sábado, 22 de setembro de 2012

E a saúde? Como ficará após a decisão do STF?

Darth Vader

A decisão do STF sobre a questão da terceirização da saúde demonstra duas questões relevantes:

A primeira é que a área de saúde vem sendo tratada de forma muito displicente pelos administradores públicos.

A segunda é que o STF não conhece ou não vive no Brasil; ou ainda não sabe como é que a Saúde realmente funciona (ou não funciona, como temos visto).

Sempre que vejo uma decisão judicial fico imaginando o tempo despendido por grandes pensadores de nossa sociedade e da sociedade em geral. Que tomam suas decisões para que todas as coisas da sociedade, suas carências, suas necessidades e a racionalização de seus recursos, estejam melhor utilizadas pelo cidadão e todos os demais que vivem neste país.

Fico em dúvida, entretanto, quando vejo que decidiu pela impossibilidade de terceirização "dos cargos inerentes aos serviços de saúde, prestados dentro de órgãos públicos, por ter a característica de permanência e de caráter previsível, devem ser atribuídos a servidores admitidos por concurso público", conforme requereu o Sindicato dos Médicos (provavelmente do Rio de Janeiro), no Governo Cesar Maia.

Também entendo que todos os serviços prestados pelo município devam ser realizados por funcionários públicos, devidamente habilitados e credenciados para prestarem adequadamente o que lhes é requerido pela população em geral.

Só que a realidade brasileira – especialmente no que se refere a questão de contratação de profissionais de saúde – está muito distante daquilo que seria da essencialidade da atividade pública: prover todas as condições de boa saúde às pessoas.

A forma adotada atualmente, pela grande maioria de municípios brasileiros, é a de valer-se de “Organizações Sociais” para suprir suas necessidades.

Isso não significa que o médico que trabalha nessas organizações ganhe mais do que aquele que seria contratado pelo município. Em ambos os salários oferecidos estão muito aquém do que seria razoável. Só que ao trabalharem para as organizações eles podem acumular outros empregos, duplicando a renda e dando um péssimo atendimento a todos os usuários de seus serviços…

Outra questão que tem perpetuado essa forma de contratação de profissionais é a maior facilidade de corrupção existente. Será que alguém dúvida disso?

Gostaria de conhecer a posição do Conselho Regional de Medicina sobre essa questão. Ficam omissos, como se não fosse de seu interesse o zelo pelo profissional que depende desse registro para prestar seu serviço.

Mascaras Emocoes

Todos os responsáveis nessa questão ficam omissos, fazendo “cara de paisagem”, mostrando até, surpresa com o que vem acontecendo no serviço público de saúde.

O mais interessante é que a questão saúde é “um prato cheio” para todos os candidatos aos cargos de prefeito. Suas soluções são mágicas…

Soube hoje de que há candidato “diz que vai criar um HOSPITAL VETERINÁRIO PARA AS PESSOAS QUE NÃO PODEM PAGAR...

Confesso que chego a duvidar quem é que é, de fato, mais despreparado…

Sobre mais detalhes da notícia do STF basta clicar aqui.

Há esperança!

Sempre há esperança. Graças a Deus!

E ela é baseada numa questão simples e objetiva!

Se considerarmos que cerca de 90% das pessoas que vão aos médicos são sadias; precisando muito mais de alguém com quem possam conversar e se orientar para seus problemas íntimos, seria válido começarmos a pensar em resolver a questão de saúde, de todos os municípios brasileiros, principiando pelas seguintes ações:

  • fazer uma triagem de todos os pacientes que buscam consulta para atendentes que tenham um mínimo de experiência sobre saúde (medir pressão, auscultar batimentos cardíacos, etc.) para receberem o paciente e fazer a essencial anamnese;
  • a grande maioria irá sentir-se satisfeita em ter encontrado alguém com quem pudessem conversar e, principalmente, serem ouvidas. Sairiam da clínica em estado perfeito;
  • um detalhe importante é usar parte da propaganda governamental para informar que a maioria dos exames que hoje são solicitados aos pacientes seriam substituídos, com vantagem, pela nova forma de atendimento a ser feita (anamnese);
  • com esse tipo de procedimento seriam reduzidos significativamente a quantidade de dispêndios com exames (desnecessários) e entrega de medicamentos grátis (mais desnecessários, ainda);
  • àqueles pacientes que fosse diagnosticada uma necessidade de atendimento clínico mais aprofundada, estes seriam encaminhados IMEDIATAMENTE ao médico de plantão para uma análise detalhada e mais cuidadosa;
  • claro que nesses casos seriam necessários exames, que teriam seus prazos também reduzidos;
  • os médicos, com uma menor quantidade de pacientes a serem atendidos, dariam um atendimento melhor (muito melhor do que é feito hoje) e poderiam receber seus honorários profissionais mais dignamente.

Pensem nisso senhores candidatos…

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

O futuro está chegando…

A manchete da Revista Amanhã parece coisa de filme de terror… Seu cérebro está na mira das empresas, bem que poderia ser o título de um dessas modernas séries de monstros devoradores de cérebros…

Na realidade esse artigo apenas nos revela o que já vem acontecendo, de forma crescente, de alguns anos para cá. Cada vez mais são encontradas crianças que, por um golpe de sorte, não foram deformadas pela escola ou pela família. Mantém, intacta, grande parte da genialidade natural que cada um de nós trouxe quando nasceu.

Infelizmente os padrões de ensino e de educação, tanto na escola como na maioria das famílias é totalmente castradora. Tem por objetivo transformar a criança numa pessoa medíocre e infeliz. É esse o legado que recebemos dessa tal civilização ocidental gestada com base na necessidade de dominação do Homem pelo próprio Homem. Se os dominadores permitissem que a maioria das pessoas continuasse seu desenvolvimento natural haveria uma grande quantidade de gênios, de líderes e de críticos ao nosso “status quo”.

Já faz tempo que a ciência, que analisa o comportamento humano, vem apresentando as melhores características de cada pessoa para ocupar uma determinada função. As pessoas não têm virtudes ou ‘defeitos’ (vícios); o que destaca na atitude de cada uma delas são as características.

