quinta-feira, 18 de novembro de 2010

MACRO VISÃO POLÍTICA DO BRASIL

Avaliação importante a ser feita pelos brasileiros e, muito especialmente, pelos governantes, sejam Governadores dos Estados, do Distrito Federal ou o próprio Presidente da República.

A situação em que nos encontramos é extremamente temerária. Não haverá riqueza que modificará o comportamento e a atitude de uma população que deixou de “entender quais são os objetivos da vida e da sua prórpia felicidade”. Ninguém consegue modificar ninguém, exceto se lhe dermos a condição para obter conhecimento e puder praticá-lo.

Vamos todos buscar levantar a bandeira da educação junto a todos políticos, com cargos públicos ou não, para que possamos cobrá-los no cumprimento dessa extrema necessidade que temos.

Não basta alimentarmos os corpos de nossa população; é fundamental que lhe ofereçamos, também, o Pão para o Espírito, que se revela na aquisição de conhecimento, na sua aplicação e, posteriomente, em sua disseminação.

Abaixo detalhes da Macrovisão:

1 -  Os eleitores brasileiros saúdam a parabenizam a Presidente Dilma, pela sua  indicação à ocupar o mais alto cargo político da República Federativa do Brasil, a partir de 2011, através da mais alta e plena manifestação de Liberdade, Direito de Opinião e Participação Democrática, na escolha de seus governantes políticos, consagrada pela existência da Constituição Brasileira.
2 - "Com os pés no chão", a realidade brasileira segue a sua trajetória de necessidades, expectativas de melhoras e de desenvolvimento, de todas às suas críticas realidades de constatação social e política.
3 - A nova realidade do governo Dilma passa agora a referenciar-se sobre o governo passado, o governo do lulismo, fisiologista, de economia estabilizada, sem a artimanha política de induzir ao povo que o errado era o outro governo anterior. O FHC morreu e o governo do Lulismo nasceu.
4 - O perfil de escolaridade do povo brasileiro, após 8 anos do lulismo, é triste e vergonhoso para um País Líder da América do Sul, e que pretende ocupar destaque na Economia Global. A educação de um povo é o seu cartão de visitas, ao seu mérito de desenvolvimento e representatividade política e social, aos outros países.
5 - O eleitor brasileiro detém a seguinte "performance" educacional:
- Com o Curso Primário Incompleto, 44.920.034 eleitores, perfazem 33,1%;
- Com o Curso Secundário Incompleto, 25.711.081 eleitores, perfazem 18,96%;
- Com o Curso Superior Completo, 5.135.509 eleitores, perfazem 3,78%;
- ANALFABETOS, 8.007.074 eleitores, perfazem 5,90%;
- Vergonhosamente expomos que temos mais ANALFABETOS que eleitores de Curso Superior;
- Entre Analfabetos e Curso Primário Incompleto, alcançamos "gloriosos" 40%.
- Dos eleitores no Exterior, neste mesmo quadro de Analfabetos e Curso Secundário Incompleto, "exportamos" 26,84%.
Aqui revela-se a Estratégia do lulismo, do Bolsa Família, da política de votos obtidos pela miséria e aprisionamento de um povo cativo, iludidos de que um homem do povo chegou a Presidente e que olha por eles, não só como Presidente, mas como Governador e Prefeito, destas regiões brasileiras sabidas e esquecidas ao longo dos 8 anos de governo do lulismo.
O eleitor, em maioria percentual, situa-se na faixa etária entre 25 a 34 anos, sendo que até 24 anos, representam 18,2% deste eleitorado. Reflete então em maior ilusão, que o novo Presidente vai melhorar suas necessidades sociais, referenciado aquele que foi o seu concorrente ao cargo de Líder Político do Brasil.
6 - A Dilma elegeu-se  com 55.752.092 votos, obtendo 56,05%;
O Serra teve a seu favor, 43.710.422 votos, perfazendo 43,95%;
Votos válidos somaram 99.462.524, com 93,3% do total;
Votos nulos, a favor da Dilma, 4.689.310, com 4,40%;
