.
Pude inferir, então, que uma grande parte da população é formada por pessoas cientes de sua obrigação, ainda que esta pudesse estar acima de sua segurança pessoal. Ou da segurança de seus familiares. Pessoas honestas!
Como julgar de forma igual a todos? Se acreditarmos nas notícias que normalmente nos chegam pela TV, Rádio ou Jornais podemos entender que “o brasileiro é um ‘folgado’, sem vontade de trabalhar, irresponsável e, principalmente: venal”.
Apesar da tragédia, causada pelo pico das chuvas que acontecem em várias cidades brasileiras, com acentuada incidência na São Paulo, vemos pessoas que, corajosamente, seguem em marcha silenciosa e firme, aos seus postos de trabalho.
Afinal? Quem é, de fato, o brasileiro? Uma pessoa indolente? “Sperta”? Pouco afeita ao ‘batente’? Ou será que há uma grande parte com valores morais e éticos admiráveis que devem propagar – com seu exemplo – a formação de jovens e outras pessoas com quem convivem?
Nos mesmos tele-jornais pude observar o desastre que a má estão causa às pessoas. No Haiti – após o cataclismo que ceifou tantas vidas e deixa a maior parte da população sem qualquer fonte de recurso – o Governo (se é que podemos chamá-lo assim) se perde totalmente na distribuição do volume de doações que tem recebido. Uma parte dos integrantes desse Governo, aparentemente, continua a praticar atos de corrupção, subtraindo das pessoas carentes o benefício que lhes chega de todas as partes do mundo. Fico indignado com a “gestão” praticada naquele país: incompreensível e inaceitável, independente à forma de governo (supostamente há governo) adotada naquele país.
Ah, Democracia... Quantos meliantes se escondem sob seu manto...
A corrupção é um vício! Sua prática continuada ceifa da pessoa corrupta qualquer atitude razoável de ‘humanidade’. Permanecem, como inconscientes, a praticar atos condenáveis, provavelmente ensinados pelos péssimos governantes que o Haiti teve nos últimos 50 anos.
Voltando ao Brasil. Confesso que fiquei emocionado com as imagens! Tantas pessoas, superando todas as dificuldades e adversidades, caminhando céleres aos seus postos de trabalho.
Devemos repelir veementemente qualquer insinuação de que “o povo brasileiro é folgado”. Isso não é Verdade! Essa imagem, injusta, vem sendo atribuída por conta dos principais líderes que ocupam cargos no executivo, legislativo e judiciário. Lá há, proporcionalmente, uma grande quantidade de pessoas desonestas e sem qualquer ética ou valor moral.
O brasileiro é – por sua natureza – uma pessoa crédula e ingênua. Acredita que as pessoas que lhes pede voto tenham as mesmas características e formação moral que lhes moldou o caráter.
E caráter é uma coisa séria. Tão séria que: “se caráter tiver preço, eu pago”.
Por mais incoerente que possa parecer, as imagens me deixaram orgulhoso sem ser brasileiro.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Depoimento da Ex-Ministra da Saúde da Finlândia
Em tempo: coloco comentário que recebi de uma pessoa amiga, esclarecendo sobre a senhora que faz as declarações.
Quem fez a primeira exposição dessa entrevista cometeu um erro - ela não foi ministra mas funcionária do governo da Finlândia - e isso tem servido para os capitalistas tentarem desqualificar o conteúdo das opiniões dela. Ela nada mais fez do que descrever como eles agem: manhosamente, criminosamente, prejudicialmente ao conjunto da humanidade. É um mundo controlado pela ambição do poder, do lucro, da insensatez gananciosa, que destrói o meio ambiente e explora vergonhosamente as pessoas.Aproveito para agradecer a atenção que me foi dispensada pelo amigo Alceu, prestando esse esclarecimento.
Abaixo um vídeo que deve ser ao menos conhecido, de forma a permitir um princípio de avaliação e debate. Não se trata de dar ou não a autenticidade ao fato (contido no vídeo) em si.
Trata-se de começarmos a observar quais são as políticas públicas efetivas e práticas para garantir a saúde de todos.
