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sábado, 1 de agosto de 2015

Vencendo a Crise!

Temos acompanhado as notícias divulgadas pela mídia nos últimos meses; desde a época da frustração com a Copa de Futebol sediada no Brasil, que nos indicam a severidade do momento que teremos de atravessar.
Na minha opinião trata-se de uma crise política de natureza política e, claro, de gestão que compromete a governabilidade e as decisões mais cuidadosas com o interesse do País. De forma sistemática as decisões do Governo têm sido devastadoras à economia e à segurança empreendedora.
Temos algumas realidades que não podem deixar de ser reconhecidas, especialmente no campo do empreendedorismo, que se perpetuam no âmbito empresarial, de uma maneira expressiva.
Há muito pouco interesse, ainda e aparentemente, em fazer com que empreendedores e empresários entendam que houve uma grande mudança nas “regras do jogo” nesses últimos 15 ou 20 anos. É como se – num jogo eletrônico – em que estávamos habituados a “vencer as batalhas virtuais” chegássemos numa nova fase, onde os cenários parecem os mesmos. Só que as regras são totalmente diferentes.
Essa condição ficou ressaltada a partir de 2008, quando o País obteve, por conta da aprovação da Lei 11.638/2007, que mudou as normas brasileiras de contabilidade, o título de “Investment Grade“.
Sim! Foi graças a publicação dessa Lei que houve um crescimento na confiança das informações financeiras a serem apresentadas pelas empresas e não por outra razão política ou de forma de governo!
Exige-se, portanto, que as empresas de um modo geral, independentemente à forma pela qual estejam constituídas, passem a elaborar e apresentar suas demonstrações contábeis com base nas normas brasileiras de contabilidade; que foram harmonizadas com as do IFRS (International Financial Reporting Standards).
Para que haja segurança quanto a adoção continuada dessas normas é essencial que a Empresa adote procedimentos e processos que melhorem seu ambiente de controle interno. Deve-se, portanto, incorporar, no espírito empresarial e no de cada sócio, administrador e colaborador
As Boas Práticas de Gestão
Elas são o meio mais prático para que a Empresa mantenha com menor índice de risco seu desenvolvimento e sua continuidade operacional.
As Boas Práticas Gestoriais substituem, principalmente nas pequenas e médias empresas, o papel que deve ser feito, em qualquer organização, pública ou provada, pela
Governança Corporativa
Esse novo, que parece pomposo demais para as PMEs, é perfeitamente substituído pela adoção de Boas Práticas Gestoriais.
Por isso desenvolvemos vários estudos para que sua empresa possa incorporar as boas práticas e ter todas as vantagens de uma governança corporativa, com menor custo e igual eficiência.
Acreditamos, com base em nossa experiência de mais de 40 anos, que essa “ferramenta” possibilitará aos empresários e empreendedores, vencer a crise instalada no país. Todos já passamos por outras crises… E vencemos! Está requer que haja um reposicionamento de nossas atitudes, bem como a implementaçao de normas e práticas condizentes à nova realidade.
Para iniciar o conhecimento sobre esse tema preparamos um E-book “Governança Corporativa para PMEs
Consideramos ser esse um tema urgente e atual no ambiente empresarial brasileiro. Nosso objetivo com esse E-book é levantar a discussão da ética nas empresas, em suas diferentes instâncias e equipes, inclusive oferecendo subsídios para os departamentos de recursos humanos levantarem grupos de discussão interna sobre esse tema!
Agradecemos por seus comentários.
Obs.: (caso haja problema com o link acima clique aqui: http://migre.me/qZLt6 ou encaminhe seu e-mail para contato@siqueiraeassociados.net.br )

segunda-feira, 16 de julho de 2012

De acordo com a Presidente Dilma: 'País vive uma realidade nunca antes vista'

Até parece que estou ouvindo a música...

"O barquinho vai... a tardinha cai..."

Estamos vivendo num mar de tranquilidade. Há somente marolas para nos embalar suavemente.

Enquanto isso vamos tomando conhecimento do que está ocorrendo na Europa, e nos questionamos: "Como será que ficamos tão espertos de uma hora para outra..."

É isso mesmo. Parece que estamos mais espertos e melhores preparados do que qualquer outro país neste vasto mundo de traquinagens financeiras...

Só que há algumas questões que parecem que não se encaixam bem em todo esse processo. São elas:

  • a redução da taxa de juros, imperceptível para a maioria dos devedores de carão de crédito ou cheque especial, afastou os investidores internacionais, que retiraram, rapidamente, os seus recursos em dólar aplicados no mercado especulativo
  • a redução de impostos de determinados bens de consumo não parece ser suficiente para aquecer a economia, que vem definhando em cada dia que passa. Não acredita? Passe nas lojas e veja quantos vendedores e quantos clientes há em cada uma
  • está ocorrendo, até por conta da elevação do dólar em relação ao real, uma forte pressão nos custos causando a redução das margens de lucratividade e o aumento dos preços
  • estamos num ano de eleições. É natural que haja maiores gastos, especialmente públicos, sem efetiva melhoria sustentável da economia
  • a inflação já começou a apresentar seus sinais...
Enquanto isso, até pelas declarações e notícias divulgadas na imprensa, nada muda o rumo do barquino intrépido nessas águas que nem sempre são calmas...

Acredito que a maioria das pessoas deva acreditar que, realmente, temos a oportunidade de nos fortalecermos passando por mais esse momento de crise. Basta estarmos, de fato, preparados. Bem preparados...

Por isso, algumas medidas parecem ser essenciais, tais como:
  • reavaliação da política tributária nacional. Totalmente descabida em relação aos serviços (e investimentos) que são realizados em contrapartida
  • necessidade de realização de uma política de reforma fiscal de verdade. Em todos os níveis de governo. Claro que a União é quem deve dar o maior exemplo, eliminando suas áreas de desperdício de recursos sem qualquer efetividade (dá 'prá' eliminar quase 50% dos ministérios, bem como os tais cargos de confiança)
  • desenvolver um projeto de formação e educação para a população. É imprescindível que todas as pessoas melhorem seu nível de conhecimento. Que passem a entender, ao menos, o que leem
  • e que possam, também, aprender a escrever de forma a que outras pessoas entendam
  • que se ensine - ao menos - noções de Aritmética, Português, História e Geografia. E que esse ensinamento seja de qualidade (para isso será necessário preparar professores, capacitando-os para essa missão de fornecedores de conhecimento e motivação aos aprendizes)
  • que sejam suspensas as brincadeiras de aprendiz de feiticeiro, que estão sendo feitas pelo Governo; especialmente no Ministério da Fazenda. Afinal economia é algo muito sério e necessita, além de profundo conhecimento, um elevado grau de respeito
  • que se crie um projeto de desenvolvimento nacional, baseado na ocupação de mão-de-obra capacitada, especialmente nos moldes estabelecidos para a formação e educação da população
  • etc. Aliás, um monte de etc...

Querendo conhecer a matéria que motivou este post basta clicar aqui: Dilma imita Lula: 'País vive uma realidade nunca antes vista'

terça-feira, 3 de abril de 2012

O Brasil e suas salvaguardas para "competitividade dos produtos nacionais"

Brasil adotará salvaguardas para competitividade dos produtos nacionais:

Segundo Dilma, fundamental a defesa de um mercado mais equilibrado e justo.

Mais uma vez lemos o discurso da "Presidenta" tratando de um assunto vital para a economia e desenvolvimento do Brasil.