Abstenções, a favor da Dilma, 29.194.356, com 21,50%;
Votos em branco, a favor da Dilma, 2.452.591, com 2,30%;
Ao eleitor cabe uma só e verdadeira opção: votar pela manutenção e continuidade do governo instalado, ou contra, substituindo-lhe.
Somando-se a representatividade de eleitores em Nulos, Abstinência e Branco, totalizamos 36.336.257 de votos desperdiçados, que não foram direcionados contra ou a favor do atual governo.
7 - Quadro político de Governadores.
A Dilma integrou a coligação partidária com o PT, PRB, PDT, PMDB, PTN, PSC, PR, PTC, PSB, e PC do B.
O PSDB representa governabilidade de 10 Estados , e os mais ricos em economia. Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Pará, Alagoas, Roraima e Rio Grande do Norte.
O PT representa 5 Estados; O PSB, 6 Estados Nordestinos; o PMDB 5 Estados.
Ao voto presidencialista, onde a Dima foi maioria, Amazonas, Maranhão, Piauí, Bahia, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Pará, Minas Gerais, Tocantins, Amapá, Rio de Janeiro, Distrito Federal, explicita-se o voto populista do lulismo, ou seja, quanto menos recurso social tem o povo, mais votos ele recebe. Exemplo por excelência é o povo do Maranhão. Dominado pela Clã Sarney, tem a mais alta taxa de analfabetismo e de miséria. Lá  a Dilma obteve 70,03%, contra 20,91% do Serra, após toda a vida de abandono ao longo dos anos e também celebrada com 8 anos de lulismo. Lá o carrasco é o Sarney, seu reduto eleitoral, coligado ao PT.
No Rio Grande do Sul, onde o governador foi eleito do PT, mas que para Presidente o gaúcho votou no Serra, com 50,94%, contra 40,06% da Dilma;
Em Natal, capital do Estado do Rio Grande do Norte, Serra obteve 51,72%, contra 48,28% da Dilma, que venceu no Estado;
Em Maceió, capital das Alagoas, Serra obteve 60,8%, contra 39,2% da Dilma, que venceu no Estado;
Em Belém, capital do Pará, Serra obteve 50,84%, contra 49,16% da Dilma, que venceu no Estado;
Em Campina Grande, Cidade Politizada da Paraíba, Serra obteve 60,21%, contra 39,79% da Dilma, que venceu no Estado;
Em Vassouras, Cidade Universitária do Rio de Janeiro, Serra obteve 52,14%, contra 47,59% da Dilma que venceu no Estado;
Em São Carlos, Cidade Politizada e Universitária, Serra obteve 65,75%, contra 34,24 da Dilma;
Em Paraty, Cidade Politizada do Rio de Janeiro, Serra obteve 61,82%, contra 38% da Dilma que venceu no Estado;
Em Belo Horizonte, Capital de Minas Gerais, Serra obteve 50,39%, contra 49,63% da Dilma que venceu no Estado;
Em Santos, Cidade Balneária e Politizada de São Paulo, Serra obteve 60,8%, contra 39,25 da Dilma, e que já teve governo petista;
Em Praia Grande, Cidade Balneária de São Paulo, Serra obteve 52,07%, contra 47,99% da Dilma;
Em Ilha Bela, Ilha Balneária de São Paulo, Serra obteve 67,46%, contra 32,54% da Dilma, que venceu na Cidade Continente de São Sebastião, com 51,38%, contra 48,62% do Serra;
Em Guarujá, São Vicente e Cubatão, Cidades de São Paulo de pouco recurso social e político, a Dilma obteve maioria dos votos, contrastando com todas as Cidades da sua Região, do Litoral Norte ao Sul, desenvolvidas politicamente, o Serra obteve a maioria dos votos;
Revelado está o condicionamento do voto do lulismo, explorando a miséria e o subdesenvolvimento de uma Cidade, Região ou Estado, para fornecimento do voto agregado a ilusão de sua propaganda e demagogia política, de interesse e poder, após 8 longos anos de governabilidade.
8 - O lulismo vai acabar em 1º de Janeiro. A Dilma vai iniciar um novo governo que será agora referenciado aos 8 anos do lulismo. Daqui até Janeiro a Dilma vai se expor e revelar sua verdadeira face política, através do loteamento que será obrigada a aceitar na Composição do seu Ministério. Saberemos a sua verdade, até agora camuflada pela campanha política de obtenção de votos, e pelo seu padrinho Lula.
