quinta-feira, 9 de julho de 2009

CRIATURA REPULSIVA

Recebi este texto por e-mail. Justifico sua postagem pelo efeito que a mesma tem em relação ao momento pelo qual estamos passando.
Concordo com a frase inicial de que alguns palavrões contidos no texto são assemelhados ao que já nos habituamos a ver nos vários canais de televisão, mesmo em horários dedicados para o público infantil...

O texto contém palavras fortes, mas todas faladas em programas de televisão em horário que criança ainda está acordada...

texto enviado para:

sarney@senador.gov.br

mercadante@senador.gov.br

eduardo.suplicy@senador.gov.br

fernando.collor@senador.gov.br

simon@senador.gov.br

renan.calheiros@senador.gov.br

sg@planalto.gov.br (secretaria geral do planalto)

Ontem, o senador José Sarney caguejou com as mãos trêmulas num idiota discurso mentiroso, a desdenhar de nossa inteligência e discernimento, a nos julgar uma cambada de imbecis.

Depois de Sarney discursar no púlpito do Senado,

o primeiro parceiro a lhe apertar sua mão parkinsoniana foi Fernando Collor de Mello, como símbolo que esta porcaria de país não vale nada mesmo...

No beija mão incompreensível seguiram-se Aloizio Mercadante; o não-sei-quem Sérgio Guerra e o sei-quem Pedro Simon.

Como assim, meu caro senador Pedro Simon?

Enlouqueceu, meu 'véio'?

Apartar em parceria ladina uma mão vaselina da oleosidade malandra de um José Sarney?

Porra...

José Sarney é um filhotão felpudo da ditadura militar.

Um aproveitador político profissional que jamais trabalhou na vida senão como parlamentar ou presidente-acidental.

E, mesmo com salários passíveis de confrontação pelo Leão da Receita construiu patrimônio indecente que não resiste a investigação mais superficial sobre sua lisura que arrota em nossa cara vermelha de raiva.

Sarney nos desafia e esculacha como um trombadinha confiante à impunidade, já que faz cara de vítima depois de pilhado repetidas vezes.

Utiliza a tática de gritar pega ladrão após pungar nossa carteira em disparada...

Sarney é calejado malandro da espécie rara forjada nos anos de chumbo da impunidade.

Um impune que mesmo depois de esgueirar-se por todos cofres do Erário, ainda se escuda atrás das imunidades parlamentares.

E não quer largar a merda do osso mesmo à porta da morte.

Sarney possui fortuna que pode proporcionar vida confortável a todas suas próximas gerações da sua porcaria de árvore genealógica e mesmo assim continua enfiando netos e netas na folha de pagamento do governo.

E diga-se de passagem,fortuna conseguida depois de um bando de pobres babacas o elegerem lá no fim do mundo e o mandarem pra Brasília.

Sarney não se permite perder a pose.

Se acha...

José Sarney aposta em uma ignorância complacente de eleitores que votam por uns trocados que coopta seja onde for.

Sarney crê que somos todos uns bananas de merda.

E tem razão...

Ninguém retruca um compulsivo desta envergadura que passou toda sua existência a fazer parcerias espúrias em proveito próprio e jamais passou um dia de sua vida deglutindo sentimento de patriotismo, a não ser para jogar para platéia...

Sarney quase chorou ao descrever sua família ilibada e esqueceu de enumerar que esta casta é dona de quase todo Maranhão e que como família não é exemplo pra ninguém

Ora, caralho...

Ficou emplumado a descrever sua crônica no Jornal francês "Comenter" e seu encontro com ministro inglês como uma figura fidalga que o mundo tem consideração e apreço como nosso Gandhi salvador, representante mundial de um povo sofrido brasileiro, se esquecendo de descrever que o seu Maranhão possui índice de mortalidade infantil campeã mundial.

Sarney tem ciência plena que somos TODOS trouxas covardes, intimidados por sua soberba hipócrita a nos botar encagaçados e só verá o oposto quando acabarmos com o analfabetismo e a ignorância de seus eleitores que teimam em reelegê-lo, assim como outros de sua camarilha.

E fazer de nossa capital centro da pouca vergonha e ladroagem nacional...

José Sarney considera todo brasileiro um ser desprezível sem noção, sem cérebro e babaca como se fossemos todos como seus eleitores pé no chão, mortos de fome, analfabetos e pobres de espírito por seus atos...

E nos peita, certo que não existe um homem de verdade nesta Pátria:

"A Nação Brasileira não tem direito de me julgar"...

Claro que tem, pobre e imortal José Sarney:

Nenhum homem possui salvo conduto para ser ladrão desta coisa imunda que eu gostaria de chamar de Pátria e que você e sua troupe transformaram em latrina...

Nenhum homem bigodudo ou barbudo tem direito de pretender confiscar nosso sagrado direito de ficarmos indignados com a biografia e fortuna de um José Sarney, que deveria responder nos tribunais civis suas trapaças e não a nos desafiar - como presidente do Senado da República Federativa do Brasil - a repetir toda hora aquela porcaria de papo furado de liturgia do cargo que ele nunca teve a descência de respeitar...

PEDIMOS ENCARECIDAMENTE AOS POVOS ALÉM DE DIGNIDADE QUE NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES MANTENHAM SEUS HÉROIS EM SEUS CURRAIS, JÁ QUE OS AMAM TÃO FRENETICAMENTE, E NÃO OS ENCAMINHEM PARA O NOSSO CONGRESSO...

UM REI SAFADO É UM JUMENTO COROADO.

Jorge Schweitzer