O que venho observando é que os governantes (acho que ainda temos de chamá-los assim) estão muito mais preocupados em identificar novas possibilidades de doenças para poderem aproveitar os grandes volumes de recursos que lançam mão para "atender à população".
sábado, 19 de setembro de 2009
Quando o "Mais" resulta em "Menos" - 1a Parte
Normalmente buscamos alcançar "mais com menos". Essa é a regra natural para as ações que julgamos estarem alinhadas com a lógica da economia e da própria vida.
Há fatos, entretanto, que seguem o oposto. Conseguem, obtendo "Mais" realizarem "Menos". Bem menos!
Buscarei alinhar apenas alguns deles, pois acredito que existam muitos mais nas ações impensadas (?) de nossos governantes.
Na carga tributária de máquinas industriais
A indústria brasileira de máquinas operatrizes enfrenta grande dificuldade na colocação das mesmas nas pequenas indústrias que existem, praticamente, em todas as cidades.
Para que se visualize o processo a que me refiro, imagine uma indústria que vende máquinas para padarias e o comprador uma padaria igual a tantas que conhecemos. Claro que cada um de nós entra no negócio quando compramos cada pãozinho...
A carga tributária incidente na venda - que representa, normalmente, 40% do preço total do bem - limita a capacidade de sua aquisição pelas empresas que têm:
- dificuldade de conseguirem financiamentos oficiais, com menores taxas e melhores prazos de pagamento;
- normalmente estão em sistemas tributários que inviabilizam a recuperação, ainda que parcial, de alguns dos tributos incidentes na operação, tais como: ICMS, PIS, COFINS, IPI; CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO; IMPOSTO DE RENDA. Em outras palavras: o valor do tributo pago na aquisição é um custo da indústria que terá de ser repassada nos preços de venda ou deduzida da margem operacional da Indústria;
- menor quantidade de postos de trabalho, tanto na indústria de bens como nas pequenas indústrias (ou em uma padaria, que estamos usando como exemplo).
Nesse caso o MAIS de nossa questão representa o "ganho" obtido pelo Governo (Federal e Estadual, em especial), já que os impostos não serão abatidos para as necessárias compensações e equalização da carga tributária devida pela sociedade. Sim. No fundo esse imposto arrecadado a MAIS será suportado pela sociedade.
Se houvesse uma suspensão de tributos na comercialização desses bens de produção com certeza teríamos:
- menor valor da venda do bem. A redução seria da ordem de 40%, aproximadamente;
- a indústria de máquinas teria maior facilidade de venda de seus bens e, por isso, teria mais empregados e estabilidade em sua continuidade;
- maior facilidade na obtenção do crédito menor, necessário para a aquisição da nova máquina;
- facilidade na recuperação do valor investido, o que significaria menor preço de venda do produto final (pães, em nosso exemplo). As consequências naturais seriam, provavelmente, um aumento na venda de pães, gerando ganho a todos...
- facilidade na aquisição de mais de uma máquina (sem impostos e contribuições elas passa a custar quase a metade do preço inicial), e natural aumento nos postos de trabalho também na padaria.
Será que os líderes do governo, federal, estadual e municipal, são tão míopes assim?
Ou será que àqueles que ocupam cargos transitório, na Administração Pública, preferem ver o dinheiro em sua gestão, em vez de abdicar dele (bem pouco na realidade) e perpetuarem o ganho a todos eternamente?
Nesse caso fica bem claro que o MAIS arrecadado no primeiro momento pelo Estado significa MENOS (muito menos) para toda a sociedade, inclusive para o próprio Estado.
Acredito que falte visão, não apenas aos responsáveis pela área tributária do governo. Falta - principalmente - ação da própria sociedade.
Quem sabe se adotarmos uma Lupa? Especialmente para olharmos melhor em quem escolhemos para nos governar...
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Empresa Familiar - Nepotismo, Talentos e Sucesso
11/09/2009
Como fazer sucesso com uma empresa familiar
Objetivos diversos, interesses, discussões, laços afetivos. A empresa familiar tem todos os desafios de qualquer outra, mas carrega, no seu âmago, a afetividade. Um fator que pode tanto destruir o patrimônio como torná-lo mais sólido.