Se soubermos identificar as principais características de uma pessoa haverá grande chance de obtermos um bom resultado no desempenho das funções dessa pessoa.

Há alguns anos, antes de começar a pensar sobre essas questões, fui surpreendido quando me disseram que, para admissão de maquinistas (maquinista é aquele que é responsável pela condução de locomotivas, levando um grande comboio, normalmente de carga, de um ponto para outro. Uma atividade muito solidária e enfadonha) o Departamento de Recrutamento de Pessoal da Rede Ferroviária Federal definia que o candidato deveria ser “um pouco mais desequilibrado que as demais pessoas”. Diante de minha surpresa ele esclareceu: “Somente uma pessoa meio desequilibrada é que pode acreditar que, numa emergência, conseguirá frear a tempo uma composição enorme, como é comum eles conduzirem. É certo que, em caso de acidente praticamente sucumbirão, sem qualquer chance…

Por isso é importante que cada um de nós busque conhecer quais são suas características dominantes. São elas que nos conduzem ao sucesso, se soubermos escolher a atividade profissional mais adequada a essas características.

Agora o economista Eduardo Giannneti da Fonseca nos revela que a neurociência poderá fazer com que os recrutadores consigam localizar “o funcionário dos sonhos”, mediante o uso de técnicas de ‘leitura de mentes’.

Ficção? Surreal? Apenas neurociência…

É, de qualquer forma, assustador. Basta pensarmos nos vários desdobramentos que esse tipo de análise possibilitará a todas as áreas da atividade humana.

Me veio a imagem de uma colmeia de abelhas, onde cada indivíduo tem sua função que é definida antes mesmo de nascer…

Acho que ando vendo muitas propagandas de filmes (de terror e/ou ficção) que passam na televisão…

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

A Grande Ameaça dos Pequenos Poderes

Já faz algum tempo, creio que cerca de 12 anos se não me falha a memória, passamos por uma incrível mudança de classes, no comando do governo brasileiro.

Antes tínhamos uma classe que era denominada de “intelectual”, confesso que não consigo entender bem a razão para esse nome… Afinal, para que serve um intelectual? Pode servir para muitas coisas (ainda que seja trocar lâmpada de um abajur, por exemplo); fico em dúvida se ele serve para liderar um governo…

Bem, passada essa fase – que também durou cerca de 8 anos, se não falha minha memória – passamos para um novo tipo de governo. Um governo sindicalista, liderado por uma pessoa, que foi em sua juventude, orientado para orquestrar paralizações das indústrias metalúrgicas, principalmente de São Paulo. Sem dúvida esse exercício deve contribuir para a formação de belas negociações, todas regadas com muita bebida, muita comida, muita música (bem barulhenta e sem muito sentido) que é para agradar aos “cumpanheiros” de militância.

Não vou entrar no mérito das greves que foram realizadas pelos idos dos anos 1980. Havia muitos interesses “estranhos” dirigindo a cabeça dos ignaros sindicalistas (se não fossem ignorantes as lideranças eram “muito espertas” pois ganhavam para fazer a incitação e ganhavam vários “favores”). Quem não se lembra dos principais atores dessa época? Sempre que a greve acabava todos (empregados e patrões) ficavam felizes… Os preços dos produtos (especialmente carros) subiam e ficava tudo certo…

Esses sindicalistas construíram uma imagem de puros. Tão puros que montaram um partido político que atraiu muita gente. Gente de boa fé… Outros, nem tanto…
Passados os anos e com experiências acumuladas o partido (outrora puro) passou a acolher outras facções, talvez atraídos pela facilidade que um sistema democrático (ainda que iniciante) proporciona a todos. E isso parece ter sido bom para todos!

Sim!

Todos os partidos, estivessem na situação ou na oposição, reuniam candidatos com a mesma origem, intelectuais ou não eram militantes de oposição ao extinto governo (ditadura?) militar. Na realidade, depois da anistia e a retirada dos militares, parece que tudo virou festa. A separação estava entre os que fumavam charutos e tomavam bebidas finas e aqueles que buscavam coisas mais fortes baseadas em… bem, baseados e mais fortes. Todos muito alegres e felizes.

Por isso, no Brasil, o governo de situação é tão parecido com aqueles que se autodenominam de “oposição”. Não há espaço para oposição, já que todos desejam esgotar todos os recursos da “mãe gentil”. É uma grande luta! Uma luta onde vale tudo para amealhar a melhor parte do butim em que transformaram o país.

Claro está que as classes lideradas, por este ou por aquele, mantiveram-se sempre confiantes de que também fariam parte dos ganhos “incomensuráveis” que poderiam ser transferidos aos trabalhadores que deram apoio ao governo.

Não resta a menor dúvida de que as classes que estão atualmente em greve no Brasil são compostas por profissionais extremamente essenciais para a continuidade das atividades. Como podemos dizer que Professores, Policiais, Médicos, etc. não merecem o justo reconhecimento pelos seus trabalhos? Claro que merecem…

Aliás, todos nós merecemos! Quem sabe se houvesse uma suspensão dos enormes desvios de recursos… (epa, lá estou eu desviando, de novo, de assunto…)

Nunca foi tão ameaçadora a frase ”grevista unido, jamais será vencido”.

Não há como perder diante de um governo sindicalista que – ficando somente do lado da “amealhação” de riquezas – desaprenderam a negociar e argumentar.

Essa tibieza fortaleceu esses sindicatos atuais, cujas lideranças são muito pequenas, diante daquelas que já pudemos conhecer num passado relativamente recente.

Qualquer um deles pode, a partir de agora, decidir paralisar as atividades de determinado setor, comprometendo a normalidade de todo o país. Sentimos isso durante a movimentação dos Caminhoneiros (que não se pode chamar de greve, mas de paralisação de aviso), dos Professores, que causam um grave apagão de mão de obra com alguma formação, dos Policiais Federais, que causaram diversos problemas e nos envergonham como “parte da civilização ocidental”, além de outros.

O governo sindicalista mostrou-se totalmente incompetente e despreparado para essa situação (não me lembro, neste momento, em quais setores onde foram bem). Apenas mostraram que as armas dos sindicatos pode ser mortal e pode paralisar o Brasil.

