quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Por onde anda a Inteligência?

Conversas
Mais um ano com eleição para Presidente da República, Governadores, Senadores e Deputados Estaduais e Federais. É um exercício de democracia que vem sendo praticado desde 1989, na era chamada de Nova República.
Ainda me lembro de discursos presidenciais da década de 1970, época dos militares. Ainda assim, havia alguns discursos muito bons; com programas claros sobre como pensavam e o quê iriam realizar. É certo que no segundo choque do petróleo o país entrou em severo declínio econômico. Haviam sido construídas cidades industriais em várias regiões brasileiras, que “tinindo” de novas não tinham como fabricar seus produtos, já que havia uma forte recessão mundial. Aí começou a serem tomadas decisões governamentais com efeitos que até hoje nos ressentimos. Parte deles se agravou, pois hoje não temos mais Inteligência em qualquer uma das esferas de governo, nem nas instituições legislativas e judiciárias.
Este relato é baseado na vivência dos fatos. De pouco adianta pesquisar dados pela Internet. Podem estar distorcidos de acordo com a intenção daqueles que detêm poder...
 

Visão em perspectiva

Tudo acontece num mesmo tempo, se o medirmos em sua perspectiva adequada. Quando fazemos isso conseguimos contextualizar e passamos a entender as razões para que determinadas coisas ocorram... ao longo do tempo nada é, de fato, bom ou mau; apenas algo natural, sem surpresas. Apenas consequências...
Dentro desse espectro, histórico ocorrido nos primeiros anos da ditadura militar (1964 / 1970), foi que surgiu “alguns dos ovos da serpente”... Acompanhe alguns recortes feitos daquela época...
“Já no governo de Castelo Branco, a preocupação com o ensino é elevada a categoria de prioridade. Começa, neste governo, um longo processo de transformação do campo educacional representado pelos acordos MEC-Usaid, cobrindo todo o espectro da educação nacional (ensino primário, médio e superior), com treinamento de professores e com a produção e veiculação de livros didáticos. Estas mudanças, como mais adiante veremos, iriam redundar em uma verdadeira desnacionalização da educação brasileira.
É no bojo deste processo que o governo promove a Primeira Conferência Brasileira de Educação, em março de 1965. No discurso de abertura, o presidente Castelo Branco salientou que o governo tem recebido “aplausos por estar repondo a ordem no sistema educacional” (Branco, 1965, p.112). Isto mostrava que o projeto posto em prática atingia seus objetivos de legitimação de um regime político reformulado.”
Trecho do artigo da Revista Itinerários Reflectionis: Autoritarismo e Educação no Brasil


Um fato marcante foi a passagem do então Ministro Jarbas Passarinho nas pastas do Trabalho e da Educação. Suas ações deviam estar baseadas em ordenamento ou ideário muito acima dos seus poderes.
 

O que aconteceu com a educação?