Quando o Brasil "quebrou" no início dos anos 80 foi realizado um gigantesco esforço para que o país passasse a produzir mais, a exportar mais produtos com valor agregado; deixando de depender tanto dos recursos do exterior para garantir a importação, especialmente de energia, da qual éramos extremamente dependentes.

Pois bem! Deixamos de ser, aparentemente, dependentes de petróleo nas quantidades que já fomos anteriormente, mesmo com o grande crescimento que tivemos...

Em 1988 foi promulgada a chamada "Constituição Cidadã", com profundas mudanças, especialmente nos aspectos de centralização de arrecadação pela União e distribuição de responsabilidades aos Estados e Municípios. Num simples olhar é possível ver a estúpida decisão tomada naquela oportunidade, que fomentou, além do empobrecimento das cidades e dos municípios produtores e geradores de riqueza, a corrupção pelo tráfego de influências e "emendas orçamentárias". Esta atividade, aliás, vem crescendo a cada ano e com agentes cada vez mais categorizados dentro do escalão do Governo!

Foi com as mudanças na forma de tributar que nos transformamos num grande país Exportador de Empregos... Isso mesmo! Nos transformamos em exportadores de emprego para países da Europa (especialmente para Alemanha), promovendo um empobrecimento cada vez maior dos Estados e dos postos de trabalho aos cidadãos...

Passamos a criar os "Sem alguma coisa", que receberam, em compensação uma série de "bolsas benefício" que enriquecem alguns poucos...

Salvaguardas? Sim! Precisamos de salvaguardas que nos livrem de tantas decisões erradas, tomadas (espero, sinceramente, que não) em benefício e gozo próprios.

Qualquer tributarista, ou mesmo um estudante aplicado da área contábil e tributária, pode delinear um modelo muito mais simples para todos, sem necessidade de reduzir (muito) a receita tributária dos entes federados e da União. Apenas adequando-a a real necessidade do tamanho do Estado que precisamos ter.Nada além disso...

Que venham as Salvaguardas...

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Campanha para o bem do Brasil!

O assunto é recorrente…
Já foi postado por mim várias vezes o mesmo tema. Isso sem falar numa dezena de outros blogs, jornais e artigos de especialistas, tratando do mesmo assunto.
Por isso vou colocar apenas algumas chamadas (com os respectivos links, claro) para que possamos disseminar esse conhecimento que anda – por incrível que pareça – oculto de todos.
Vemos os governadores, senadores e deputados brigarem, chorarem, ou falarem muitas bobagens… Isso mesmo, discutem uma grande bobagem chamada pré-sal e os seus respectivos royalties…
O que se está alertando é para uma grande riqueza, provavelmente muito mais importante e muito maior do que a possível com o pré-sal, chamada de NIÓBIO.
Confira alguns dos artigos abaixo:
Além desse, também vale a pena dar uma olhada na denúncia sobre o que anda acontecendo com as fronteiras brasileiras do Norte e os acordos ocultos feitos pelos governantes e/ou líderes de alguns países. Confira em: Roraima e a Serra da Lua: A união indissolúvel do Brasil e as homologações das reservas
Se você ficar interessado há muito mais informações sobre essa riqueza e o destino que tem sido dado a esse minério, inclusive o preço vil com que tem sido praticado a maioria dos negócios realizados.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

“FREEDOM IS NOT FREE”

Trata-se de denúncia feita por suposto cidadão norte-americano que se intitula como ex-assassino econômico.

Perturbador e com claras denúncias às políticas e governantes dos chamados países emergentes.

Vale pena conhecer este lado das formas de conquista que são realizadas pelos EUA, especialmente.

É provável que a falta de credibilidade do dólar tenha sido exatamente a ganância na aplicação deste mesmo modelo, nos últimos 70 anos, pelo menos.

Tudo se esgota; até a falsa “liberdade” com alto e injusto preço…

domingo, 7 de agosto de 2011

Existe tanto dinheiro?

Entenda a magnitude da dívida pública norte-americana

Dívida norte-americana: muito se fala, pouco se entende. Vai abaixo um infográfico para tentar ajudar a entender e visualizar o tamanho da encrenca. Não tenha dúvida, meu caro amigo, minha cara amiga: não é porque vivemos no país do PAC, do bolsa família, da prosperidade Antonio Palocciana… Se os EUA dançam, o mundo inteiro vai atrás deles até o fundo do buraco. Nunca antes na história desse planeta valeu tanto aquela expressão… No mundo globalizado com economia on-line, estamos todos no mesmo barco.

Agora, vamos enxergar o tamanho do buraco dos nossos irmãos do norte através de um infográfico criado pelo WFTnoway com dados do US Debt Clock, o reloginho que marca em tempo real o tamanho da dívida do estado norte-americano.

100 dólares: nota de dinheiro mais conhecida do mundo.

100 Dolares

10 mil dólares: grana suficiente para torrar numas férias caprichadas ou num carro usado. É o valor médio equivalente a um ano de trabalho de um cidadão no planeta Terra.

10 mil dolares

1 milhão de dólares: prêmio de reality show brasileiro. É o valor equivalente a cerca de 92 anos de trabalho de um humano médio no planeta Terra.

1 milhao de dolares

100 milhões de dólares: opa, já dá para arrumar a vida de qualquer bom gastador. Ladrão que botar a mão numa bolada dessa já vai precisar de uma empilhadeira para levar o tutu para casa.

100 milhoes dolares

1 bilhão de dólares: agora a coisa ficou séria. Brincadeira de cachorro grande, o clube do bilhão é só para pesos pesados. Repare: vemos aí uma pilha dupla, em unidades encaixadas de 100 milhões de dólares.

1 bilhao dolares

1 trilhão de dólares: Se você gastasse 1 milhão de dólares desde o dia 1 do ano que Jesus nasceu, não teria gasto até hoje a soma de 1 trilhão de dólares, mas apenas cerca de 700 bilhões.

Quando o governo dos EUA reconhece um déficit de U$ 1,7 trilhão, isto representa apenas o valor que ele tomou emprestado em 2010 para manter a máquina do estado em movimento.

1 trilhao de dolares

Para facilitar sua visualização do tamanho da encrenca: o trilhão de dólares comparado a um jato ou um campo de futebol.

1 trilhao de dolares 2

15 trilhões de dólares: Se o governo americano não resolver o déficit, a dívida alcançará 15 trilhões de dólares até o natal de 2011. Estoura o teto máximo permitido por lei, hoje fixado em U$ 14,3 trilhões. Um volume capaz de assustar a Estátua da Liberdade.

15 trilhoes de dolares

114,5 trilhões de dólares: é o endividamento dos EUA sem lastro, que fica a descoberto, sem garantias. Representa o valor necessário para o país financiar previdência social, serviços médicos e remédios, fundo de desemprego, despesas militares e pensões para os civis… Enquanto isso, eles continuam acelerando nos gastos. Só a guerrinha no Afeganistão custa a bagatela de U$ 2 bilhõezinhos por semana!

114 bilhoes dolares

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

o PanAmericano joga a contabilidade (e a vergonha) no buraco negro da conveniente impunidade

depressao2502 Há uma série de notícias correlacionadas neste caso tenebroso. Afinal de contas até onde pode chegar o ‘descaramento’ das nossas ‘autoridades’ responsáveis pelas áreas financeira e tributária; para não falarmos meramente em ética e zelo com o dinheiro público.

QUE É NOSSO DINHEIRO!

A FENACON apresenta vários desses textos iniciando pelo sugestivo título: “PanAmericano apaga passado”.

Sob esse título desfilam os seguintes:

a) Atual administração decide divulgar apenas números referente a dezembro, sem explicar em detalhes os ajustes nas contas

Fico imaginando a reação dos administradores e sócios do PanAmericano: “Explicar por quê? Ninguém tem que saber o que fizemos e como fizemos...”