Tomara que tudo isso não passe apenas de um sonho ruim. Precisamos acordar… eu preciso acordar…

Sobre esse tema vale a pena conhecer opinião expressada no artigo: “As greves e o princípio da realidade”, onde são apresentados outros fatos dentro do mesmo contexto.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Uma Cidade Solar!

Já temos algumas boas experiências com energia renovável no Brasil.

A maioria é de origem eólica. Apesar do Brasil, em sua dimensão continental, receber uma grande quantidade de radiação solar, praticamente durante o ano todo, ainda há poucas unidade de geração com base na energia solar.

Acabei de conhecer um Blog que trouxe uma notícia espetacular, ao menos para quem busca alternativas de energia e que sejam sustentáveis. Trata-se de uma cidade japonesa, na província de Gunma, a 138 km de Tokio, chamada de Cidade Solar.

A surpresa é maior pela solução estar em uma cidade cujo país encontra-se num grave dilema de energia. Sabe que suas usinas nucleares estão necessitando de reparos e, pelos riscos, devem ser descontinuadas. A grande questão é: Onde obter energia?

Claro que a geração nas casas localizadas na cidade de Ota é pequena, em relação à própria necessidade local.

Vemos essa notícia como uma pequena luz que se acende após tantos problemas sofridos pelo Japão.

Que a nota sirva, também, para despertar investidores brasileiros na colocação dessa tecnologia em cidades remotas, sem acesso fácil (e barato) de energia elétrica.

Que sejam estimulados, também, novos produtos, de baixo consumo e maior rentabilidade de energia.

Enfim, que as Luzes sejam acendidas, também no Brasil!

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

A sabedoria dos antigos e a agrofloresta

Quando os primeiros europeus (na maioria portugueses) chegaram ao Brasil, e passaram a conviver com os nativos encontrados (e que ainda não haviam eliminados) ficaram admirados pela falta de observação que os nativos tinham na preparação de suas roças.

(sim, minha gente, esse papo de que todo índio (nativo brasileiro) é preguiçoso e vagabundo não é verdadeiro. Se alguém duvidar basta ir viver durante um período em uma das comunidades ainda não totalmente contaminadas pelos nossos (maus) hábitos)

Voltando ao assunto: os portugueses ficavam admirados em ver que nos plantios de feijão, por exemplo, eles plantavam, próximas uma das outras, uma grande variedade de sementes de feijão. Na colheita, observavam os portugueses, dignos representantes do Rei e da Igreja, ícones na civilização ocidental, que apenas algumas poucas sementes vinham com muita força na produção. Boa parte produzia uma quantidade apenas razoável e outras sequer produziam…

Eles (os civilizados) ficavam indignados com essa evidente falta de coerência dos nativos. Os jesuítas passaram a pesquisar quais as variedades de feijão eram mais produtivas e decidiram fazer as novas roças apenas com as variedades “campeãs”. Sob protesto dos nativos, que alegavam que não daria certo deixar de plantar as demais variedades, fizeram suas novas roças.

Na primeira safra foi um grande sucesso. com maior área plantada somente com as sementes mais produtivas houve grande fartura e todos se alegraram. Especialmente os jesuítas que acreditavam ter feito “um grande bem à comunidade”.

A segunda safra foi um pouco menor que a primeira; mesmo assim bastante superior ao que era colhido anteriormente…

Na terceira safra houve uma grande invasão de pragas, que provocou uma grande quebra na produção de feijão.

Os jesuítas ficaram impressionados com o aparecimento de tanta praga ao mesmo tempo. Perguntaram, então, aos mais velhos: “O que aconteceu? De onde veio tanta praga?” E eles lhes responderam:

- “Essas pragas sempre existiram. Quando vinha o feijão das várias sementes elas iam e comiam daquela variedade; deixando as outras crescerem em paz. Preferiam aquelas espécies que, na colheita já não apresentavam nenhum grão; já alimentados não apreciavam o “gosto” das outras bagas, deixando-as para nós…”

Partilhavam sua colheita com algumas pragas que eram mantidas sob controle apenas pela diversidade com que faziam suas roças. Quando diminuiu a quantidade de sementes os insetos passaram a aprender a “gostar” também da nova variedade, atacando-as nas safras seguintes.

No artigo Agroflorestas – A Agricultura do Futuro fica evidente que a diversidade na natureza é condição que garante a qualidade e a sobrevivência das espécies.

Essa a principal razão de tantos julgarem danoso ao ambiente a prática da monocultura.

A recuperação das matas e a preservação da natureza depende de nosso reconhecimento da ignorância que nos move. Somos movidos pela ganância que o ganho financeiro proporciona no momento inicial. Continuamos limitados em pensar a longo prazo. Não sabemos planejar o futuro; nos falta o conhecimento que vai muito além do momentâneo ganho financeiro.

Precisamos reaprender economia, dando solidez ao nosso desenvolvimento, mesmo que aparente ser modesto, de forma permanente e sustentável.

É a sustentabilidade que nos garantirá a continuidade; não ganho financeiro baseado na ganância…

quarta-feira, 25 de julho de 2012

A equação da educação brasileira

Ou quando “Menos” mais “Menos” produz “Mais”… Pena que os determinantes não sejam bons.

É o que revela o Professor Vicente Falconi, ao lado do empresário Jorge Gerdau em um Painel para desenvolvimento sustentável, realizada recentemente.

Menos Educação, Menos Conhecimento, Mais Desperdícios

Ainda que saibamos que o Governo, em todas as instâncias, tem se mostrado totalmente incompetente na questão da Educação, provocando grandes confusões e tomando decisões equivocadas, é importante que o Empresário, as pessoas de um modo geral e as lideranças percebam a necessidade de mudarmos esse quadro dantesco.

Se não houver uma reação positiva por parte das lideranças da sociedade não teremos, em breve, um país em condição de prover o sustento de seus habitantes. Estamos caminhando, celeremente, para o caos…

Segundo Falconi, a aposta no tripé conhecimento técnico, liderança e conhecimento gerencial continua sendo a melhor saída para a inovação. “O líder é um educador. Ele bate metas com o seu time e fazendo a coisa certa. Se você se conscientiza que bate meta com as pessoas, você resolve investir nelas. E o trabalhador só consegue inovar quando é levado a pensar”, pregou Falconi.  Logo, concluiu, não adianta o país deixar a educação básica de lado e tentar recuperar o atraso mais tarde.