A reforma na educação ampliou a quantidade de faculdades (particulares, em sua maioria com preços mais acessíveis às classes menos favorecidas) e cursos variados para um contingente crescente que era barrado nos vestibulares.
AnotacoesA formação desses estudantes era completada (ou redirecionada) pelos cursos internos promovidos pelas empresas, ajustando o conhecimento ao título que lhe havia sido concedido. Passamos a ter um maior número de bacharéis, extremamente raros na época, que tinham emprego garantido no início dos anos 1970, que logo de início passou a ser conhecido como a década do desenvolvimento. Havia emprego, escola e reais possibilidades de desenvolvimento pessoal e profissional a todos aqueles que realmente resolvessem investir tempo na aquisição de conhecimento e aplicação de seus talentos.
Só que, infelizmente, grande parte passou a ficar acomodada em seus postos de trabalho, sem qualquer vontade de se desenvolver. Julgavam que o diploma de bacharel seria seu eterno trunfo na vida e carreira escolhida.
O fator mais perverso que esse tipo de mudança na pasta da educação causou, entretanto, foi a criação de novas gerações sem uma base mais sólida na aquisição e aplicação efetiva de seu conhecimento. Os alunos do ensino fundamental, que ingressaram nas escolas após a reforma ficaram sem aprender de forma eficiente. Foi ali que começou o analfabetismo funcional. Claro que infinitamente menor ao comparado com o que conhecemos atualmente.
A origem, entretanto, está certamente nessa mudança de política de educação...
De forma breve coloco algumas dessas situações criadas nos últimos anos do governo militar, que germinaram a semente do mal que hoje vivemos.
a) Para conseguir dólares para ajustar sua balança de pagamentos foram criados projetos grandiosos, sem utilidade (ou necessidade) com o único objetivo de equilibrar as finanças do País. Esses projetos tinham valores onerados; afinal o objetivo maior era que houvesse o ingresso dos dólares. Os grupos que foram forçados a fazer esses projetos eram da área de energia e siderurgia, principalmente.
b) As taxas de juros internacionais, às quais estavam submetidos esses “mega” financiamentos eram bem elevadas, comprometendo significativamente o desenvolvimento e gerando um acelerador de inflação interna, magicamente mantida numa faixa média de 200% ao ano. Nessa época o discurso era: “crescer o bolo para depois dividir”. O que sobrou para dividir foi: as contas elevadas, a serem suportadas pelos cidadãos, e a miserabilidade das cidades, causadas pelo desemprego generalizado.
c) Como forma de reduzir os gastos com pessoal foi chamado o Ministro Beltrão, que ocupou a pasta da desburocratização. Uma das medidas foi a de provocar um programa de demissão voluntária (PDV), que fez com que os melhores e mais capazes aderissem a ele. Foi um processo de seleção invertido; o governo perdeu os seus melhores talentos e ficou com os menos competentes, com as suas naturais consequências.
d) Parte desses funcionários públicos foi rapidamente absorvido pelas empresas. Para que a outra parte continuasse a fazer os serviços que o governo necessitava, e já não tinha as competências necessárias para realizar, foi criado o Estatuto da Microempresa, dando oportunidade a esses profissionais, que foram acrescidos de outros profissionais, igualmente competentes, originários da economia provada, que também teve seu PDV.
e) O PDV da área privada foi motivado, principalmente, pela baixa demanda de produtos nas indústrias onde trabalhavam. Essa baixa demanda era decorrente da recessão pela qual a maioria dos países ocidentais atravessava e era “controlada” pela taxa de juros que restringia crédito e impedia qualquer desenvolvimento.
f) O País tornou-se uma espécie de “Terra de Zumbis”, onde a grande maioria fingia que fazia alguma coisa, ainda que – de prático – nada fosse feito. Um exemplo claro dessa política foi a limitação em 20% ao ano da correção monetário sobre os empréstimos tomados pelas empresas nos programas do BNDES. A diferença entre a inflação real (que gerava um índice para efeito da correção monetária) e os 20% devidos, conforme estabelecimento legal, permitia aos empresários fazer aplicações financeiras que lhes rendiam receitas superiores às que conseguiam obter na produção. Esse sistema permitia que as empresas continuassem a funcionar (com baixíssima produtividade) sem demissões ou liquidação das plantas industriais, que ainda eram novas.
g) Nessa apatia passamos à “Nova República” que trouxe vários líderes políticos, antigos e cheios de ideologias. Tudo o que se fazia em termos de organização política era desfazer o que havia sido feito no governo militar. Não importava se fosse bom ou não: antigas práticas eram, simplesmente eliminadas...
h) Por conta disso, aliada a irresponsabilidade do Governo como um todo (Executivo, Legislativo e Judiciário) passamos a viver, durante alguns anos – 1986/1994) processos de hiperinflação e experiências de planos mirabolantes para controla-la.
i) Na esteira da hiperinflação ficou mais fácil, aos corruptos e maus políticos, praticarem roubos cada vez maiores do erário. Como medir superfaturamento numa moeda hiperinflacionada?
E assim foram sendo exterminadas as competências, as inteligências e surgindo, em profusão, os ignorantes e arrogantes ambiciosos.
 

Nossa realidade atual

Última semana de debate eleitora da TV, na disputa para o 2º turno das eleições. Grande decepção! Nada... nenhuma proposta, nenhum horizonte onde possamos encontrar o nosso lugar... Uma verdadeira fraude eleitoral!
Como ficam as esperanças? Bandeira
Independente ao resultado dessas eleições, cujas pesquisas teimam em mostrar um irritante “empate técnico”, vamos continuar a trabalhar e a lutar para que continuemos a viver num País que, realmente, valha a pena! Se não der para mim, tudo bem... Aos meus netos pelo menos!
E assim renascem minhas forças e minha Fé! As esperanças são sempre vívidas.





























quinta-feira, 26 de junho de 2014

E a Copa do Mundo está acontecendo… Vamos aproveitar essa oportunidade?