Esse tipo de atitude somente me deixa cada vez mais preocupado, pelas seguintes razões:

· Há dinheiro publico nesse Banco; ou seja: o seu dinheiro, o meu dinheiro, o nosso dinheiro...

· Quem foi beneficiado com essa grana? Afinal uma importância dessa magnitude deve ter favorecido alguém muito importante. Isso fica evidente pelo fato de não quererem divulgar o que aconteceu de fato. Aumenta o campo das suposições...

· Posso supor que grande parte desse dinheiro foi destinado à campanha de algum político, já que 2010 foi um ano eleitoral?

· Supondo que isso seja possível qual o político que foi beneficiado?

· Ainda nessa suposição avanço imaginando que não deve ter sido dirigida à campanha de quem perdeu, claro. Afinal quem perdeu não teria mais poder para impedir que a verdade fosse revelada.

· Fico preocupado, também, com a omissão do Ministério Público nesse assunto. O que é que eles andam fazendo que os ocupa tanto para perceberem que há uma grande fortuna surrupiada da população?

b) Solução dada ao balanço passou por BC e CVM

· Confesso que li duas vezes e ainda não acredito no que estou lendo. Chamam de ‘solução inédita’! vejam só a que ponto chegam os técnicos do BACEN e CVM. Que absurdo!

· As peças contábeis de 2010 e 2009 são consideradas de ficção, sem qualquer qualidade ou confiabilidade. E ainda consideram que isso é a forma correta?

· Socorro! Será que Deus – depois dessa – ainda aceita ser qualificado de Brasileiro?

c) Suporte dado por FGC e Caixa garante liquidez do PanAmericano

Nessa parte do artigo fica claro que a continuidade do banco está mantido de pé graças ao suporte da Caixa Econômica e do Banco Garantidor de Créditos. Ambas são instituições públicas. Entendam bem isso: Entidades Públicas é que entregam o dinheiro (nosso dinheiro) para salvar o PanAmericano!

E a administração não quer dar nenhuma explicação a esse ‘suposto roubo’?

Cada vez mais acho que essa grana foi usada em fundo de campanha de algum político (que ganhou a eleição, claro!)

d) Contabilidade ao gosto do freguês

As expressões adotadas pelo Niero, um velho conhecido na área de auditoria contábil, vamos vendo um desfile de adjetivos que vão sendo apresentados sobre essas, com perdão da má palavra, demonstração de *mierdas*, já que não há como chamá-la de contábil. Alguns exemplos das expressões:

· “Valor Ajustado” em vez de Valor Justo

· “Inconsistências Contábeis” em vez de “Recursos não contabilizados”, para definição do Caixa 2 do PT (na época do Delúbio)

· “Balanço Autista” para designar a fraude bilionária, que é ignorada na ‘mensagem da administração’ – melhor seria que, no espaço destinado a publicação das demonstrações de *mierdas* fosse deixado um espaço em branco, como citado por Niero

· Contabilidade customizada

· Os trechos retirados do relatório da administração apenas revelam que ‘papel aceita tudo’

Será que a suposição de que tudo foi uma armação para gerar dinheiro público para a campanha política, causando uma ‘perda’ a ser abatida do imposto de renda, apenas com a certeza da impunidade e de que ‘o brasileiro tem memória curta’? ou melhor: ‘o brasileiro não tem nenhuma memória...’

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Os mistérios do PanAmericano - Será que acabou?

G1 - 'Vendi o banco', diz Silvio Santos sobre Panamericano - notícias em Negócios

Então vendeu e PONTO FINAL! Só isso! Há várias coisas que ficaram sem ser respondidas nessa questão do PanAmericano. Não basta o Senhor Abravanel declarar, no artigo, que "Nada ganhou, nada perdeu".

Foram declarados R$ 4 BILHÕES de fraude no caso do Banco. Será que todo esse dinheiro saiu e voltou às mesmas mãos? E ninguém ganhou ou perdeu com toda essa brincadeira? Fala sério...

Será que a Caixa Econômica pode fazer essa declaração? E os sócios da Caixa Econômica? Ficaram sabendo, algum dia, o que - de fato - aconteceu?

E a contabilidade do Banco? E o diligente trabalho de sues auditores independentes? E a Ética? E a vergonha (ou falta dela)? E os R$ 4 BILHÕES???

Espero que esse caso não acabe assim. A impressão que fica é que foi uma jogada para gerar ganhos de toda natureza aos compradores, ficando o mico para os sócios dos seus gestores (no caso refiro-me aos sócios da Caixa Econômica, QUE SOMOS NÓS!)

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Rombo no PanAmericano vai a R$ 4 bi

Rombo no PanAmericano vai a R$ 4 bi e BTG faz oferta | Valor Online

Quando anunciaram o rombo de R$ 2,5 bilhões já havia comentado sobre a existência de uma 'quadrilha' agindo de forma coordenada enquanto havia 'interesses a serem preservados'.

Afinal de contas qual é o rombo do PanAmericano? Será que a contabilidade dessa entidade está tão estranha que ninguém consegue fazer as contas certas? Nem mesmo o BACEN?

Há algo muito poderoso rondando esse escândalo financeiro. Quem será que anda por trás? E que poder, hem?

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Lei Kandir - Um mal a ser reparado!


Nada contra a pessoa de
Antônio Kandirian, conhecido como Kandir, autor da Lei de desoneração que leva seu nome.
Apenas a constatação da absurda criação, na época da elaboração da constituição de 1988, de 'formas inadequadas' para trata de assuntos tributários. Essa tal Lei Kandir tem de ser revogada urgentemente.
Foi na Constituinte que ocorreu a maior 'Guerra Fiscal', onde deputados de alguns estados (evidentemente os deputados melhores preparados) usaram de sua força argumentativa para ganhar benefícios aos seus estados, em grave prejuízo aos demais estados, especialmente àqueles produtores e exportadores.
Esse dano deve ser reparado com urgência. Sob pena de começarmos a questionar a validade do pacto federativo que está tratando de forma diferenciada e perniciosa os entes federados.
Minha sugestão é simples (embora seja extremamente polêmica):
a) Substituir o procedimento de ‘Royalties’ pela incidência do ICMS na produção de energia (sob qualquer forma). Toda energia produzida seria, assim, tributada pela alíquota de transferência interestadual usual, nas vendas realizadas pelo estado produtor aos demais estados;
b) Eliminar a condição de desoneração na exportação do soja a granel – ou qualquer outra comoditie.
Com certeza os estados produtores passariam a receber o justo retorno pelo dano ambiental que a exploração de qualquer bem, em larga escala, produz; permitindo que os Executivos estaduais destinassem recursos mais condizentes à recuperação e manutenção das áreas de exploração. Atualmente os valores recebidos como royalties são gastos sem a devida clareza. Há orçamentos de entes públicos em que essa receita, por exemplo, é desconsiderada para efeito de destinação de verbas.
Tá mais do que na hora de ACENDERMOS AS LUZES livrando-nos da escuridão e da ignorância.
É recomendável a leitura e a reflexão no texto elaborado pelo Dr. Helenilson Cunha Pontes.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

As inconsistências contábeis do PanAmericano

Chimpanze pensando Normalmente encontro muitas explicações – que poderiam ser chamadas de “acusações gratuitas” – que causam grande confusão aos leitores, afastando-os da busca pela Verdade ou, o que é igualmente danoso: ao ser revelada a Verdade a notícia já não desperta o mesmo interesse.