É viável promovermos essa mudança em nossas empresas, em nossas organizações sociais e em nossos lares.

Não há mais espaço para a competição sem sentido, que nos trouxe até o momento atual com graves consequências para as economias dos países, das pessoas e – principalmente – do meio ambiente.

Estamos num momento em que a palavra a ser adotada em nossas relações é “Colaborativo”.

É essa a nova forma de atuarmos em nosso trabalho, na escola e na sociedade. Em colaboração com os demais.

Somente com um espírito colaborativo é que passaremos a desenvolver nossa criatividade e a encontrar as melhores soluções para todos os casos.

Aos empresários e aos líderes deixo esse recado: mudem o ambiente interno de suas empresas para que o trabalho colaborativo seja estimulado. Todos irão ganhar, e muito, com isso.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

De acordo com a Presidente Dilma: 'País vive uma realidade nunca antes vista'

Até parece que estou ouvindo a música...

"O barquinho vai... a tardinha cai..."

Estamos vivendo num mar de tranquilidade. Há somente marolas para nos embalar suavemente.

Enquanto isso vamos tomando conhecimento do que está ocorrendo na Europa, e nos questionamos: "Como será que ficamos tão espertos de uma hora para outra..."

É isso mesmo. Parece que estamos mais espertos e melhores preparados do que qualquer outro país neste vasto mundo de traquinagens financeiras...

Só que há algumas questões que parecem que não se encaixam bem em todo esse processo. São elas:

  • a redução da taxa de juros, imperceptível para a maioria dos devedores de carão de crédito ou cheque especial, afastou os investidores internacionais, que retiraram, rapidamente, os seus recursos em dólar aplicados no mercado especulativo
  • a redução de impostos de determinados bens de consumo não parece ser suficiente para aquecer a economia, que vem definhando em cada dia que passa. Não acredita? Passe nas lojas e veja quantos vendedores e quantos clientes há em cada uma
  • está ocorrendo, até por conta da elevação do dólar em relação ao real, uma forte pressão nos custos causando a redução das margens de lucratividade e o aumento dos preços
  • estamos num ano de eleições. É natural que haja maiores gastos, especialmente públicos, sem efetiva melhoria sustentável da economia
  • a inflação já começou a apresentar seus sinais...
Enquanto isso, até pelas declarações e notícias divulgadas na imprensa, nada muda o rumo do barquino intrépido nessas águas que nem sempre são calmas...

Acredito que a maioria das pessoas deva acreditar que, realmente, temos a oportunidade de nos fortalecermos passando por mais esse momento de crise. Basta estarmos, de fato, preparados. Bem preparados...

Por isso, algumas medidas parecem ser essenciais, tais como:
  • reavaliação da política tributária nacional. Totalmente descabida em relação aos serviços (e investimentos) que são realizados em contrapartida
  • necessidade de realização de uma política de reforma fiscal de verdade. Em todos os níveis de governo. Claro que a União é quem deve dar o maior exemplo, eliminando suas áreas de desperdício de recursos sem qualquer efetividade (dá 'prá' eliminar quase 50% dos ministérios, bem como os tais cargos de confiança)
  • desenvolver um projeto de formação e educação para a população. É imprescindível que todas as pessoas melhorem seu nível de conhecimento. Que passem a entender, ao menos, o que leem
  • e que possam, também, aprender a escrever de forma a que outras pessoas entendam
  • que se ensine - ao menos - noções de Aritmética, Português, História e Geografia. E que esse ensinamento seja de qualidade (para isso será necessário preparar professores, capacitando-os para essa missão de fornecedores de conhecimento e motivação aos aprendizes)
  • que sejam suspensas as brincadeiras de aprendiz de feiticeiro, que estão sendo feitas pelo Governo; especialmente no Ministério da Fazenda. Afinal economia é algo muito sério e necessita, além de profundo conhecimento, um elevado grau de respeito
  • que se crie um projeto de desenvolvimento nacional, baseado na ocupação de mão-de-obra capacitada, especialmente nos moldes estabelecidos para a formação e educação da população
  • etc. Aliás, um monte de etc...

Querendo conhecer a matéria que motivou este post basta clicar aqui: Dilma imita Lula: 'País vive uma realidade nunca antes vista'

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Pardinho recebe o Programa Cidades Sustentáveis

Vista na subida de Pardinho

Em tempo de eleição eu normalmente fico meio ressabiado.

Todas as notícias são para divulgar os milagres que serão realizados por este ou aquele candidato, se "eleito for".

Se o candidato é da oposição ao partido do Prefeito atual todas as obras existentes são ruins e todos os problemas são exaltados. Se, ao contrário, o candidato for "sucessor" ou mesmo candidato à reeleição somos brindados com as "fantásticas realizações" de seu governo.

Sou um fã da cidade de Pardinho. Especialmente por sua natureza que, não sendo exuberante como tantas outras, proporciona àquele que a visita um contato fantástico com sua poderosa energia...

Pois bem, agora foi informado sobre a assinatura de uma Carta Compromisso a ser firmada por todos os candidatos. Quem dera mais cidades brasileiras tivessem essa iniciativa cidadã e começassem a dar seus primeiros passos ao desenvolvimento...

Lembrando que desenvolvimento não é sinônimo de "progresso" como tem sido aplicado na maioria das cidades, no mundo todo.

Desenvolvimento está atrelado ao conhecimento das necessidades essenciais de cada pessoa e de sua coletividade. Não deve haver preocupação em acumulação que prive a qualidade de vida; ou mesmo nos prive dela...