Apesar de todas as manifestações e ameaças do tipo “não vai ter copa” chegamos ao momento de vermos as disputas das oitavas de final.

O clima em geral é bom. Ainda que esteja havendo contratempos em determinadas situações, o clima geral é muito bom!

Os turistas que estão distribuídos por várias cidades brasileiras têm se revelado surpresos e encantados com o brasileiro e as cidades por onde passam. Viramos uma vitrine especial aos olhos de todas as pessoas de todos os lugares do mundo (ou quase todos, ao menos).

Apesar das críticas à FIFA e aos organizadores – especialmente em relação à transferência de poder, direitos e benefícios muito além do que foi concedido à FIFA em outros países – o espetáculo proporcionado pelos jogadores que buscam a superação a qualquer custo, surpreendendo com resultados inesperados…

É uma ótima oportunidade para apresentarmos as várias possibilidades de turismo que muitas das cidades brasileiras (independente a terem sido escolhidas como sede de alguma seleção ou jogo) oferecem aos que visitam o país.

Os vídeos que a FIFA tem divulgado no exterior mostram alguns pontos turísticos de cada estado brasileiro onde são realizados os jogos.

Vejo isso como uma grande oportunidade para agências de viagem e, principalmente, as associações organizadas em cada município aproveitem a onda e passem a divulgar, também, seu calendário de atrações e a estrutura que podem disponibilizar ao turista que nos visita…

Os municípios podem desenvolver programas de cooperação regional, criando pacotes com passeios e atrações que retenham o turista pelos dias que forem adequados para usufruir ao menos das principais atrações de sua região.

A vantagem do turismo é que ele gera uma riqueza para todos e, se soubermos aproveitar essa alavancagem que a copa está oferecendo, de forma contínua. Haverá um relevante aumento do PIB, se houver uma coordenação das ações privadas, da sociedade civil, aliadas com o setor público, principalmente fazendo uma nova política tributária. Nesse sentido aproveito para convidá-lo a conhecer o artigo Brasil só será potência regional com a revisão da tributação de controladas.

Uma organização de entidades fará com que as alegrias vividas nos dias em que são realizados os eventos da copa fique permanente.

E todos continuaram a ter muitos motivos de comemoração!

quarta-feira, 11 de junho de 2014

A nova modalidade de guerra

Estamos falando da água! Esse elemento mineral, essencial à vida de todos os que estão neste “pequenoagua planeta azul” chegou ao máximo de sua exploração e descaso por parte dos humanos, principalemente. Nas palavra do ex-prefeito de Curitiba, Rafael Greca de Macedo, o Homem é o único animal que suja (defeca, em suas palavras) a água que precisa para beber.

Não há como rebater esse argumento! Numa rápida comparação entre os chamados “civilizados” e os nativos da região do Xingu, por exemplo, sobram exemplos do respeito que os nativos têm com a vida e com a água. há relatos de meninos, brincando no rio durante várias horas, deixarem o rio para, atrás de uma árvore ou numa pequena moita, deixarem a brincadeira em que estavam para urinar. A necessidade fisiológica era feita FORA DO RIO; preservando a qualidade da água que seria utilizada por outros. Não é admirável?

Com as várias mudanças de nosso clima, ao longo de todo globo, vemos excessos de chuvas ou perídos de estiagem mais longos do que o normal. Com essa situação é natual que haja, mesmo num país tão privilegiado pela natureza como o Brasil, crises de colapso hídrico com restições ao consumo ou crises causadas por enchentes que igualmente afetam tantas cidades brasileiras.

Recentemente vimos pelos meios de comunicação as discordâncias dos governadores dos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo sobre os direitos de uso de água do Rio Paraíba. A cidade de São Pulo lançou mão de estoques de água que nunca foram utilizados anteriormente; a chamada “água morta” existente numa profundidade que requer tecnologia especial para sua utilização.

No artigo “Paraíba do Sul, um rio que desperta para sua importância”  é descortinado um pouco mais dessa realidade que vivemos neste momento. E revela algumas verdades, como a descrita na frase a seguir:

As cidades brasileiras estão, em sua maioria, de costas para seus rios. No Vale do Paraíba essa realidade começa a mudar e o rio assume a centralidade em um debate que vai além da simples distribuição de suas águas em partilhas políticas.

