segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Estamos chegando ao "Meio dos Infernos"

Antes uma pequena reflexão:

"Nunca perca a fé na humanidade, pois ela é como um oceano. Só porque existem algumas gotas de água suja nele, não quer dizer que ele esteja sujo por completo." (Ghandi)

O Jornal Valor on Line traz uma manchete com o título: "Mesmo sem CPMF, carga fiscal vai a 37,6% do PIB". Em minha opinião, baseada na informação de outros tributaristas, nacionalmente conceituados, a carga tributária efetiva é muito maior. Normalmente uma empresa deixa cerca de 50% do seu faturamento em tributos. Basta saber identificar os vários itens componentes dos custos e gastos em geral para identificar cada um deles. Um detalhe importante: Caso você leve "o cano" de seu cliente e ele demore ou nunca venha a lhe pagar, não há nenhum problema. Todos os tributos serão devidos e cobrados cada um a seu tempo. "Ninguém mandou você vender sem analisar adequadamente seu credor. O Governo é que não pode perder por sua falta de competência..." Apenas para lembrar que a Inconfidência Mineira ocorreu em função da cobrança de tributos na ordem de 20% (Um quinto de tudo que era produzido revertia-se em tributo para a Coroa Portuguesa. É o famoso "Quintos dos Infernos"). Estamos num limiar extremamente perigoso. Por isso devemos, todos, iniciarmos uma campanha REFORMA FISCAL JÁ!!! Agora, com a constatação de que a carga real e efetiva aproxima-se dos 50% concluímos que estamos, todos, "No meio dos infernos..." Como vivemos num país federativo, tenho uma proposta a fazer:
  1. Todo tributo devido pela empresa deverá ser recolhido no município em que há a geração da riqueza (produção, comércio e/ou serviço).
  2. O Ente municipal repassa parte do que arrecadou ao Estado e à União (verdadeiras ficções jurídicas, já que a Vida, em qualquer país do mundo, acontece nas cidades). Imagino que uma alíquota de 25% sobre o faturamento seria perfeita para cobrir todas as necessidades do Estado.
  3. Desses 25%, 7% seria destinado ao Estado ao qual o Município pertence, para redistribuir e promover desenvolvimento setorial. Para a União seria destinado 3% do total arrecadado, com objetivo de cuidar da redistribuição junto aos Estados, promovendo o desenvolvimento regional e a equidade social. Claro que nesses tributos pagos TODOS OS CIDADÃOS teriam direito a Saúde, Educação, Segurança e Mobilidade, dentre outras obrigações inerentes do Estado.
  4. Por ser gerado no município ficará mais fácil a fiscalização da arrecadação e destino das importâncias arrecadadas sua fiscalização, pela própria população ficará facilitada.
  5. Reduzindo a complexidade tributária ficará, também, mais barato a administração pública, que poderá reduzir a carga significativamente. Devemos lembrar que, em todas as Reformas Tributárias realizadas, houve aumento da carga tributária no final.
A idéia é "tão maluca" que pode funcionar... Qual a sua opinião?

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Aspectos sobre a CRI$E mundial

Acredito que nada aconteça no mundo sem que a Rainha permita.
Saliento que, em minha opinião, a mídia global, bem como os milhares (ou serão milhões?) de jornalistas que a alimentam sabem cumprir direitinho o seu papel buscando conhecer o sórdido, a vergonha, a culpa, o escândalo, ou qualquer outro caso que cause perplexidade geral, gerando sucesso e, principalmente cumprindo "o papel secreto que motivou sua revelação".
Ainda que continue a esbravejar a escrever - aqui e ali - já estou quase resignado a condição em que se encontram as pessoas neste mundo: Sou Escravo e já entendi que não adianta reclamar. Aliás, reclamar a quem? (ou seria melhor reclarmar à "Queen"?)
Desde o princípio da humanidade que os mais fortes (e logo depois os mais espertos) aprenderam que para terem e manterem o poder necessitam intalar um permanente pavor aos seus liderados e convence-los de que "sem ele no poder" tudo seria muito pior...
É assim, também, nas religiões que promete o Inferno ou outros castigos àquele que não for fiel aos seus mandamentos e normas.
Os países já quebraram há muito tempo (poucos podem ser chamados de nação. O Brasil, por exemplo, ainda não é uma Nação; no máximo podemos estar formando uma raça brasileira). A liderança vem sendo exercida pelas corporações que saciam-se com o butim diário, garantido pelos seus escravos que - por mais incrível que possa parecer - vivem aparentando enorme felicidade... ao menos na forma que entendem a felicidade: consumindo, consumindo, consumindo e morrendo, morrendo, morrendo...
Nada melhor que criar uma baita CRISE para que todos coloquem seus rabinhos entre as pernas e fiquem com medo de tudo. E, para se protegerem, perdem muito mais dinheiro ou comprometem seu futuro! É triste observar esses movimentos e, ao tentar dar um grito de alerta, ser tachado de louco ou inconsequente. No mínimo me olham de forma estranha...
Quando faço comentários, combatendo essa sanha que se alastra, graças ao som uníssono da mídia mundial, gosto de usar a palavra com a seguinte grafia CRI$E, pois entendo que é uma grande oportunidade que temos de mudar. E mudança - sendo inevitável - devemos fazê-la para MELHOR, não é mesmo?
O Brasil é um país que se diferencia de todos os demais em função de 2 importantes componentes, que são: o Sol e a Água. Este último cada vez mais raro no mundo e, até no Brasil, se não houver um mínimo de gestão poderemos, em breve, estar como os demais.
Isso nos dá um Capital enorme para a geração de riqueza real, sem necessidade de emissão de moeda sem lastro, como é regra nos EUA, especialmente. Parece que eles tem grande dificuldade em auto-análise. Não conseguem olhar-se e estimar o que está acontecendo com sua moeda e com seu poder de troca.
Esperemos que eles não tenham como opção usar a força, para continuar a dizer que são a nação (?) mais "rica do planeta". Afinal poderio militar eles têm e, enquanto aceitarem a imposição do papelzinho verde nas relações comerciais eles serão - de fato - soberanos.
O Sol é a nossa maior usina de energia e a Água é a fonte de toda a vida (ao menos na forma que conhecemos e temos).
Um componente desta crise, que vem sendo massivamente impregnada na mente das pessoas, decorre do interesse (ou necessidade) do capital financeiro reaver (ou seria melhor usar "surrupiar") daqueles que têm medo. E quase todos, ou pelo menos a grande maioria, está com medo. Sabemos que o "Medo" é o maior pecado do Homem; e é por meio dele que as religiões e os governos têm conseguido, desde o princípio da história humana, manter-se no poder sobre os demais...

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Steve Jobs

Creio que muitos de nós tem admiração pelo trabalho desenvolvido por Steve Jobs. O que eu não sabia era parte de sua história de vida. Se quiser conhecer um pouco mais clique: