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segunda-feira, 16 de julho de 2012

De acordo com a Presidente Dilma: 'País vive uma realidade nunca antes vista'

Até parece que estou ouvindo a música...

"O barquinho vai... a tardinha cai..."

Estamos vivendo num mar de tranquilidade. Há somente marolas para nos embalar suavemente.

Enquanto isso vamos tomando conhecimento do que está ocorrendo na Europa, e nos questionamos: "Como será que ficamos tão espertos de uma hora para outra..."

É isso mesmo. Parece que estamos mais espertos e melhores preparados do que qualquer outro país neste vasto mundo de traquinagens financeiras...

Só que há algumas questões que parecem que não se encaixam bem em todo esse processo. São elas:

  • a redução da taxa de juros, imperceptível para a maioria dos devedores de carão de crédito ou cheque especial, afastou os investidores internacionais, que retiraram, rapidamente, os seus recursos em dólar aplicados no mercado especulativo
  • a redução de impostos de determinados bens de consumo não parece ser suficiente para aquecer a economia, que vem definhando em cada dia que passa. Não acredita? Passe nas lojas e veja quantos vendedores e quantos clientes há em cada uma
  • está ocorrendo, até por conta da elevação do dólar em relação ao real, uma forte pressão nos custos causando a redução das margens de lucratividade e o aumento dos preços
  • estamos num ano de eleições. É natural que haja maiores gastos, especialmente públicos, sem efetiva melhoria sustentável da economia
  • a inflação já começou a apresentar seus sinais...
Enquanto isso, até pelas declarações e notícias divulgadas na imprensa, nada muda o rumo do barquino intrépido nessas águas que nem sempre são calmas...

Acredito que a maioria das pessoas deva acreditar que, realmente, temos a oportunidade de nos fortalecermos passando por mais esse momento de crise. Basta estarmos, de fato, preparados. Bem preparados...

Por isso, algumas medidas parecem ser essenciais, tais como:
  • reavaliação da política tributária nacional. Totalmente descabida em relação aos serviços (e investimentos) que são realizados em contrapartida
  • necessidade de realização de uma política de reforma fiscal de verdade. Em todos os níveis de governo. Claro que a União é quem deve dar o maior exemplo, eliminando suas áreas de desperdício de recursos sem qualquer efetividade (dá 'prá' eliminar quase 50% dos ministérios, bem como os tais cargos de confiança)
  • desenvolver um projeto de formação e educação para a população. É imprescindível que todas as pessoas melhorem seu nível de conhecimento. Que passem a entender, ao menos, o que leem
  • e que possam, também, aprender a escrever de forma a que outras pessoas entendam
  • que se ensine - ao menos - noções de Aritmética, Português, História e Geografia. E que esse ensinamento seja de qualidade (para isso será necessário preparar professores, capacitando-os para essa missão de fornecedores de conhecimento e motivação aos aprendizes)
  • que sejam suspensas as brincadeiras de aprendiz de feiticeiro, que estão sendo feitas pelo Governo; especialmente no Ministério da Fazenda. Afinal economia é algo muito sério e necessita, além de profundo conhecimento, um elevado grau de respeito
  • que se crie um projeto de desenvolvimento nacional, baseado na ocupação de mão-de-obra capacitada, especialmente nos moldes estabelecidos para a formação e educação da população
  • etc. Aliás, um monte de etc...

Querendo conhecer a matéria que motivou este post basta clicar aqui: Dilma imita Lula: 'País vive uma realidade nunca antes vista'

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Pardinho recebe o Programa Cidades Sustentáveis

Vista na subida de Pardinho

Em tempo de eleição eu normalmente fico meio ressabiado.

Todas as notícias são para divulgar os milagres que serão realizados por este ou aquele candidato, se "eleito for".

Se o candidato é da oposição ao partido do Prefeito atual todas as obras existentes são ruins e todos os problemas são exaltados. Se, ao contrário, o candidato for "sucessor" ou mesmo candidato à reeleição somos brindados com as "fantásticas realizações" de seu governo.

Sou um fã da cidade de Pardinho. Especialmente por sua natureza que, não sendo exuberante como tantas outras, proporciona àquele que a visita um contato fantástico com sua poderosa energia...

Pois bem, agora foi informado sobre a assinatura de uma Carta Compromisso a ser firmada por todos os candidatos. Quem dera mais cidades brasileiras tivessem essa iniciativa cidadã e começassem a dar seus primeiros passos ao desenvolvimento...