A Sociedade, de uma forma geral, é extremamente complacente com os dirigentes governamentais em relação à falta de ação para a manutenção e construção de infraestrutura necessária para a proteção dos mananciais, no impedimento de deixar dejetos serem livremente jogados nos rios, no uso racional da água, enfim.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Empresários criticam plano para governo subir impostos

Apesar de tímida e com poucas chances de ter êxito, essa divulgação da manifestação de empresários num ano eleitoral, às vésperas de início da campanha (ao menos para alguns candidatos), mostra que nem todos estão dormentes e inativos; aceitando tudo o que lhes vêm sendo imposto.

Não basta dizer que “A carga tributária do Brasil já está no limite”, conforme dito pelo presidente do Grupo EcoRodovias, Marcelino Seras. É necessário que os empresários, em suas entidades representativas desenvolvam um plano consistente de desenvolvimento da economia e do país.

Isso é possível! Basta haver vontade e determinação dos integrantes da sociedade civil (se é que ainda exista).

Claro que é difícil. Os políticos formam uma massa que, independentemente aos partidos em que estejam afiliados, segue uma determinação própria para impedir o desenvolvimento e amealhar o maior volume de riqueza para si ou para os seus.

Apoiamos a iniciativa, com a qual concordamos plenamente, e mantemos nossa esperança de que - como "fênix" - a sociedade civil retorne para trilhar novos caminhos...

Caminhos para o desenvolvimento!

Chega de "PAC's". Até porquê crescimento é para câncer, que mata o paciente!

Para ler a matéria completa clique AQUI

terça-feira, 6 de maio de 2014

Governo vai simplificar isenção de tributos de importação

Os tributos são extremamente elevados no Brasil. Nenhuma novidade nisso. 

Além disso a forma de apuração de bases de cálculo e a grande diversidade de tributos dificulta (e encarece) demasiadamente aos empresários (especialmente os novos e os dirigentes de pequenas empresas).

Essa política impede o nosso desenvolvimento, bem como gera temor a todos em relação ao acumulo de sanções às quais ficam sujeitos.

A medida que está sendo apresentada deveria ser estendida, facilitando o intercâmbio de mercadorias e insumos por todas as pessoas físicas ou empresários de pequenas empresas. Veja a notícia no link abaixo:

Governo vai simplificar isenção de tributos de importação:


quinta-feira, 6 de março de 2014

Será que “falar mal dos governantes” é vício?

Anonymous

Nestes últimos anos nos acostumamos a falar mal de praticamente tudo. Nada escapa ao nosso senso de criticidade... Com as mídias sociais, então, tudo ficou mais fácil; basta um clicar de ‘mouse’ para que estampemos a nossa opinião do momento.

Sim! Nossas opiniões são muito volúveis. Mudamos de lado como se fossemos meros torcedores dos times que não estão jogando e, por isso, tanto faz torcermos por este ou por aquele. Nada nos importa. Muito menos qualquer ação positiva para que possamos sair da condição de meros espectadores para a condição de atores ou, quem sabe, diretores do espetáculo que se descortina a todos.

Só que nossa participação, além de efêmera, é frívola; sem qualquer comprometimento com qualquer coisa. O máximo que aceitamos é um envolvimento desapaixonado ou – se apaixonado – com alternâncias de lado.

Estamos – cada vez mais – nos acostumando a essa forma de “participação social”; sem que nos comprometamos a nada vamos alimentando o fogo de todos os lados; de qualquer lado. Não temos ideologia; chegamos a criticar quem a tenha... Ou criticamos pessoas por lhes faltar um ideal; especialmente daquelas que se dedicam a determinadas campanhas ou simplesmente expressam suas opiniões.

Por onde será que anda a “Senhora Coerência”? Provavelmente, assim como o “Bom Senso”; a “Educação” e a “Ética”, estejam perdidas no fundo de algum baú, empoeiradas e sem brilho, por falta de uso.

Quero falar de coisas boas! Coisas que estão acontecendo em vários pontos deste país; com pessoas dedicando-se a fazer o bem, ajudando aos que carecem de apoio, de orientação ou, mesmo, de um pequeno lume de esperança.

É impressionante! Mesmo num momento de tanto caos e colapsos há muito anunciados, vemos uma revolução intestina ocorrendo em vários lugares e setores da nossa vida.

Alone in the darkSó que o caos e o colapso causam muito mais impactos na sociedade em função da potencialização que ganham pela mídia! Nada mais interessante para os “donos da notícia”; dá um bom retorno financeiro àqueles que a financiam e que vivem das más notícias, do espraiar de medos, das opiniões dúbias sobre fatos ocorridos, etc.. Quando olhamos as manchetes dos jornais, telejornais, revistas ou rádios, somos conduzidos ao ponto onde parece não haver a menor chance de salvação. Sentimo-nos atemorizados, pequenos, desesperançados...

Notícias sobre violências sem causa, geradas sem qualquer razão, que desmanipulacao-midiaticatroem, causam pânico e atrapalham a vida de todos nós. Sobre a insensibilidade (ou seria mais adequado usarmos outros adjetivos, mais duros e verdadeiros) das autoridades constituídas que parecem omissas diante de tudo o que se vê.

O colapso hídrico que ameaça várias cidades, bem como os constantes “apagões” ou as greves, sempre inoportunas à população, como a dos garis da cidade do Rio de Janeiro, que além de “emporcalhar” as vias públicas é uma séria ameaça de surtos epidêmicos pelo nosso clima tropical, ainda que de chuvas incertas.

A destruição dos valores básicos da família, que representa (ou será que, nesta altura dos acontecimentos, já representou?) o esteio da sociedade; criando novos pontos de violência pela segregação que promove (ricos x pobres; brancos x negros; heterossexuais x homossexuais; etc.), com base num suposto novo código de “direitos humanos”. Além de não valorizar os verdadeiros valores promove uma inquietude nos grupos de pessoas que, sem qualquer outra razão, passam a discriminar e/ou a sentirem-se discriminados.

Os governantes, indistintamente e sem qualquer pecha partidária, tratam a população como idiotas. Somos criançaHomer Simpsons fáceis de lograr (idiotas mansos) nas mãos do Governo que dispõe como quer (e se quiser) dos nossos direitos. O custo Brasil foi além do que qualquer analista poderia imaginar. Nos tratados de economia a corda já teria “rebentada” há muito tempo. Por bem ou por mal...

A arrecadação cresceu em relação ao PIB de forma acentuada. Saiu dos 24% no início dos anos 90 para além dos 37% em 2013. Imaginem que estamos falando de um percentual aplicado ao PIB, que cresce a cada ano. O volume de dinheiro retirado da economia produtiva é muito significativo, portanto.

A explicação mais razoável para o fantástico aumento de arrecadação tributária e o mínimo de devolução de benefícios aos cidadãos é atribuído ao mau uso do dinheiro público, aos desvios e os crimes organizados para saquear as verbas públicas. Como são feitos por organizações poderosas, às vezes mais poderosas que o próprio governo, a chamado crime de colarinho branco vai colocando suas patas em todas as possibilidades de recursos existentes. São exímios criadores de projetos que nunca dão em nada. Pontes, estradas e viadutos que ligam “o nada a coisa nenhuma”.

ImpunidadeO crescimento desse crime extremamente organizado causa, além do empobrecimento do país, com seu atraso em todas as áreas a morte pelo descaso com a saúde, com a segurança, com a educação, com a infraestrutura, etc.. Já faz muito tempo que – além das obras emergenciais para a copa – não vemos qualquer obra significativa (e útil) na área de infraestrutura. Para os aeroportos e portos o governo, ainda que tardiamente, reconheceu sua incompetência e resolveu licitar empresas para que façam as construções necessárias. Claro que essas obras terão, muito provavelmente, seus buracos para a lavagem de dinheiro. Muito dinheiro...

O texto está se alongando e eu ainda não falei nada sobre as boas coisas...

Tomara que deixem que essas pessoas que estão construindo o nosso novo país, melhorando a educação de nossas crianças, dando amparo às famílias (tudo sem qualquer ajuda de governos ou entidades públicas: federais estaduais ou municipais),Nucleos continuem a trabalhar sem se importar com os desmandos e a falta de ética de nossos atuais líderes públicos. Que as crianças consigam sobreviver (e continuar com sua inteligência divina) apesar do caos que estamos presenciando.