Fica, somente, as acusações iniciais, de responsabilidade duvidosa, divulgadas pelos jornais e revistas. Cristalizam, como no presente caso, perguntas inadequadas, como:

  • Qual o papel da Contabilidade?
  • Que segurança há no parecer dos auditores independentes?
  • Afinal, para que serve a auditoria?

Assim como ficam perdidas no tempo as razões para fatos ocorridos no início da década, nas empresas norte-americanas, temos de ter consciência a importância de buscar-se as razões para o que aconteceu com o PanAmericano. É uma questão de espera responsável, sem acusações precoces e infundadas.

Muito interessante, por isso, a forma abordada pelo Sr. Paulo Caetano no artigo sobre as tais “inconsistências”, abaixo reproduzida.

É preciso responsabilidade para que os caminhos fiquem mais seguros para todos. E é com serenidade que devemos aguardar todos os esclarecimentos sobre esse caso.

 

As inconsistências contábeis do PanAmericano

22/11/2010 - Paulo César Caetano de Souza (1)

Foram atribuídas a “fraudes contábeis” as quebras de megaempresas, entre elas a Ahold, Enron, WorldCom, Vivendi, Stanley Steel e Parmalat, fatos que ainda hoje dão o que falar, na época surpreendendo e abalando acionistas, consumidores e todo mundo.

Arranhada também saiu a contabilidade, citada nesses casos como a caixa de Pandora, fonte de irregularidades, peças falhas ou falsas, apresentação de informações inverídicas, maquiagem de balanços, acusações não inteiramente descabidas - tanto que um contador chegou a se suicidar -, mas injustas na dose da responsabilização. Será que os altos dirigentes das empresas não sabiam de nada?

“Inconsistências contábeis” é a expressão que tem sido utilizada para tentar justificar a crítica situação do banco PanAmericano, que, para não fechar as portas, amargando um calote gigantesco, obteve um socorro de R$ 2,5 bilhões garantido por patrimônio do grupo controlador Sílvio Santos.

Na defesa da ciência contábil e no interesse da sociedade, o Conselho Federal de Contabilidade (CFC) decidiu investigar o que aconteceu de fato; verificar se as normas de contabilidade vinham sendo obedecidas e esclarecer que inconsistências são essas. O novo momento vivido pela contabilidade no país é de absoluta segurança técnica, científica, ética e transparência, marcado pelo Sistema Público de Escrituração Digital e pela convergência das normas contábeis brasileiras às internacionais. Em caso de fraude ou omissão de profissionais que trabalham na contabilidade do banco ou de auditorias contratadas, restará a punição na forma da lei.

Empresa nenhuma desmorona de uma hora para outra, causando espanto que a Caixa Econômica Federal tenha recentemente manifestado interesse e efetivamente fechado negócio com o Panamericano, comprando 35,54% das suas ações, um negócio analisado, aprovado e avalizado pelo Banco Central.

Bem sabemos que a injeção para tentar salvar o moribundo vem das próprias instituições financeiras que bancam o Fundo Garantidor de Créditos do Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional (Proer). Mas seja como for, os presidentes do Banco Central, Henrique Meirelles, e da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda Ramos Coelho, devem explicações à população brasileira e principalmente aos crédulos investidores e clientes do PanAmericano.

Nosso particular interesse de tirar a limpo essa questão é para devolver à contabilidade a consistência que ela conquistou como ciência que cria valor e sustenta o crescimento econômico e social, por coincidência, um dos temas do Congresso Mundial de Contadores que acaba de ser realizado em Kuala Lumpur, na Malásia. Mudanças contábeis estão ocorrendo em todo o mundo, e elas vêm para garantir veracidade e confiabilidade ao mundo dos negócios.

(1) Paulo César Caetano de Souza; Contador; Empresário da Contabilidade; Presidente do CRCPR.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Divida Interna e Divida Externa - Análise Didática....

Waldir Serafim Economista

 Waldir Serafim é economista em Mato Grosso

Recebi a mensagem com o texto desse economista abordando sobre a questão das dívidas do Brasil, tanto a Interna como a Externa. Como achei a análise bem didática estou reproduzindo o texto na íntegra.

Sempre é importante ouvir comentários. Estou aguardando o seu…

SAIBA TUDO QUE LULA FEZ DE 2002 A 2010

Você ouve falar em DÍVIDA EXTERNA e DÍVIDA INTERNA em jornais e TV
e não entende direito vamos explicar a seguir:
DÍVIDA EXTERNA
= é como uma dívida que você deve para bancos e outras pessoas...


DÍVIDA INTERNA
= é como uma dívida que você deve para sua mãe, pai ou parente...
Quando LULA assumiu o Brasil, em 2002, os montantes eram:
* dívida externa 212 Bilhões
* dívida interna 640 Bilhões
* Total de dívidas: 852 Bilhões

Em 2007 Lula disse que tinha pago a dívida externa. E é verdade.

Só que ele não explicou que, para pagar a externa, ele aumentou a interna:
Em 2007, no governo Lula:
* Dívida Externa = 0 
* Dívida Interna = 1 Trilhão e 400 Bilhões
* Total de dívidas =  1 Trilhão e 400 Bilhões

Ou seja, a dívida externa foi paga, mas a dívida interna mais do que dobrou.

Agora, em 2010, você pode perceber que não se vê mais na TV e em jornais algo dito que seja convincente sobre a Dívida Externa quitada.


Sabe por quê?

Porque ela voltou.
Em 2010:
* Dívida Externa= 240 Bilhões
* Dívida Interna = 1 Trilhão e 650 Bilhões
* Total de dívidas = 1 Trilhão e 890 Bilhões

Ou seja, a dívida do Brasil aumentou em 1 Trilhão no governo LULA.

Daí é que vem o dinheiro que o Lula está gastando no PAC, bolsa família, bolsa educação, bolsa faculdade, bolsa cultura, bolsa para presos, dentre outras bolsas...

Não é com dinheiro de crescimento; é com dinheiro de ENDIVIDAMENTO.

Compreenderam?

Ou ainda acham que Lula é mágico? Ou que FHC deixou um caminhão de dólares pro Lula gastar?

Quer mais detalhes sobre dívida interna e externa do Brasil?

Acesse:
http://www.sonoticias.com.br/opiniao/2/100677/divida-interna-perigo-a-vista

Dívida Interna: perigo à vista
Autor: Waldir Serafim


A dívida interna do Brasil, que montava R$ 892,4 bilhões quando Lula assumiu o governo em 2003, atingiu em 2009 o montante de R$ 1,40 trilhão de reais e, segundo limites definidos pelo próprio governo, poderá fechar 2010 em R$ 1,73 trilhão de reais, quase o dobro. Crescimento de 94% em oito anos de governo.
Para 2010, segundo Plano Nacional de Financiamento do Tesouro Nacional, a necessidade bruta de financiamento para a dívida interna será de R$ 359,7 bilhões (12% do PIB), sendo R$ 280,0 bilhões para amortização do principal vencível em 2010 e R$ 79,7 bilhões somente para pagamento dos juros (economistas independentes estimam que a conta de juros passará de R$ 160,0 bilhões em 2010). Ou seja, mais uma vez, o governo, além de não amortizar um centavo da dívida principal, também não vai pagar os juros. Vai ter que rolar o principal e juros. E a dívida vai aumentar.
A dívida interna tem três origens: as despesas do governo no atendimento de suas funções típicas, quais sejam, os gastos com saúde, educação, segurança, investimentos diversos em infraestrutura, etc..