Quem sabe Pardinho, com sua poderoso energia consiga fazer com que essa ideia ILUMINE todas as demais

Município de Pardinho recebe o Programa Cidades Sustentáveis | Rede Nossa São Paulo:

quinta-feira, 7 de junho de 2012

A importância da auditoria

Depois da frase de Stephen Kanitz afirmando que “o Brasil não é um país corrupto. É apenas um país pouco auditado” em seu artigo sobre questão da Origem da Corrupção, com a qual concordo plenamente, passei a dar maior atenção às noticias sobre a atuação do Tribunal de Contas.
Dentre várias que pude observar, chamou a atenção a questão da duplicação dos custos com indenizações relativas às desapropriações de áreas que estavam (ou estão) ao longo do trecho de “600 quilômetros de calhas de cimento” exigidos pela obra.
Claros são os indícios de irregularidades na forma de avaliação das áreas a serem desapropriadas. Segundo os auditores “essa supervalorização é reflexo de defeitos encontrados na metodologia usada para o calculo dos valores de indenização”.
Há alguns anos muitas pessoas, dentre as quais alguns amigos, protestaram sobre a decisão do Governo Federal em promover a transposição do Rio São Francisco.
Mais do que a questão ambiental, que seria apenas agredida sem levar qualquer benefício aos mais carentes, havia a clara percepção de que haveria – até pelos estratosféricos números que eram projetados – elevados interesses de muitas pessoas, sem qualquer compromisso ético.
Pena que a decisão adotada para suspender esse "aparente butim” foi de suspender todos os pagamentos, se ainda houver pagamentos pendentes…
É de se supor que se houver pagamentos pendentes estes não devem ser daqueles que engordaram os valores das indenizações. Se ficou por pagar é, muito provavelmente, daqueles que tiveram suas terras tomadas e acabam ficando sem o dinheiro de sua pequena indenização.
Se na época em que se começou a falar da obra, e antes da aprovação pelo governo, os preços subiram até serem estimados em R$ 5 bilhões, hoje com os desmandos e a falta de gestão fala-se, no Ministério da Integração, em R$ 8,2 bilhões.
É muito dinheiro…
São poucos os auditores…
Pífios os resultados para os homens que vivem nas regiões áridas…
Grandes recursos para aqueles que usam desse dinheiro para suas campanhas pleiteando cargos políticos, em todas as instâncias…
Realmente são poucos auditores… Muito poucos…

domingo, 20 de maio de 2012

A falta de inteligência na área da agricultura (também…)

Há discussões que se transformam em verdadeira “Paixão Nacional”.
É assim que vejo, já há algum tempo, a questão da soja transgênica adotada por grande parte dos produtores brasileiros.
Sempre que fazia meus comentários, criticando essa “inovação” tecnológica recebia, como resposta, que usando esse tipo de semente o custo de produção iria cair – no custo direto do plantio e manutenção – e os ganhos iriam aumentar, por conta da maior produtividade prometida pelos técnicos que trabalhavam para a multinacional.
Com relação aos possíveis riscos de saúde – causados por um produto (soja) resistente ao herbicida, cujos efeitos aos que dele se alimentam podem ser inúmeros – a resposta era que já haviam muitas sementes transgênicas “e não seria esta que faria qualquer mal às pessoas…”
Vários jornais trazem, neste final de semana, uma opinião do Sr. César Borges de Souza,  presidente da Associação Brasileira de Produtores de Grãos Não Geneticamente Modificados, na matéria: “Mitos Transgênicos”, trazendo informações sobre os diferenciais entre os custos de produção com as sementes transgênicas e as da chamada “soja livre”.
Os produtores não terem percebido essa elevação no custo ao longo de alguns anos de uso é bastante estranho. Afinal, os produtores são reconhecidamente pessoas bastante cuidadosas na hora de fazer suas mudanças.
O que mais é estranho que – na época E MESMO HOJE – NENHUM ÓRGÃO GOVERNAMENTAL fez qualquer avaliação mais criteriosa sobre esse tema. Somente um Governador levantou-se contra a “novidade” que estava sendo imposta…Foi vencido pelas inevitáveis (e estranhas) circunstâncias que envolvem casos dessa natureza.
Infelizmente a agricultura brasileira carece de uma política inteligente, que pudesse orientar com maior cuidado os produtores, inclusive fazendo as sugestões para o equilíbrio das safras, sem causar desvalorização dos preços de venda do produto.
Os governos que têm passado, em todas as esferas: federal, estadual e municipal, são em sua grande maioria: omissos, incompetentes ou simplesmente desonestos…
Que pena!
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E tudo isso sem falar dos seguintes problemas causados por esse tipo de cultura de plantio de soja em grande extensão, para “ajudar o país na exportação”, causando:
a) desertificação das áreas, pela massiva quantidade de adubos químicos colocados no solo durante muitos e muitos anos seguidos (basta observar o estado do Rio Grande do Sul, que vem  transformando grande parte de suas áreas em plantio em grandes desertos);
b) a enorme quantidade de água necessária para a produção do soja, que é exportado. Normalmente os grandes importadores estão na Europa, onde o grave estresse hídrico já é uma realidade;
c) promovendo o desenfreado desmatamento, tanto nas áreas do cerrado como das florestas da Amazônia. Infelizmente. no Sul e no Sudeste já não dá mais para falar, sequer, em preservação ambiental…
d) aumentando a quantidade de trabalhadores rurais sem terras para trabalhar, ou onde morar. A tecnificação da agricultura exige que o trabalhador rural esteja, cada vez mais, melhor capacitado para poder trabalhar. E a quantidade de postos de trabalho vem diminuindo cada dia mais;
e) na gravíssima situação criada, graças a um erro tributário, que faz com que o Brasil tenha se transformado num dos “maiores exportadores de emprego” do mundo.

terça-feira, 10 de abril de 2012

1 em cada 4 cidades paulistas joga lixo em lugar inadequado


Pelo título da manchete considerei que a notícia é muito boa! Afinal, apenas 25% dos municípios de São Paulo ainda não destinam de forma adequada o lixo gerado em sua cidade...

Pena que, quando vamos avançando nas informações que revelam a forma pela qual o índice definidor dos critérios de classificação são estabelecidos, percebemos que a situação não é tão "positiva" assim...

Infelizmente o lixo nos municípios é gerado por fatores básicos. O principal deles é a ignorância da grande maioria de seus cidadãos. Repare que, quando digo ignorantes não estou me referindo a analfabetos. Grande parte dos ignorantes são até doutores...

Outro fator é o descaso das pessoas que são escolhidas (pelo voto) com o sistema ambiental. Talvez por terem um período limitado de poder entendam que "o tempo é pequeno demais para fazer as coisas certas e necessárias". Ficam, apenas, cuidando do que lhes dá voto e prestígio... Lixo não é uma coisa importante para a maioria de seus eleitores (infelizmente).