Lembrando que desenvolvimento não é sinônimo de "progresso" como tem sido aplicado na maioria das cidades, no mundo todo.

Desenvolvimento está atrelado ao conhecimento das necessidades essenciais de cada pessoa e de sua coletividade. Não deve haver preocupação em acumulação que prive a qualidade de vida; ou mesmo nos prive dela...

Quem sabe Pardinho, com sua poderoso energia consiga fazer com que essa ideia ILUMINE todas as demais

Município de Pardinho recebe o Programa Cidades Sustentáveis | Rede Nossa São Paulo:

quinta-feira, 7 de junho de 2012

A importância da auditoria

Depois da frase de Stephen Kanitz afirmando que “o Brasil não é um país corrupto. É apenas um país pouco auditado” em seu artigo sobre questão da Origem da Corrupção, com a qual concordo plenamente, passei a dar maior atenção às noticias sobre a atuação do Tribunal de Contas.
Dentre várias que pude observar, chamou a atenção a questão da duplicação dos custos com indenizações relativas às desapropriações de áreas que estavam (ou estão) ao longo do trecho de “600 quilômetros de calhas de cimento” exigidos pela obra.
Claros são os indícios de irregularidades na forma de avaliação das áreas a serem desapropriadas. Segundo os auditores “essa supervalorização é reflexo de defeitos encontrados na metodologia usada para o calculo dos valores de indenização”.
Há alguns anos muitas pessoas, dentre as quais alguns amigos, protestaram sobre a decisão do Governo Federal em promover a transposição do Rio São Francisco.
Mais do que a questão ambiental, que seria apenas agredida sem levar qualquer benefício aos mais carentes, havia a clara percepção de que haveria – até pelos estratosféricos números que eram projetados – elevados interesses de muitas pessoas, sem qualquer compromisso ético.
Pena que a decisão adotada para suspender esse "aparente butim” foi de suspender todos os pagamentos, se ainda houver pagamentos pendentes…
É de se supor que se houver pagamentos pendentes estes não devem ser daqueles que engordaram os valores das indenizações. Se ficou por pagar é, muito provavelmente, daqueles que tiveram suas terras tomadas e acabam ficando sem o dinheiro de sua pequena indenização.
Se na época em que se começou a falar da obra, e antes da aprovação pelo governo, os preços subiram até serem estimados em R$ 5 bilhões, hoje com os desmandos e a falta de gestão fala-se, no Ministério da Integração, em R$ 8,2 bilhões.
É muito dinheiro…
São poucos os auditores…
Pífios os resultados para os homens que vivem nas regiões áridas…
Grandes recursos para aqueles que usam desse dinheiro para suas campanhas pleiteando cargos políticos, em todas as instâncias…
Realmente são poucos auditores… Muito poucos…

domingo, 20 de maio de 2012

A falta de inteligência na área da agricultura (também…)