Isso dependerá do tipo de atitude que a família terá em relação à empresa. Para o economista Fábio Bartolozzi Astrauskas, diretor da Siegen, empresa especializada em gestão empresarial, com ênfase em sucessão familiar, a primeira lição a ser aprendida por todos os envolvidos é que alguns terão talento, interesse e habilidade maiores para lidar com o tipo de empreendimento da família.
"Fazer da empresa um local sério, de ganha pão de todos e não um cabide de empregos é um dos passos mais importantes para que ela tenha a produtividade e o crescimento desejados", garante Fábio. De acordo com economista, essa escolha, muitas vezes, acontece de forma natural.
"É notório quando um filho tem mais talento e interesse na empresa, no sentido de fazê-la prosperar. O que precisa ficar claro é que ter talento para gerir a empresa não tira o mérito de outro filho, que pode muito bem desenvolver gosto por outros trabalhos ou ainda trabalhar em outra área na empresa onde seu talento poderá ser melhor aproveitado.
Esse tipo de esclarecimento tem de vir à tona cedo, caso contrário, a situação pode ser um estopim para brigas e discussões em torno de sentimentos e não ao redor de fatos reais e necessários para que a empresa continue seu desenvolvimento", alerta.
Outro ponto importante a ser destacado é a contratação. Sendo uma empresa familiar, como contratar alguém da família? Quem decide isso? O economista Rogério Silveira Monteiro, também diretor da Siegen, explica que a melhor forma é ter uma consultoria para fazer esse papel.
Ela vai avaliar quem está apto, independentemente de ser filho, sobrinho, cunhado. O especialista explica que assim é eliminada uma boa parte do antagonismo ou mesmo das desavenças que uma contratação poderia gerar, visto que não são os próprios familiares a indicarem quem será ou não contratado ou promovido ou até desligado da empresa. "A consultoria não irá avaliar a pessoa enquanto da família.
O objetivo é analisar quem, de fato, está ajudando, poderá ajudar ou está atrapalhando a empresa. Para a consultoria o que interessa é o resultado que se espera da empresa e como ela pode alcançar o que deseja, independentemente do grau de parentesco que se tenha. É claro que a decisão é dos dirigentes, mas eles têm como respaldar suas ações em estudos feitos pela consultoria", avalia Monteiro.
Vantagens e desvantagens
Entre as vantagens de se ter uma empresa familiar, destacam-se:
O interesse em torno de um patrimônio comum, o que gera um sentimento comum de unidade.
A sucessão de herdeiros competentes que poderão dar sustentabilidade e continuidade ao negócio;
O sentimento de ter um negócio próprio que pode gerar motivação, responsabilidade e prazer.
Conhecimento dos membros da família, inclusive do provável sucessor. Aqui também vai a questão de fazer com que os membros comecem a conhecer a empresa desde cedo e de se sentirem parte dela, ainda que não trabalhem lá.
Conhecimento profundo da empresa e, com isso, melhores chances de suportar dificuldades e a busca por soluções.
Por ser familiar, criar forte relação de credibilidade e confiança com seus clientes. As pessoas gostam de se sentir em casa, em família.
Entre as desvantagens estão:
- A concorrência entre os familiares pode levar ao stress e à perda de foco, deixando a empresa em segundo plano e prejudicando os negócios;
- A existência de nepotismo onde todos querem viver do dinheiro da empresa, mas nem todos têm talento ou mesmo interesse em trabalhar por ela;
- A dificuldade em demitir devido ao laço familiar;
- A falta de separação entre o que deve ser vivenciado na empresa e o que deve ser vivido em casa;
- A utilização da estrutura da empresa para fins particulares: ligações, impressões, salas, funcionários...
- A impunidade ao descumprir regras, o que gera sentimento negativo, especialmente em funcionários que vêm o próprio superior sem a preocupação devida com a empresa.
Fonte:Administradores.com.br
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Os Dois Lados de Uma Mesma Moeda
Já há muito tempo que sabemos que este mundo é uma grande ilusão! Todos os fatos, independentemente à sua importância, são analizados de acordo com a versão que lhe são dadas. Por nós mesmos ou por outros...*Resposta de um Médico, Dr. Humberto de Luna Freire Filho, a outro médico, Dr. Aldo Pacinoto publicadas no jornal O Estado de São Paulo
Carta do Dr. Aldo Pacinoto
Date: Thu, 4 Jun 2009 12:35:10 -0300
Subject: CARTA ESTADÃO
From: producao197
To: hlffilh
Prezado senhor Humberto.