Quando vemos regiões como a serra fluminense, onde mora boa parte de pessoas influentes daquele estado, sofrer seguidos cataclismos por responsabilidade direta dos administradores municipais, estaduais e até federais, que foram omissos e oportunistas sem se importarem com as vidas que colocaram em risco, ficamos nos perguntando: "Até quando? até quando a população permanecerá como gado miúdo a caminho de seu destino? Destino que as leva, inexoravelmente, ao abate?"

Vale lembrar também que há o fator da "Comunicação" dos órgãos de imprensa que, por serem "monitorados" politicamente acabam dando as notícias de forma distorcida e extremamente excassa para ser alcançada pela maioria dos cidadãos...

É uma pena! Veja a matéria do Estadão no link abaixo:

1 em cada 4 cidades paulistas joga lixo em lugar inadequado

quinta-feira, 5 de abril de 2012

O papa, o crocodilo e o regime


É impressionante a constatação da realidade quando paramos para ver o que nos cerca...

Parece que os inúmeros terremotos que têm ocorrido em quase todos os lugares no mundo estão, também, fazendo com que tudo fique fora de seus lugares... Ou, ao menos, daqueles lugares que acreditávamos por tanto tempo ser o normal...

Em Cuba, assim como por aqui no Brasil, os governantes "perderam a mão". Ninguém pode mais dizer o que são (faço algum esforço para acreditar que algum dia tenham sido algo definível, ainda que só me lembre dos discursos de destruição, de combate e de outras violências mais. Claro que falo dos políticos que se dizem "sobreviventes da ditadura militar" e não dos milhões que passaram por todas as dificuldades para superar dificuldades e reconduzirem o país aos trilhos, depois dos difíceis anos que tivemos).

Vamos torcer para que haja uma crise de consciência e todos voltem aos seus "estados naturais". Esses políticos, que se deram bem, especialmente com a violência que muitos sofreram, deveriam, também, voltar às suas origens, assim como tal do crocodilo cubano.

Tá mais do que na hora da tartaruga sair de cima do poste...

Vejam o artigo abaixo para entenderem um pouco mais sobre os efeitos "tsunâmicos" pelos quais estamos passando.

O papa, o crocodilo e o regime | Instituto Millenium:

terça-feira, 3 de abril de 2012

O Brasil e suas salvaguardas para "competitividade dos produtos nacionais"

Brasil adotará salvaguardas para competitividade dos produtos nacionais:

Segundo Dilma, fundamental a defesa de um mercado mais equilibrado e justo.

Mais uma vez lemos o discurso da "Presidenta" tratando de um assunto vital para a economia e desenvolvimento do Brasil.

Quando o Brasil "quebrou" no início dos anos 80 foi realizado um gigantesco esforço para que o país passasse a produzir mais, a exportar mais produtos com valor agregado; deixando de depender tanto dos recursos do exterior para garantir a importação, especialmente de energia, da qual éramos extremamente dependentes.

Pois bem! Deixamos de ser, aparentemente, dependentes de petróleo nas quantidades que já fomos anteriormente, mesmo com o grande crescimento que tivemos...

Em 1988 foi promulgada a chamada "Constituição Cidadã", com profundas mudanças, especialmente nos aspectos de centralização de arrecadação pela União e distribuição de responsabilidades aos Estados e Municípios. Num simples olhar é possível ver a estúpida decisão tomada naquela oportunidade, que fomentou, além do empobrecimento das cidades e dos municípios produtores e geradores de riqueza, a corrupção pelo tráfego de influências e "emendas orçamentárias". Esta atividade, aliás, vem crescendo a cada ano e com agentes cada vez mais categorizados dentro do escalão do Governo!

Foi com as mudanças na forma de tributar que nos transformamos num grande país Exportador de Empregos... Isso mesmo! Nos transformamos em exportadores de emprego para países da Europa (especialmente para Alemanha), promovendo um empobrecimento cada vez maior dos Estados e dos postos de trabalho aos cidadãos...

Passamos a criar os "Sem alguma coisa", que receberam, em compensação uma série de "bolsas benefício" que enriquecem alguns poucos...

Salvaguardas? Sim! Precisamos de salvaguardas que nos livrem de tantas decisões erradas, tomadas (espero, sinceramente, que não) em benefício e gozo próprios.

Qualquer tributarista, ou mesmo um estudante aplicado da área contábil e tributária, pode delinear um modelo muito mais simples para todos, sem necessidade de reduzir (muito) a receita tributária dos entes federados e da União. Apenas adequando-a a real necessidade do tamanho do Estado que precisamos ter.Nada além disso...

Que venham as Salvaguardas...

Tumor é destruído em meia hora com campos magnéticos

Tumor é destruído em meia hora com campos magnéticos:

Sem dúvida uma boa notícia! Melhor dizendo: ótima notícia para a humanidade...

Tomara que esses cientistas não sucumbam à tentação de abandonarem essa pesquisa. Tenho uma certeza inexplicável de que eles estão no caminho certo.

É importante que as pessoas em geral comecem a acompanhar os passos desses pesquisadores e os sucessos que forem sendo alcançados. Bem como, comecem a identificar os "inimigos naturais" desse tipo de procedimento...

Afinal, no final do Século XIX (isso mesmo, há mais de 100 anos), outro cientista já estava trilhando esse caminho quando, de repente, tudo ficou esquecido e foi abandonado.

A chamada "ciência" baseada na química era muito mais rendosa aos interesses de certa classe...

Acompanhem... (e se tiverem curiosidade descubram qual o cientista que esteve com a chave dessa solução há mais de cem anos...)

quarta-feira, 28 de março de 2012

Não deixe isso morrer…

Temos responsabilidades com o futuro… Nosso futuro!

Repassando!

ESTA MÚSICA É DA DÉCADA DE 1970, ANIMOU MUITOS BAILES, MAS CREIO QUE QUASE NINGUÉM ENTENDIA O QUE  HURRICANE SMITH ESTAVA CANTANDO.