Quando esses gastos são maiores que a arrecadação tributária, o que é recorrente no Brasil, cria-se um déficit operacional que, como acontece em qualquer empresa ou família, terá que ser coberto por empréstimos, os quais o governo toma junto aos bancos, já que está proibido, constitucionalmente, de emitir dinheiro para cobrir déficits fiscais, como era feito no passado.

A segunda origem são os gastos com os juros da dívida. Sendo esses muito elevados no Brasil, paga-se um montante muito alto com juros e os que não são pagos é capitalizado, aumentando ainda mais o montante da dívida.

A terceira causa decorre da política monetária e cambial do governo: para atrair capitais externos ou mesmo para vender os títulos da dívida pública, o governo paga altas taxas de juros, bem maior do que a paga no exterior, e com isso o giro da dívida também fica muito alto.
A gestão das finanças de um governo assemelha-se, em grande parte, a de uma família.

Quando se faz um empréstimo para comprar uma casa para sua moradia, desde que as prestações mensais caibam no seu orçamento familiar, é visto como uma atitude sensata. Além de usufruir do conforto e segurança de uma casa própria, o que é um sonho de toda família, depois de quitado o empréstimo restará o imóvel. 

No entanto, se uma família perdulária usa dinheiro do cheque especial para fazer uma festa, por exemplo, está, como se diz na linguagem popular, almoçando o jantar. Passado o momento de euforia, além de boas lembranças, só vão ficar dívidas, e muito pesadelo, nada mais.
No caso, o Brasil está mais assemelhado ao da família perdulária: gastamos demais, irresponsavelmente, e entramos no cheque especial. Estamos pagando caro por isso. 

Como o governo não está conseguindo pagar a dívida no seu vencimento, e nem mesmo os juros, ao recorrer aos bancos para refinanciar seus papagaios, está tendo de pagar um “spread” (diferença entre a taxa básica de juros, Selic, e os juros efetivamente pagos) cada vez mais alto (em 2008 no auge da crise, o governo chegou a pagar um “spread” de 3,5% além da Selic). E isso, além de aumentar os encargos da dívida, é um entrave para a queda dos juros, por parte do Banco Central.
O governo tornou-se refém dos bancos: precisa de dinheiro para rolar sua dívida e está sendo coagido a pagar juros cada vez mais altos (veja os lucros dos bancos registrados em seus balanços).

Em 2009, em razão das altas taxas de juros pagas, o montante da dívida cresceu 7,16% em relação ao ano anterior, mesmo o PIB não registrando qualquer crescimento.

O problema da dívida interna não é somente o seu montante, que já está escapando do controle, mas sim qual o destino que estamos dando a esses recursos.

Como no caso da família que pegou empréstimo para comprar uma casa própria, se o governo pega dinheiro emprestado para aplicar em uma obra importante: estrada, usina hidroelétrica, etc. é defensável. É perfeitamente justificável que se transfira para as gerações futuras parte do compromisso assumido para a construção de obras que trarão benefício também no futuro.
Mas não é isso que está acontecendo no Brasil.
O governo está gastando muito e mal. Tal qual a família perdulária, estamos fazendo festas não obras. Estamos deixando para nossos filhos e netos apenas dívidas, sem nenhum benefício a usufruir.

Deixo para o prezado leitor, se quiser, elencar as obras que serão deixadas por esse governo. 
Não tenho bola de cristal para adivinhar quem vai ser o próximo presidente da República: se vai ser ele ou ela, mas posso, com segurança, afirmar, que seja quem for o eleito vai ter que pisar no freio, logo no início do governo. Vai ter que arrumar a casa.


Waldir Serafim

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

"ALGO HICIMOS MAL"

Brasil - PobreParte do discurso do Presidente da Costa Rica, Sr. Oscar Arias, de abril de 2009, mantém sua atualidade ao longo dos últimos 50 anos. Se não para toda a América Latina, ao menos para o Brasil e Argentina.

É impraticável tentarmos entender como ou por qual razão, países ricos e com grande potencial natural e de recursos humanos, pode se transformar numa miséria tão grande como a que vemos, todos os dias à porta de nossas casas;

No Brasil a miséria não é encontrada apenas nas regiões mais áridas do Nordeste, como ainda apregoam muitos de nossos políticos e governantes. Ela está nas grandes cidades, nas médias cidades e, também, nas pequenas cidades, localizadas em qualquer região do Brasil. Falo especialmente daquelas que vi, mais recentemente. No Sul, no Sudeste e no Centro-Oeste.

Os pensamentos são medíocres e a miséria é permanente. Se duvidam convido-os a assistirem a miséria com PHD, ou mesmo com pós-doutorado, que existe reunida em nosso Congresso. A TV, atualmente, permite que todos tenham acesso aos debates (?) e discursos, mediados pelos presidentes da Câmara ou do Senado. É lastimável, na maioria das vezes...

O discurso do Presidente da Costa Rica, contido no arquivo intitulado: Algo hicimos mal, deve ser lido e servir para a reflexão de cada um. Na há mais tempo para esperarmos que saia algum “Salvador da Pátria”, tanto da Caverna, como da Caserna ou da Penitenciária...

É preciso temos uma melhora sensível na Educação e uma mais cuidadosa na nossa formação, especialmente a de cidadãos. Se não, a história nos legará a responsabilidade pelo caos total que iremos promover.

Abaixo os programas sociais que produzem párias! Chega dos programas “Fome Zero” e “Educação Zero”.

A Argentina, também, me causa profunda admiração o aprofundamento de sua crise social. Nem parece mais aquele rico (talvez o mais rico da América do Sul, tanto em recursos naturais como em sua cultura) país que conheci… que pena!

terça-feira, 29 de junho de 2010

Como seria bom se os Governantes e Políticos tivessem coragem...

Susaa03 É verdade!

Quantas vezes não nos perguntamos: “Será possível que o Prefeito (ou o Governador ou o Presidente) não sabia disso?

E vamos presenciando – e até nos acostumando e achando normais – atos de governantes e políticos que são criminosos.

Há algum tempo escrevi que se fosse aplicado o que prescreve os 5 primeiros artigos de nossa constituição nossos governantes, especialmente o Presidente e os Governadores, estariam presos, sem possibilidade de defesa. Tantos são os crimes que cometem; propositadamente ou por simples ignorância.

Acabo de ler o artigo de Günter Pauli demonstrando que há a necessidade de mudarmos a forma pela qual entendemos (ou interpretamos) o que seja desenvolvimento. O artigo A Economia Azul apresenta a realidade que vivemos, toda ela baseada em dados falsos.

Na abundância de informações que recebemos não atinamos para o que é, de fato, Real.

Não é possível, por exemplo, termos Desenvolvimento Econômico sem pensarmos em sustentabilidade. Só que sustentabilidade teria de ser verdadeira e não a que estamos acreditando que existe e é praticada pelas corporações e governos…

É a continuidade da vida que deve ser avaliada nas ações praticadas.

A falácia da chamada Economia Verde, baseada em uma enorme quantidade de voluntários “bonzinhos”, que desejam ver o mundo transformado naquilo que imaginam ser o Paraíso. Só que na característica visceral de serem “bonzinhos” são transformados, também, em boçais. E, o mais grave, Boçais com Poder e/ou Doutorados com PhD.

E a ignorância, por sua natureza, é contagiosa e invencível...

As soluções para a grande maioria de nossas dificuldades e crises estão à disposição de todos. Basta que aqueles que detém poder deixem de serem subservientes à “mão-invisível”; para que sejam fomentadas as diversas criações, inovações e – até mesmo – o bom senso.