Há discussões que se transformam em verdadeira “Paixão Nacional”.
É assim que vejo, já há algum tempo, a questão da soja transgênica adotada por grande parte dos produtores brasileiros.
Sempre que fazia meus comentários, criticando essa “inovação” tecnológica recebia, como resposta, que usando esse tipo de semente o custo de produção iria cair – no custo direto do plantio e manutenção – e os ganhos iriam aumentar, por conta da maior produtividade prometida pelos técnicos que trabalhavam para a multinacional.
Com relação aos possíveis riscos de saúde – causados por um produto (soja) resistente ao herbicida, cujos efeitos aos que dele se alimentam podem ser inúmeros – a resposta era que já haviam muitas sementes transgênicas “e não seria esta que faria qualquer mal às pessoas…”
Vários jornais trazem, neste final de semana, uma opinião do Sr. César Borges de Souza,  presidente da Associação Brasileira de Produtores de Grãos Não Geneticamente Modificados, na matéria: “Mitos Transgênicos”, trazendo informações sobre os diferenciais entre os custos de produção com as sementes transgênicas e as da chamada “soja livre”.
Os produtores não terem percebido essa elevação no custo ao longo de alguns anos de uso é bastante estranho. Afinal, os produtores são reconhecidamente pessoas bastante cuidadosas na hora de fazer suas mudanças.
O que mais é estranho que – na época E MESMO HOJE – NENHUM ÓRGÃO GOVERNAMENTAL fez qualquer avaliação mais criteriosa sobre esse tema. Somente um Governador levantou-se contra a “novidade” que estava sendo imposta…Foi vencido pelas inevitáveis (e estranhas) circunstâncias que envolvem casos dessa natureza.
Infelizmente a agricultura brasileira carece de uma política inteligente, que pudesse orientar com maior cuidado os produtores, inclusive fazendo as sugestões para o equilíbrio das safras, sem causar desvalorização dos preços de venda do produto.
Os governos que têm passado, em todas as esferas: federal, estadual e municipal, são em sua grande maioria: omissos, incompetentes ou simplesmente desonestos…
Que pena!
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E tudo isso sem falar dos seguintes problemas causados por esse tipo de cultura de plantio de soja em grande extensão, para “ajudar o país na exportação”, causando:
a) desertificação das áreas, pela massiva quantidade de adubos químicos colocados no solo durante muitos e muitos anos seguidos (basta observar o estado do Rio Grande do Sul, que vem  transformando grande parte de suas áreas em plantio em grandes desertos);
b) a enorme quantidade de água necessária para a produção do soja, que é exportado. Normalmente os grandes importadores estão na Europa, onde o grave estresse hídrico já é uma realidade;
c) promovendo o desenfreado desmatamento, tanto nas áreas do cerrado como das florestas da Amazônia. Infelizmente. no Sul e no Sudeste já não dá mais para falar, sequer, em preservação ambiental…
d) aumentando a quantidade de trabalhadores rurais sem terras para trabalhar, ou onde morar. A tecnificação da agricultura exige que o trabalhador rural esteja, cada vez mais, melhor capacitado para poder trabalhar. E a quantidade de postos de trabalho vem diminuindo cada dia mais;
e) na gravíssima situação criada, graças a um erro tributário, que faz com que o Brasil tenha se transformado num dos “maiores exportadores de emprego” do mundo.

terça-feira, 10 de abril de 2012

1 em cada 4 cidades paulistas joga lixo em lugar inadequado


Pelo título da manchete considerei que a notícia é muito boa! Afinal, apenas 25% dos municípios de São Paulo ainda não destinam de forma adequada o lixo gerado em sua cidade...

Pena que, quando vamos avançando nas informações que revelam a forma pela qual o índice definidor dos critérios de classificação são estabelecidos, percebemos que a situação não é tão "positiva" assim...

Infelizmente o lixo nos municípios é gerado por fatores básicos. O principal deles é a ignorância da grande maioria de seus cidadãos. Repare que, quando digo ignorantes não estou me referindo a analfabetos. Grande parte dos ignorantes são até doutores...

Outro fator é o descaso das pessoas que são escolhidas (pelo voto) com o sistema ambiental. Talvez por terem um período limitado de poder entendam que "o tempo é pequeno demais para fazer as coisas certas e necessárias". Ficam, apenas, cuidando do que lhes dá voto e prestígio... Lixo não é uma coisa importante para a maioria de seus eleitores (infelizmente).

Quando vemos regiões como a serra fluminense, onde mora boa parte de pessoas influentes daquele estado, sofrer seguidos cataclismos por responsabilidade direta dos administradores municipais, estaduais e até federais, que foram omissos e oportunistas sem se importarem com as vidas que colocaram em risco, ficamos nos perguntando: "Até quando? até quando a população permanecerá como gado miúdo a caminho de seu destino? Destino que as leva, inexoravelmente, ao abate?"

Vale lembrar também que há o fator da "Comunicação" dos órgãos de imprensa que, por serem "monitorados" politicamente acabam dando as notícias de forma distorcida e extremamente excassa para ser alcançada pela maioria dos cidadãos...

É uma pena! Veja a matéria do Estadão no link abaixo:

1 em cada 4 cidades paulistas joga lixo em lugar inadequado

quinta-feira, 5 de abril de 2012

O papa, o crocodilo e o regime


É impressionante a constatação da realidade quando paramos para ver o que nos cerca...

Parece que os inúmeros terremotos que têm ocorrido em quase todos os lugares no mundo estão, também, fazendo com que tudo fique fora de seus lugares... Ou, ao menos, daqueles lugares que acreditávamos por tanto tempo ser o normal...