AGORA SE VÊ QUE ELE, HÁ QUASE 40 ANOS, JÁ ESTAVA PREVENDO O QUE IRIAM FAZER COM O MUNDO.

ASSISTA AO VÍDEO, VEJA A LETRA DA MÚSICA E OUÇA A MELODIA MARAVILHOSA NA VOZ ROUCA DE HURRICANE SMITH!

VAMOS FAZER COM QUE ESSA MENSAGEM CORRA O MUNDO!

ISSO MESMO, QUEM SABE ASSIM NÓS CONSEGUIREMOS RETARDAR UM POUCO ESSE FIM!

JUDICIÁRIO DEBATE SE FICHA LIMPA VALE PARA TRIBUNAIS

JUDICIÁRIO DEBATE SE FICHA LIMPA VALE PARA TRIBUNAIS

Vivemos um tempo onde as notícias são totalmente dispensáveis.

Não é dada a atenção para fatos relevantes que acontecem com a cidade em que vivemos, com as possibilidades abertas pelos novos caminhos e, principalmente, na divulgação de coisas boas que acontecem todos os dias...

Parece que os jornalistas estão de "férias". As notícias que vemos são totalmente dispensáveis. É o caso, por exemplo e em minha opinião, desta manchete que saiu estampada no jornal "O Globo".

Debater se devemos ou não contratar pessoas "Ficha Limpa" soa como se a regra existente fosse a de serem contratados, especialmente, facínoras e outros "bandidões"...

Será que vale tudo para "venda de jornais e/ou notícias"...

Ou será que o judiciário, assim como o legislativo e a tanto tempo o executivo, é também um "covil"?

Seriedade, minha gente... Seriedade, responsabilidade e transparência. Será pedir muito?

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Pery Ribeiro, filho de Dalva e Herivelto, morre aos 74 anos


Pery Ribeiro, filho de Dalva e Herivelto, morre aos 74 anos | Valor Econômico:

Sem dúvida uma das testemunhas do "grande duelo" que seus pais travaram durante anos.

Tentando apresentar "ao mundo" quem era "o verdadeiro culpado" da separação de ambos...

Acredito que todos os seus fans estavam mais interessados em suas composições (fabulosas) do que torcer para um vencedor entre a dupla...

Falo isso sem desmerecer o talento de Pery Ribeiro, um cantor que nos deixou importante legado na história da música popular brasileira.

É uma pena constatar que os grandes compositores brasileiros estão se "reunindo em outro lugar"...

]Ser´que é por isso que "a música do lado de cá já não me emociona"???

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Uma nova safra de empresários?

Governo quer que beneficiários do Bolsa Família virem empresários

Sem dúvida é uma meta bastante ousada do Governo!

Retirar um enorme contingente de pessoas (famílias) que recebem auxílio mínimo mensal pode representar uma grande redução dos gastos do governo.

Sendo ano eleitoral essa história tende a ficar meio fora de sintonia, já que o Governo depende do voto de cada um desses dependentes do auxílio governamental.

A ideia de se promover essa grande quantidade de pessoas da condição de dependentes do governo em "empresários de pequenas empresas", também representa uma forma de geração de emprego, ainda que sem "carteira assinada".

Como a transformação exige um esforço individual de autocapacitação, espero que haja uma melhora no nível geral de conhecimento e melhor educação, ainda que sem grandes esforços por parte do governo.

Se der certo o Governo terá marcado uma grande vitória ao transformar parte do recurso destinado à manutenção de famílias carentes num grande investimento para aumentar o número de contribuintes e - principalmente - de cidadãos!

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Uma decisão de investidor

Brasil possui a maior carga tributária na América Latina:

Mais uma vez o IBPT presta um excelente trabalho a todos que buscam avaliar as melhores oportunidades para seus investimentos.

Afinal, ainda que a Europa esteja chorando por "suas perdas", há muitos investidores de lá (bem como de outros lugares), que apreciam muito fazer aquilo que sabem fazer muito bem!

Ganhar mais dinheiro!

Para que isso se concretize eles vivem fazendo permanentes pesquisas. Como todos - encantados pelas notícias propagadas - acreditam que o Brasil "É a Bola da Vez!".

Entretanto, para que um investidor obtenha segurança de ter ganhos constantes, sem grandes surpresas, é necessário que seja feita uma análise cuidadosa do "Ambiente Empresarial".

É aí que nos damos mal...

Além de termos uma carga tributária elevadíssima, ainda temos de considerar, no custo desses tributos, o peso da ineficiência do Estado. As empresas têm de pagar para todas as melhorias que necessita em sua instalação, o custo da demora para que suas solicitações sejam atendidas, pagara para ter segurança, etc.

Já passou da hora de tratarmos o Brasil como um país digno para brasileiros, que ainda são honestos e trabalhadores.

Chega de tanto imposto; chega de uma carga tributária tão elevada; toda ela para ser usurpada por uma quadrilha instalada por conta de suposta democracia...

Parabéns a cada brasileiro e ao IBPT, que nos ajuda a alertar sobre a calamitosa situação em que nos encontramos

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Os náufragos da moral

Nos últimos dias fomos surpreendidos por notícias que podem ser classificadas como FANTÁSTICAS!

Uma foi a infeliz manobra realizada pelo capitão Francesco Schettino, do transatlântico “Costa Concórdia” que naufragou na ilha italiana de Giglio, causando a morte (até agora) de 16 pessoas, além do grave risco ambiental pela contaminação que seus tanques, com 2.400 toneladas de combustível, ameaça fazer...

Por mais que se faça investigação e entrevistas com as pessoas que se encontravam à bordo do navio, seu capitão e tripulação será muito difícil de entendermos as razões que levaram a realizar tamanha asneira...

Outro desastre moral esta ocorrendo, nesta semana, na cidade de São José dos Campos, na comunidade do Pinheirinho, numa ação da justiça de São Paulo que determinou à Polícia Militar a desocupação da área de forma truculenta.

O anúncio desse naufrágio vem sendo anunciado desde 2004. Isso mesmo! A tal invasão ocorreu em 2004!!! E até o final de 2011 ainda não havia sido tomada qualquer decisão sobre a realidade que estamos vivendo neste momento.