Tudo tem um fim. Mesmo um mal tão grande como este que se abate sobre nós nos últimos 30 anos.

Conversa em Rede

 

As comunidades em Rede vencerão!!!

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

A história de Pedro e o Lobo, em versão atualizada


Conhecemos a história do menino que brincava com todos os moradores de sua aldeia gritando, de vez em quando: "Olha o Lobo, olha o Lobo..."

Sendo uma aldeia de criadores de ovelhas o grito mobilizava a todos que acorriam para defendê-las do feroz e faminto animal...

Aí descobriam o Pedro. Rido a mais não poder pela peça pregada. Isso ocorreu durante vários dias... Até que o Lobo veio de verdade e, por mais que Pedro gritasse, ninguém lhe acudiu. E o Lobo pode devorar quantas ovelhas quisesse.

Parece que os responsáveis pela área do Governo começam a lançar gritos como o menino Pedro. Suas mentiras e incoerências são observadas facilmente. Vejam, por exemplo, duas das manchetes do jornal de hoje, informando sobre a questão do apagão muito mal anunciado ontem pelos meios de comunicação.

Uma dessas manchetes diz que: "Ministério nega relação de Apagão com alta do consumo de energia", onde "O secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, descartou que a falha registrada na tarde desta terça-feira (4), e que provocou apagão em parte das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além do Tocantins, no Norte, esteja relacionada com o aumento do consumo de energia nas últimas semanas, provocado pelo calor."

Em outra manchete, do mesmo jornal, é informado que: "Sistema elétrico opera perto do limite e pode voltar a falhar neste ano". Nessa notícia os especialistas vão desfiando uma série de razões para que o sistema esteja na iminência do colapso total.

Teremos um grande teste durante o mês em que haverá grande fluxo de demanda de energia com os eventos da copa mundial de futebol. Vamos torcer, principalmente, para que a situação geral dos sistemas essenciais.

Vamos torcer, também, para que os Prefeitos, Vereadores e outras autoridades municipais, comecem a realizar uma campanha de conscientização quanto à importância de economizar água. Chega de vermos políticos "bonzinhos" só pensando em ser popular e ganhar votos. Queremos ação efetiva!

sábado, 4 de janeiro de 2014

Para que (todos) tenhamos uma boa saúde!

O que é saúde? Como avaliar as ações que nos favorem a ter boa saúde? As visitas regulares nas clínicas médicas aumentam nossa qualidade de vida?

Para responder estas e muitas outras questões médicos e pesquisadores estão apresentando informações que contradizem tudo ao que fomos “domesticados” a crer como verdadeiros…

Infelizmente, a medicina ocidental caracteriza-sse por estudar apenas Morte e Doença. Desconhece o que pode ser Vida e Saúde. Isso soa lógico quando passamos a entender os verdadeiros objetivos dessa área da ciência (medicina) a partir da 2ª Guerra Mundial.

Respostas sobre tipos de alimentação, como na entrevista com o médico cardiologista Dr. William Davis, sobre trigo e gorduras, por exemplo.

A Raça Humana – apesar de existir, na forma atual, há mais de 200 mil anos – experimentou várias evoluções e revoluções. Talvez uma das principais tenha sido a chamada de Revolução Agrícola, há cerca de 10 mil anos. A partir de sua condição gregária o Homem passou a introduzir modificações nas plantas que cultivava para sua alimentação, bem como nos animais que domesticava.

Nesse sentido vale a pena conhecer as informações contidas no Blog: Dieta Low-Carb e Paleolítica, especialmente em relação aos grãos e as gorduras.

Muito importante conhecer os vídeos apresentados com depoimentos de vários médicos sobre as formas de alimentação, e os mitos que foram sendo criados em torno dos alimentos causadores de Câncer, doenças cardíacas, obesidade, etc.

Ficará fácil, também, entender as razões para que a mídia e os governos (de todos os países – especialmente os mais desenvolvidos) tenham apoiado esse tipo de doutrinação.

Sse posso pedir alguma coisa, além de que todos tnham um FENOMENAL 2014, é que leiam as matérias indicadas e vejam os vídeos.

 

Outros vídeos e/ou blogs sobre esses assuntos:

a) O Açúcar Tóxico

b) Consequências não antecipadas, sobre o que decisões para solução imediata de algum problema podem causar de fato

c) O Martelo e o Prego

d) Emagrecer é simples