Em Cuba, assim como por aqui no Brasil, os governantes "perderam a mão". Ninguém pode mais dizer o que são (faço algum esforço para acreditar que algum dia tenham sido algo definível, ainda que só me lembre dos discursos de destruição, de combate e de outras violências mais. Claro que falo dos políticos que se dizem "sobreviventes da ditadura militar" e não dos milhões que passaram por todas as dificuldades para superar dificuldades e reconduzirem o país aos trilhos, depois dos difíceis anos que tivemos).

Vamos torcer para que haja uma crise de consciência e todos voltem aos seus "estados naturais". Esses políticos, que se deram bem, especialmente com a violência que muitos sofreram, deveriam, também, voltar às suas origens, assim como tal do crocodilo cubano.

Tá mais do que na hora da tartaruga sair de cima do poste...

Vejam o artigo abaixo para entenderem um pouco mais sobre os efeitos "tsunâmicos" pelos quais estamos passando.

O papa, o crocodilo e o regime | Instituto Millenium:

terça-feira, 3 de abril de 2012

O Brasil e suas salvaguardas para "competitividade dos produtos nacionais"

Brasil adotará salvaguardas para competitividade dos produtos nacionais:

Segundo Dilma, fundamental a defesa de um mercado mais equilibrado e justo.

Mais uma vez lemos o discurso da "Presidenta" tratando de um assunto vital para a economia e desenvolvimento do Brasil.

Quando o Brasil "quebrou" no início dos anos 80 foi realizado um gigantesco esforço para que o país passasse a produzir mais, a exportar mais produtos com valor agregado; deixando de depender tanto dos recursos do exterior para garantir a importação, especialmente de energia, da qual éramos extremamente dependentes.

Pois bem! Deixamos de ser, aparentemente, dependentes de petróleo nas quantidades que já fomos anteriormente, mesmo com o grande crescimento que tivemos...

Em 1988 foi promulgada a chamada "Constituição Cidadã", com profundas mudanças, especialmente nos aspectos de centralização de arrecadação pela União e distribuição de responsabilidades aos Estados e Municípios. Num simples olhar é possível ver a estúpida decisão tomada naquela oportunidade, que fomentou, além do empobrecimento das cidades e dos municípios produtores e geradores de riqueza, a corrupção pelo tráfego de influências e "emendas orçamentárias". Esta atividade, aliás, vem crescendo a cada ano e com agentes cada vez mais categorizados dentro do escalão do Governo!

Foi com as mudanças na forma de tributar que nos transformamos num grande país Exportador de Empregos... Isso mesmo! Nos transformamos em exportadores de emprego para países da Europa (especialmente para Alemanha), promovendo um empobrecimento cada vez maior dos Estados e dos postos de trabalho aos cidadãos...

Passamos a criar os "Sem alguma coisa", que receberam, em compensação uma série de "bolsas benefício" que enriquecem alguns poucos...

Salvaguardas? Sim! Precisamos de salvaguardas que nos livrem de tantas decisões erradas, tomadas (espero, sinceramente, que não) em benefício e gozo próprios.

Qualquer tributarista, ou mesmo um estudante aplicado da área contábil e tributária, pode delinear um modelo muito mais simples para todos, sem necessidade de reduzir (muito) a receita tributária dos entes federados e da União. Apenas adequando-a a real necessidade do tamanho do Estado que precisamos ter.Nada além disso...

Que venham as Salvaguardas...

Tumor é destruído em meia hora com campos magnéticos

Tumor é destruído em meia hora com campos magnéticos:

Sem dúvida uma boa notícia! Melhor dizendo: ótima notícia para a humanidade...

Tomara que esses cientistas não sucumbam à tentação de abandonarem essa pesquisa. Tenho uma certeza inexplicável de que eles estão no caminho certo.

É importante que as pessoas em geral comecem a acompanhar os passos desses pesquisadores e os sucessos que forem sendo alcançados. Bem como, comecem a identificar os "inimigos naturais" desse tipo de procedimento...

Afinal, no final do Século XIX (isso mesmo, há mais de 100 anos), outro cientista já estava trilhando esse caminho quando, de repente, tudo ficou esquecido e foi abandonado.

A chamada "ciência" baseada na química era muito mais rendosa aos interesses de certa classe...

Acompanhem... (e se tiverem curiosidade descubram qual o cientista que esteve com a chave dessa solução há mais de cem anos...)