É preciso mudar a Métrica pela qual o Mundo vem sendo medido. Em vez da financeirização que tal iniciarmos uma verdadeira mudança da ordem econômica (na verdadeira acepção da palavra).

sábado, 23 de janeiro de 2010

Um pouco de nossa história recente



É cada vez mais comum a sensação de que “o passar do tempo tem transcorrido de forma mais célere”...

A maioria das pessoas consegue reter fatos ocorridos na semana passada. E isso graças a uma enorme quantidade de revistas semanais que são consumidas (em alguns casos) de forma voraz. Também temos alguns programas televisivos que servem para fazer um resumo sobre as principais notícias “acontecidas” no decorrer da semana. Claro que há vários jornais com notícias e fatos (quase sempre interpretados), que reforçam ou dão mais detalhes.

Há uma parte (pequena, ainda) que lê comentários e informações por e-mails (“span”) que circulam enchendo as nossas lixeiras eletrônicas, ou mesmo pela Internet, que podem ter abrangência superior a uma semana.

Como a grande maioria das pessoas se vale dos mesmos recursos é natural que nas conversas as pessoas se sintam “totalmente inseridas no contexto”. Estão “up to date” em termos de informação julgada suficiente para “manter uma conversa minimamente inteligente” com qualquer outra pessoa.

Seus julgamentos são meras repetições das que conseguiram absorver nesse universo de informações. Acompanhando, cada um, esse ou aquele “agente noticioso”. Claro que o volume de informações disponibilizado é cada vez maior; sufocante!

Claro que não sou muito diferente dessa grande maioria. E isso é muito triste! Estamos nos acostumando com uma parcela muito pequena do que, realmente, acontece na parte do mundo em que vivemos, independentemente ao tamanho que lhe atribuirmos.

São os tempos modernos. Muita correria, muitas tarefas, necessidade de ser famoso em comunidades, redes sociais ou no twitter, conseguir o maior número de seguidores para os “posts” de seu blog, etc.


A vida está acontecendo fora do mundo real. Ela passou a ser muito intensa no meio virtual; onde solitários sentem que estão num palco de um enorme teatro (ou circo).

Atribui-se um grau de veracidade a tudo que se lê, vê ou ouve. Muitos poucos se mantêm em alerta, com seu senso crítico vívido.  Quase sempre, quando fazem comentários mais amplos e, por isso, discordam do senso comum, são chamados de “chatos” ou “do contra”.

Fiz todo esse preâmbulo para ir ao objetivo desta mensagem; alguns pontos sobre nossa história recente... Entendo que cada notícia ou fato novo com que nos deparamos é consequência de sucessivos fatos ou situações anteriores, onde tudo passa a ser decorrente. Por isso não se pode deixar de lado o contexto. É com o contexto histórico que podemos compreender melhor o outro lado das notícias...

Ainda que o terceiro milênio já tenha vencido sua primeira década, recordo de alguns fatos que aconteceram depois de 1950; e que, ao menos resumida e pontualmente, poderiam ser assim descritos:

·        A década de 1950 é marcada pelo grande desenvolvimento conquistado pelo Brasil, após os efeitos decorrentes da 2ª Guerra Mundial. A PETROBRAS e a VALE, por exemplo, é resultado do sacrifício de tantas vidas. Há um principio de desenvolvimento no Brasil, o que impõe um controle por parte dos países mais desenvolvidos e líderes mundiais (Inglaterra, EUA, França), que observam a atração da política brasileira para uma realidade destoante aos interesses daqueles países.
·         Um dos fatos marcantes foi a morte de Getúlio, em 1954, que posterga por 10 anos os planos de dominação mais “alinhada”. O período JK é marcado pela criação de Brasília, deslocando do Rio de Janeiro para o Planalto Central, a Capital do Brasil. É o início da indústria automobilística (com enormes reflexos na formação profissional e qualificação das pessoas, concentração de riquezas, e escolha do transporte por pneus, substituindo trilhos pelo país).
·         A dívida interna, gerada pelo descontrole da moeda e significativa elevação dos gastos públicos, dá início a inflação, que se tornará crônica, sem meios de amenizar as perdas dos trabalhadores que formam uma massa descontente à política econômica do governo. Estes ingredientes formam grande parte da desculpa principal para a interrupção do governo civil. Entendo que uma das razões foi o projeto de criação de uma grande hidrelétrica (Itaipu) que tinha projeto e financiamento soviético. Totalmente condenado pelos interesses de dominação das Américas, que já tinha sofrido com a perda de Cuba.

    Começo dos “sem-terra”

    ·         Para superar esse risco foi estabelecido um governo de exceção, militar com princípios rígidos e até muito bem intencionado em seu princípio. A necessidade de prolongamento do período nessa forma de governo trouxe outros reflexos, tais como: (i) mudança no sistema de ensino, que permitia um maior contingente de pessoas ingressar em faculdades e, com isso, migrarem na escalada social; (ii) mudança nas leis sobre a propriedade da terra (PIN, PROTERRA), que ocasionou a “expulsão” dos trabalhadores das fazendas para as cidades. Era o início da formação de favelas por miseráveis, que perderam sua segurança, ainda que tênue, de manter suas famílias com alguma integridade; (iii) eliminação de líderes que se mostravam discordantes com o sistema implantado. A oposição política era mantida apenas para demonstra que o país “tinha uma democracia relativa”.

    Mudanças na Educação fazem com que sejam formadas pessoas sem preparo

    ·         A década de 1970 apresenta indicadores bastante interessantes, de um modo geral.  Foi uma década de grande crescimento econômico. Graças à obtenção de muito capital externo e a manutenção de uma política social repressiva.
    ·         Mantém-se uma inflação oficial relativamente baixa, com exceção dos anos após os choques do petróleo dos países árabes (que foram “convencidos” a converter o resultado da exploração do petróleo em “petrodólares”, ajudando os EUA na continuada emissão de sua moeda). O Brasil não estava preparado para a recessão. Seu parque industrial estava sendo finalizado exatamente no momento da recessão mundial, que elevou a taxa de juros à estratosfera, reduziu as exportações de manufaturados, deixando todas as fábricas prontas e sem ter o que (ou para quem) produzir.
    ·         O Brasil quebrou. Era o início dos anos 1980!

      1980 – Uma década perdida?

      ·         As medidas adotadas – de forma simplificada – provocaram, entre outros: (i) a dispensa em massa dos técnicos e dos profissionais mais experientes, que foram substituídos por subordinados menos experientes e mais “baratos”; (ii) para abrigar o contingente de pessoas experientes e desempregadas, foi instituído o programa da “microempresa”, que permitia que essas pessoas, na forma de pessoas jurídicas, servissem de terceirizados, quando e se fossem necessários; (iii) os contratos de financiamento tinham cláusula limitante de atualização pela correção monetária (20%) independente da inflação que viesse a ser divulgada; (iv) a manutenção de inflação anual na faixa de 200% anuais, que tinham a capacidade de gerar “ganhos” monetários à maioria das empresas. Foi o início da prática de “over-night” que gerava ganhos suficientes para os empresários pagarem sua folha de pagamento, sem gerar maior impacto no desemprego ou falência das empresas; (v) baixa produtividade das indústrias e rígido controle sobre o cambio, além do fechamento do mercado internacional, especialmente para importação de tecnologia. Era o início do período chamado de “estagflação” e atraso em todos os segmentos econômicos.
      ·         Ao final do governo militar, com o compromisso de devolvê-lo à sociedade civil, além do retorno de todos os exilados, com promessa de anistia “ampla, geral e irrestrita”, foi arquitetada a criação de um novo partido que pudesse agregar a maioria dos trabalhadores, especialmente aqueles da chamada região do “ABC paulista”. Era a criação do Partido dos Trabalhadores, arquitetado por um General. Havia grande receio que o retorno de alguns líderes exilados pudesse mudar, de forma radical, o modelo que estava instalado no país.
      ·         A inflação, até o ano de 1984, seguia de forma equilibrada em patamares ao redor de 200% anuais. A magia da política econômica impedia que a retroalimentação inflacionária causasse uma espiral infinita de crescimento, onde ninguém mais conseguiria ter controle e governabilidade.