Sei perfeitamente que os leitores do jornal O Estado de S.Paulo são conservadores, muitas vezes reacionários, claramente de direita. Mas algumas cartas chegam ao cúmulo do absurdo.
Ontem um leitor disse que a culpa dos erros nas cartilhas do governo do senhor José Serra é culpa de algum "petista infiltrado" na Secretaria da Educação. Hoje, o senhor faz uma observação completamente equivocada.
Não é apenas o presidente americano Obama que elogia nosso presidente. Os elogios estão vindo de todos os continentes. É o presidente francês, é o presidente sul-africano, o premiê inglês, finlandes, alemã.
Só não vêem em Lula um grande líder pessoas preconceituosas que ainda o enxergam como um metalúrgico analfabeto. O senhor deve ser de classe média média ou alta.
Pergunto: o que piorou em sua vida com o governo Lula? O que vai melhorar com o governo Serra? É claro que a classe média não quer enxergar em Lula um presidente que tem enfrentado crises econômicas internacionais como ninguém.
O senhor lê a Economist? O El País? O Le Monde? Se ficar lendo apenas o Estadão e a Veja terá uma visão burguesa e centrada em críticas e mais críticas. Radical. O senhor sabe o quanto o atual governo melhorou a vida dos menos favorecidos? O senhor não quer que ele melhore a vida dos mais pobres?
Sou médico, não sou petista, sou classe média até digamos alta. Tinha tudo para pensar como os leitores do Estadão que mandam frases de efeito, às vezes engraçadinhas, que o jornal adora publicar. Mas, felizmente, penso exatamente ao contrário desses leitores. Graças a Deus e ao meu pai que me ensinou a olhar a vida sem radicalismos.
Atenciosamente.
ALDO PACINOTO
Curitiba
Resposta do Dr. Humberto de Freire Luna Filho
From: hlffil To: producao1972@ Subject:
RE: CARTA ESTADÃO
Date: Fri, 5 Jun 2009 01:54:52 +0000
Prezado colega Aldo
(Também sou médico - Neurocirurgião)
Antes de mais nada quero deixar claro que não sou eleitor do Sr.José Serra, sou apolítico, não filiado a nenhum partido, tenho nojo de politíca e, consequentemente, de políticos, principalmente dos atuais.
Sou a favor sim, dos princípios morais, mas, para meu desapontamento, isso transformou- se em fruta rara nos três Poderes da República no atual governo. Quero também informar ao colega que leio qualquer publicação e não só O Estado de S. Paulo e a Revista Veja, como também já viajei por meio mundo, portanto vou responder suas indagações com conhecimento, e o que é mais importante, com a independência de um profissional liberal não comprometido com governo nem com imprensa nem com igreja nem com sindicatos ou com quem quer que seja.
Quanto à sua pergunta sobre o que piorou na minha vida durante o governo Lula e as possíveis melhoras em um possível governo Serra, eu diria que não houve nem haverá nenhuma mudança. Nem eu quero que haja, porque de governo, qualquer que seja a tendência ideológica, eu só desejo uma coisa: DISTÂNCIA.
Não dependo nem nunca dependi de nenhum deles. Uma outra afirmativa sua é sobre a melhoria da vida dos mais pobres (por conta do bolsa família, imagino). Minha opinião é que bolsa família não é inclusão social, é esmola, mais precisamente compra disfarçada de votos. O pobre não quer esmola, quer escolas, hospitais,ambulatórios que funcionem na realidade. Nos palanques eleitorais já foi dito até que a medicina pública brasileira está próxima da perfeição. Só que a cúpula do governo, quando precisa de assistência médica, dirige-se ao Sirio-Libanês ou ao Hospital Israelita e chega em São Paulo em jatos particulares. O colega, como médico, não deve ignorar essa realidade.