Falta de seriedade política, em qualquer um dos níveis de governo (municipal, estadual e federal). Jogaram com a esperança do povo e usam de suas vidas, e parcas posses (muito provavelmente) para fazerem sua ‘campanha política’ e reivindicações popularescas, que só fazem inchar o bolso de alguns empresários e alguns políticos.

É uma manipulação grotesca! Descabida sob qualquer ângulo que se busque analisar...

Claro! Há o chamado “Estado de Direito” que, supostamente oferece garantias aos proprietários de áreas de terra. A decisão da Justiça de São Paulo buscou restaurar e garantir esse direito.

O Governador perde muitos pontos de sua tímida popularidade, já que não soube (ou não quis) conduzir esse processo de forma mais adequada a todos. Aliás, todos os prefeitos que passaram pela cidade de São José dos Campos, todos os governadores que passaram pelo Estado de São Paulo e todos os presidentes que passaram pelo Brasil nesse período de 2004 até hoje, deveriam ser chamados à responsabilidade; ou se declararem numa das possíveis condições: corruptos ou negligentes ou incompetentes.

Há um grave desrespeito aos moradores daquela comunidade, bem como dos policiais da Polícia Militar. Eles serviram, apenas, de massa de manobra; “bucha de canhão”, meros instrumentos usados para satisfazer a sanha de uns políticos.

Infelizmente a mídia também tem se aproveitado desses “naufrágios morais” para dar seu ‘pitaco’ sem que se realize, de fato, um trabalho jornalístico necessário para esclarecimento de todos.

O vídeo abaixo foi feito por uma equipe do “Causa Operária TV”, o qual mesmo com as considerações políticas existentes deve proporcionar uma boa avaliação do que passou essas pessoas nestes dias.

 

Na Rede Globo a repórter informa que das 2.800 pessoas cadastradas (será que era só isso?) cerca de 760 encontram-se em abrigos. Os demais, possivelmente, estão em casas de familiares e amigos. As promessas dos governantes, como sempre, têm apenas o soar eleitoreiro que findará imediatamente após passado o período eleitoral.

Apenas um detalhe: o transatlântico que naufragou na costa italiana, levava cerca de 4.200 pessoas...

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

A PEDIDO: Demissão de Professor Concursado

Atendendo a um pedido do Prof. Paulo Sérgio Batista de Barros, estou reproduzindo sua correspondência, enviada nesta data.

Não tive qualquer condição de validação das informações enviadas. Por isso, todo questionamento deverá ser feito ao próprio professor que deixa seu e-mail pessoal para isso.

Espero que esta divulgação possibilite gerar o resultado buscado. Que seja feita a justiça!

PROFESSOR DEMITIDO POR COBRAR HORÁRIO PEDAGÓGICO NO MOMENTO DO RECREIO ESCOLAR.

Fato inusitado aconteceu na pequena cidade do interior do Piauí, São Luís do Piauí, a 345 km da capital, Teresina, a demissão inexplicável do professor Paulo Sérgio Batista de Barros, licenciado e pós-graduado lato sensu em História e com mais de 500 horas de participação em seminários e cursos de aperfeiçoamento dentro da área, sendo concursado desde 2002, do 6º ao 9º ano (5ª a 8ª série) do ensino fundamental da educação básica.

Devido as implicâncias políticas, por o mesmo ter votado na oposição nas duas últimas eleições e distribuído panfletos nas ruas da cidade de São Luís do Piauí com os demonstrativos dos repasses informados pelo Portal da Transparência, os administradores marcaram acirradamente o professor lotando-o em disciplina diferente da sua licenciatura, e ainda passaram a fazer descontos indevidos na folha de pagamento de seu salário, argumentando que o professor estava descumprindo o horário determinado pelo prefeito em portaria publicada, sendo o horário de entrada às 12h55min e a saída às 17h20min, extrapolando a sua jornada semanal de trabalho de 20 horas expressa na legislação vigente do Plano de Carreira e Remuneração do Magistério do município e do edital do concurso.

Segundo declarações escritas, feitas pela secretária municipal de educação do município de São Luís do Piauí, Ariana da Silva Bezerra, “o horário do recreio de vinte minutos não é contado como jornada de trabalho ou horário pedagógico e, sim, para descanso do professor, bater papo, tomar café e fumar”. Sendo assim, os descontos diários de vinte (20) minutos na folha de pagamento do professor eram praticados pelos administradores, justificando que o mesmo só efetuava as suas atividades de 13 às 17 horas, não chegando as quatro (04) horas diárias, por conta do horário do recreio não ser contado como jornada de trabalho ou horário pedagógico. A recreação dentro da escola faz parte do ensino-aprendizagem, exceto nas escolas municipais de São Luís do Piauí.

A demissão publicada no Diário Oficial dos Municípios do Piauí (www.diarioficialdosmunicipios.org) através de uma portaria assinada pelo prefeito Francisco João da Silva, nº 025/2011, do dia 17 de maio de 2011, se procedeu através de um Processo Administrativo Disciplinar, sem a realização do Inquérito Administrativo, elaborado por uma Comissão Processante formado por pessoas ligadas diretamente aos administradores, alegando que o professor não vinha obedecendo as normas determinadas pelo gestor. Não assumiu a disciplina a qual não tinha formação, e não cumpria o horário determinado pelo administrador, mesmo extrapolando a sua jornada de quatro horas diárias. No decorrer do Processo Administrativo Disciplinar, várias irregularidades foram cometidas: não deram ampla defesa ao professor, sendo realizadas audiências sem a sua presença e conhecimento; vários requerimentos protocolados pelo professor não foram respondidos, sendo ignorados pelos gestores; houve a quebra de sigilo do Processo Administrativo pela Comissão, enviando ofícios para outra cidade, dando e pedindo informações em órgãos, não vinculados ao município de São Luís do Piauí, de outra jurisdição administrativa.

Atualmente, através de uma ação de nulidade do processo administrativo com pedido de reintegração de servidor público e indenização por perdas e danos, impetrado na comarca do município de Bocaina-PI, em julho deste ano, o professor aguarda o parecer da justiça.

Professor Paulo Sérgio Batista de Barros E-mail: batista.barros@hotmail.com

RG nº 933.410 SSP/PI