        A Nova República - 1985

        ·       A nova república inicia com sérios problemas. Além da morte do Presidente escolhido (Tancredo Neves) e da escolha de seu vice, para tentar acomodar as divergências entre militares e civis, houve a manutenção do mesmo ministério, escolhido pelo falecido presidente eleito, sem que houvesse um plano de governo, elaborado e/ou conhecido pelo vice, que ocupava seu lugar.

        ·         Esse início é marcado pela vingança, exercida especialmente por alguns dos ministros de governo. Além disso, “desmontou-se” totalmente o complexo econômico que mantinha as taxas de inflação anuais de forma “equilibrada”. Foi o início do total descontrole sobre a moeda. Começamos a ter índices oficiais de inflação elevados à estratosfera. Era o ano de 1985, que havia recebido uma grande riqueza com o resultado da produção agrícola recorde da safra 84/85. Inaproveitada!

          Início dos Planos Econômicos
          ·         1986 teve o Plano Cruzado, que provocou um congelamento dos preços de forma impositiva. De início essa estabilidade de preço provoca uma maior demanda à indústria, que vinha produzindo muito abaixo de sua capacidade instalada e que sobrevivia graças às práticas financeiras de “over-night”. Com essa política financeira, aliada à inflação, os resultados financeiros eram, normalmente, maiores que o resultado alcançado com a atividade operacional.
          ·         O aumento da demanda às indústrias e serviços em geral, gerou o caos. Ficou patente a incompetência que o quadro de pessoas, mantidos sem aprimoramento técnico e sem desenvolvimento de líderes, tinha em acompanhar a retomada da produção em maiores volumes, mesmo que bem aquém de sua capacidade instalada. A procura é o mais natural dos elementos para elevação de preços e, consequentemente, da inflação. O Plano Cruzado, até por razões políticas que não permitiram que o mesmo fosse ajustado às novas realidades, foi um grande fracasso.
          ·         Como sinal claro de que a teimosia é bem maior que a razão, em 1987 houve um novo plano econômico: o Plano Cruzado II, que, assim como os vários que lhe seguiram, resultaram em grande fracasso. Não havia mais credibilidade nem confiança. O governo adotava a truculência para tentar fazer valer suas determinações.
          ·         Em 1988 o país ficou aguardando a grande panacéia. Com a Assembléia Constituinte instalada foi elaborada a Constituição Cidadã, que conseguiu multiplicar os problemas (que causam reflexos até os dias atuais) além de provocar a ingovernabilidade, por não definir a forma de governo que o país teria. Ficamos entre o parlamentarismo e o presidencialismo, escolhendo o que há de pior em cada um deles.

            Voto direto para presidente da república

            ·         1989 é marcado pela peleja entre “Deus e o Diabo”. Era a primeira eleição direta para presidente da república. Um marco da democracia! O voto passou a ser plebiscitário, sem qualquer importância a apresentação de um modelo de governo, que viesse a ser apresentado pelos candidatos. O eleitor – considerado pela massa de votos – passou a ser um “maria vai com as outras”. Já demonstrava baixa capacidade de discernimento e de avaliação.
            ·         O governo Collor, primeiro eleito após quase trinta anos de exceção, produziu impactos fenomenais, tais como: sequestro da moeda de toda economia, abertura do mercado para importação de máquinas e tecnologia (não foi só para automóveis, substituindo as famosas “carroças”). Algumas das consequências: corrupção política, insatisfação de velhos caciques que, ainda que não tivessem coragem de serem governantes não abriam mão de sua condição de dominantes, e aumento da violência urbana. Tudo isso levou o presidente à renúncia, sendo substituído pelo seu vice.
            ·         O término do mandato pelo vice é cheio de contradições e sem objetividade. Marca-se apenas a questão da possibilidade de reeleição aos cargos executivos. Prática que passou a ser adotada pela maioria de países latino-americanos. Para o bem ou para o mal.

              O Neoliberalismo

              ·         A política neo-liberal instituída no governo FHC (acompanhando um tendência adotada em outros países) causou novas mudanças. O país passou a ser vendido sob argumentos nem sempre revelado (privatização). Institui-se o Plano Real que traz forte impacto à economia em geral. A estabilidade de preços provoca uma elevação significativa de consumo e exige gestão profissional e competente dos negócios. O aumento da renda da população é acompanhado pelo crescente número de falências. Entrega-se um grande volume de recursos aos bancos (PROER). A taxa de juros sobe e a inflação e o câmbio são mantidos por força do governo.
              ·         Essa mudança provoca, em vez de um desenvolvimento sustentável, a geração de oportunistas e a corrupção torna-se cada vez mais comum. Os efeitos da globalização, até por conta da tecnologia que proporcionava maior facilidade de comunicação instantânea, passa a interferir nas decisões e nos negócios.
              ·         O sonho acaba em 1999, com a desvalorização do real e incertezas causadas pela necessidade de ajuste da economia americana, para fazer frente às suas perdas sucessivas e término de um “governo de sonhos”. A economia real mostra sua força ao provocar a quebra da nascente “economia virtual”.
              ·         É nesse clima de incerteza e recessão que o governo Bush inicia timidamente seu governo em 2001. A promessa de que ”não haveria apagão na Califórnia naquele ano” terminou com a quebra sucessiva de várias gigantes americanas (será que a verdade virá à tona algum dia?). O retorno de sua credibilidade deu-se graças ao atentado de 11 de setembro, que vitimou milhares de pessoas e trouxe uma política xenófoba e afeita ao combate e uso de armas, que perdura até hoje, mesmo que em menor escala.
              ·         Buscando manter a economia interna os EUA alimentam uma bolha que facilita o crescimento de vários setores industriais no Brasil. Apesar das dificuldades era como se vivêssemos “anos palidamente dourados”.
              ·         Isso produziu o final das possibilidades de continuidade do governo FHC, substituído por Lula com grande esperança de mudanças sociais e estabilidade no campo (onde os chamados “sem-terra” promoviam ações reivindicando direitos, cada vez mais distorcidos).

                Fome Zero

                ·         O novo governo promove ações de impacto no meio das populações carentes. O sucesso da medida faz com que o programa não busque as alternativas necessárias para promover o desenvolvimento social sustentável dessa camada da população. Ao contrário, a quantidade de carentes começa a aumentar e há muita corrupção e desvios dos recursos do governo.
                ·         Há uma continuo aumento da carga tributária, aliado a uma política de juros elevada (demora a iniciar sua redução gradual), que dificulta a geração de emprego e riqueza distribuída. Agrava-se a situação e as ações dos “sem-terra”.
                ·         A política de auxílio do governo garante facilmente a continuidade do governo. A oposição vai ficando cada vez menos atuante e sem objetivos claros. Passa a haver uma briga partidária, com “troca-trocas” cada vez mais intensos, na busca dos “favores” do governo. Essa é uma herança da Constituição Cidadã de 1988. Sem os favores do executivo aos membros do legislativo, em troca de aprovação das Medidas Provisórias, não há governabilidade.
                ·         A gestão do governo é baseada na edição de uma enormidade de Medidas Provisórias e textos legislativos confusos e trapalhadas crescentes no Congresso. Fica cada vez mais difícil distinguir quem é quem nos partidos. É o fim da Democracia Representativa. Os candidatos eleitos, em sua maioria, passam a ter compromissos exclusivamente de ordem pessoal, sem que haja qualquer mudança do comportamento, mesmo com renúncias, expulsões e cassação de mandatos. O circo passa a ser o grande espetáculo divulgado pelas mídias, sem trabalho efetivo e objetivo por parte dos congressistas. Desde a era FHC, tornou-se comum a instalação de CPI’s ou CPMI’s; um meio para o sucesso midiático de muitos. Ainda que sem nenhum resultado prático.