Na área rural, falta mão de obra porque o dito trabalhador rural virou parasita do governo e não mais trabalha. Para que trabalhar? eu fico em casa e no final do mês o governo me paga. Essa foi a frase que tive que engolir, não faz muito tempo, antes de abortar um projeto em minha propriedade rural que empregaria pelo menos 50 pessoas. Quando optamos pela mecanização, vem um bando de sindicalistas hipócritas junto com a quadrilha do MST, diga-se de passagem foras da lei e baderneiros, financiados com dinheiro público, dizer que a máquina está tirando o emprego no campo.
Outro item a que você se refere é sobre a minha observação, completamente equivocada (equivocada na sua opinião), publicada hoje no jornal O Estado de S.Paulo. Pois é, aquela é a MINHA observação e eu espero que o colega a respeite como eu respeitaria a sua se lá estivesse publicada. E mais se você quiser fazer um giro maior, saindo portanto, da esfera do Estadão e da Veja para fugir do conservadorismo dos mesmos, (conservadorismo também opinião sua - respeito), verá que existem muitas outras publicações minhas dentro do mesmo raciocínio, coerência, independência e coragem que tenho para falar o que quero, e assumir totalmente a responsabilidade pelo dito . Colega, por favor, pesquise os seguintes jornais: Diário de Pernambuco (Recife-PE),
Diário da Manhã (Goiânia-GO), Gazeta do Povo (Curitiba-PR) , O Dia (Rio de Janeiro-RJ), Jornal O Povo(Fortaleza- CE) e outros, além de dezenas de sites e blogs.
Agora faço a minha primeira pergunta: são todos conservadores e reacionários? Não! são independentes. Não são parte da imprensa submissa e remunerada com dinheiro público, não fazem pubilicidade da Petrobras, do Banco do Brasil, da Caixa Economica Federal, do PAC, e o mais importante, não recebem ordens de Franklin Martins, (o Joseph GoebbelsTupiniquin), manipulador de informações, prestidigitador que usa o vulnerável substrato cultural brasileiro, para transformar câncer em voto.
E para encerrar, permita-me fazer mais essas perguntas:
O The Economist, o El País,O Le Monde etc. informaram a opinião pública européia sobre as dezenas de escândalos financeiros e morais ocorridos no País nos últimos sete anos e que permanecem impunes por pressão do grande lider e asseclas?
Informaram que o Congresso Nacional está tomado por uma quadrilha manipulada pelo Executivo ( 80% envolvidos em algum tipo de delito) e que conseguiram extinguir a oposição?
Informaram que a maior empresa brasileira é estatal e ao mesmo tempo usufruto do governo, e que o mesmo tenta desesperadamente blindá-la contra qualquer fiscalização?
Informaram que 40% dos ministros e ex-ministros desse governo respondem a processos por malversação de dinheiro público?
Eu acho que os chefes de estados da Europa não sabem dessas particularidades. Por muito menos estão rolando cabeças no Parlamento Britânico, e com uma grande diferença, o dinheiro lá desviado é devolvido aos cofres públicos; enquanto aqui parte é rateada; parte é para pagar bons advogados, e outra parte é incorporado ao patrimônio do ladrão.
Casos exaustivamente comentados na imprensa vem ocorrendo há anos com pelo menos cinco indivíduos que hoje fazem parte ativa da base de sustentação do grande líder. Isso para não falar de coisas mais graves como os assassinatos dos prefeitos de Campinas e de Santo André, envolvendo verbas de campanha. Crimes esses nunca esclarecidos e cujos cadáveres permanecem até hoje no armário do PT.
Portanto, ver Luiz Inácio Lula da Silva como um líder é querer forçar um
pouco. Para mim, ele não passa de papagaio de pirata de Hugo Chavéz. Veja a sua última pérola:
"O Brasil acha petróleo a 6 mil metros de profundidade, por que não acha um avião a 2 mil".
Isso não é pronunciamento de líder em um evento público envolvendo dezenas de chefes de estado. Isso cairia bem em reunião de sindicato ou em mesa de botequim. Caracteriza oportunismo vulgar.
Moro no Brasil, sei ler e não sinto azia quando leio. Não sou preconceituoso nem radical, modéstia a parte, sou esclarecido, e se combater corrupção é radicalismo, aí sim, sou RADICAL, e estou pronto para qualquer coisa como todo nordestino.. . de caráter.
Atenciosamente.
Humberto de Luna Freire Filho
São Paulo*