                  ·         Muitos escândalos são revelados. Depois de algum tempo tudo é esquecido. Especialmente pela revelação de um novo escândalo, normalmente maior que o anterior.
                  ·         Os empregos gerados não atraem mais os trabalhadores, especialmente aqueles das classes carentes. A segurança do programa assistencial é muito maior, e os ganhos bem melhores, que o possível de ser alcançado com a “carteira assinada”. Institucionaliza-se uma nova classe social de dependentes crônicos dos cofres do governo.
                  ·         O mundo passa por um desenvolvimento que não é acompanhado pelo Brasil. Não há aproveitamento das várias oportunidades de consolidação de uma política econômica sustentável.
                  ·         A educação torna-se banal. É fácil conquistar um diploma, inclusive de pós-graduação, mestrado ou doutorado. Os formandos são cada vez mais jovens. E sem qualquer experiência prática. A sabedoria conquistada ela experiência passa a ser secundária.
                  ·         A gestão do conhecimento, o capital intelectual, a inteligência competitiva e a inteligência de mercado requerem uma formação diferente da oferecida pelas escolas. É preciso aliar vários fatores, tais como conhecimento transdisciplinar, atitude resiliente, criatividade, observação e, principalmente, uma capacidade de “ligar os pontinhos”.

                    Início de uma nova era

                    ·         Em 2007 ocorre um fato importante. É sancionada a Lei que altera a legislação societária e dá nova forma para os demonstrativos financeiros das empresas. Com a aprovação dessa lei o Brasil conquista, quase que imediatamente, a condição de Investment Grade que proporciona a substituição das dívidas por investimento de capital. Há euforia e muita bobagem dita pelas autoridades econômicas do Brasil.
                    ·         A moeda brasileira passa a ser valorizada, especialmente frente ao dólar americano, provocando distorções superadas parcialmente pela ginástica (ou jogo) em derivativos financeiros.
                    ·         A explosão da bolha imobiliária, nos Estados Unidos, em 2008, que já vinha dando seus sinais ao longo de 2007, provoca uma reação global de recessão e crise financeira. As medidas tomadas pela política econômica nacional são tímidas, gerando – para manter o crescimento – outras bolhas, ou bolsões, que tem tempo limitado de duração.


                      ·         É nesse ambiente, de muitas mudanças rápidas e muitas incertezas, que o país se prepara para: (i) mais um ano eleitoral; (ii) superar as fatalidades ocasionadas pelo clima; (iii) iniciar planos de infra-estrutura para recepcionar eventos internacionais (copa mundial de futebol e olimpíadas); (iv) posicionamento internacional; e, política econômica, social e ambiental.
                      ·         Recursos naturais, como gás ou petróleo do pré-sal, são incógnitas. Não há como anteciparmos qualquer resultado que os mesmos trarão, nem se serão bons ou não.
                      ·         Continuamos com problemas básicos, que apenas vêm se agravando, como: Reforma Política; Reforma Administrativa; Reforma Judiciária; Reforma da Previdência; Reforma Fiscal; Reforma Tributária; Responsabilidade Ambiental; etc.


                        Cada um de nós tem o seu contexto próprio. Os dados acima fazem um pequeno pano de fundo para a forma de análise que aplico em cada fato que me chega. Espero não ter sido muito enfadonho ao tentar demonstrar a importância que há em se ligar os pontinhos a cada nova informação que recebemos.

                        Afinal há sempre algo além do que é divulgado, que deve ser buscado para podermos ter um pouco mais de base na formação de nossa opinião.

                        quinta-feira, 26 de março de 2009

                        ATIVOS REAIS, NIÓBIO, PLASMA, FUSÃO NUCLEAR, ENERGIA E... RORAIMA

                        Esta mensagem diz respeito a notícias que não são objeto da mídia em geral. Aparentemente há muito mais vida nos bastidores do que aquela que é revelada "nas História sobre o Caminho das Índias".
                        Grande parte dos movimentos que abalaram o mundo nos últimos 20 ou 30 anos vem sendo realizado graças a um enorme plano, arquitetado para dar solução a várias situações que foram criadas ao longo dos séculos XIX e XX, com o desenvolvimento de nações e blocos, na transferência de riqueza e poder, na ganância insuperável de alguns poucos e na contínua ecrescente necessidade de manutenção de um status insustentável pelo enorme consumo de energia e acumulação de riqueza.
                        Recentemente minha atenção foi despertada no fato da votação - pelo STF - na demarcação da Raposa Serra do Sol. Ainda mais que houve apenas um voto contrário; justamente do Ministro Marco Aurélio Melo. Por que apenas ele foi contra? Haveria algo além daquilo que estava sendo noticiado nos jornais? Tudo, nesse caso, é cercado de grandes mistérios...
                        Agora - ao que me parece - alguns fatos novos vem se juntar a esse quebra-cabeça. Falo da divulgação de fatos impressionantes, veículados no Blog Brasil Acima de Tudo, que traz um texto da Rebecca Santoro, no endereço: (http://brasilacimadetudo.lpchat.com/index.php?option=com_content&task=view&id=4544&Itemid=223)
                        Uma das razões é a construção de uma usina hidrelétrica na área da Reserva Raposa do Sol, que atenderia as necessidades "da comunidade índigena" quando vier a ser "transformada em nação livre e independente".
                        O nome da Hidrelétrica: CONTIGO é simpático, sem dúvida. Só não se sabe quem é que estará se "juntando à comunidade índigena". Ganha um doce quem advinhar...
                        A matéria contida no Blog apresenta várias informações relevantes, demonstrando que tudo isso faz parte de uma estratégia cuidadosamente elaborada, com a participação de atores poderosos e globais.
                        Um dos fatos que chama a atenção no texto é a informação sobre "Blackwater: A ascensão do exercito mercenário mais poderoso do mundo" sobre os quais localizei alguma informação no endereço: http://resistir.info/eua/jeremy_scahill_p.html
                        Quando ocorreram os fatos que marcaram a historia dos EUA em 2001, aliado à denúncia que havia sido feita alguns anos antes pelo indigenista Orlando Villas Boas sobre o plano que vinha sendo tramado na ONU, bem como a ascensão de Chaves, Lula e Evo Morales como presidentes de países com grande influência na questão da energia e da amazônia, minha mente me colocava em alerta. Nada contra esta ou aquela pessoa em particular. Apenas a certeza de que eles não poderiam estar à toa exercendo um tipo de poder "populista" nesses países, num mesmo momento...
                        É por essa razão, também, que uma enorme quantidade de criações de novas fontes alternativas e mais ecológicas para geração de energia estão sendo continuamente boicotadas. Se alguma delas vingar poderia colocar em risco o alto valor que será obtido, com uma fonte única, que estará na mão de um pequeno e seleto grupo. Para saber mais clique nos links acima indicados.
                        Que Deus nos ajude!