9 - A Dilma "está dormindo com o inimigo", seu Vice, Michel Temer, que por analogia, ela temerá para que ele não tome o seu lugar na Presidência. O Michel Temer não é o vice do Lula que já veio morto para o cargo. O Michel Temer é o Líder da maior força política de sua governabilidade, acima do José Dirceu, que lhe será apenas um discípulo do PT do Lula, e não mais PT dos militantes.
10 - A Dilma mostrará à que veio, depois de suportar toda a sua vida de luta e guerrilha, torturada e presa pela polícia democrática de um pais que sempre zelou pela sua Liberdade e Democracia, dizimando células comunistas no passado. Os militares fizeram a sua parte. Hoje o comunismo é reconhecido, até mesmo pelo Lula, como um sistema ideológico arcaico, obsoleto e inviável politicamente, como sabíamos naquele tempo, e que ele e seus seguidores como a Dilma , José Dirceu e Cia, foram obrigados a reconhecer, para não serem retrógrados politicamente.
11 - A Dilma, orgulhosa e com méritos, de ser a primeira mulher a assumir a Presidência do Brasil, terá a oportunidade de provar se realmente é competente ou não, para assumir este cargo político e de representatividade do povo brasileiro, e com igualdade de condições de se comparar ao Lula, podendo inclusive lhe ser superior, endossado pela sua formação acadêmica e de berço.
12 - Para tanto, deverá espelhar-se em sua competente colega política, a Hillary Clinton, esposa do presidente Bill Clinton. Não poderá utilizar-se da Maria Letícia, primeira dama em vigor. Aliás, reconheço aqui, toda a minha admiração e respeito à Sra. Maria Letícia, fato mais lúcido e sensato, em não participar de nenhum movimento social ou político, ao longo destes 8 anos de lulismo. Ciente da sua limitação intelectual e de cultura, reservou-se a ter com dignidade o seu desempenho doméstico e de mãe. Guarneceu sua família, esposo e filhos, da melhor forma que pode protegê-los e ampará-los. Meu respeito a Sra. Maria Letícia, melhor exemplo de humildade, sabedoria e bom senso, de que pude extrair do período lulismo de governo.
13 - Este item é o derradeiro e identificação de uma inscrição político partidária, em extinção. A oposição governista ampliou-se, e a governabilidade da Dilma será diferenciada da do Lula. No governo do lulismo, a dinâmica de governabilidade através da força política dos governadores, foi articulada e substituída pelo líder do Lula, José Dirceu, com a execução do mensalão, onde os governadores foram desprezados de sua força política de poder, substituída pela corrupção dos Deputados e Senadores, com dinheiro vivo, retirado no caixa. Coube ao Roberto Jeferson denunciá-los ao bem da Democracia e Moral da Política Brasileira, e que os brasileiros moralistas, honestos, de carater imaculado, o consideram como feitor da ação mais democrática e ética da política nacional. O tempo saberá lhe recompensar de tamanho ato de civismo e respeito ao eleitor brasileiro, em que foi execrada toda a quadrilha petista de corruptores e corruptos desse governo, banidos assim do meio político nacional.
Em 1º de Janeiro, o Lula, padrinho da Dilma, fisiologista do lulismo, vai entregar a futura Presidente do Brasil, uma DÍVIDA INTERNA, que de R$ 892,4 Bilhões em 2003, herdada do FHC, repassando à Dilma, agora, com R$ 1,73 TRILHÃO, crescimento de 94% em 8 anos;
Da mesma forma, em relação a DÍVIDA EXTERNA, US$ 202,5 BILHÕES.
Assim, fica terminantemente proibido iludir ao povo que "o Brasil empresta dinheiro para o FMI". A falsidade extrapola os limites da tolerância.
Entrega o Brasil sem ter feito nenhuma Reforma, Trabalhista, da Educação, da Saúde, do Judiciário, da Previdência, do Saneamento, do Desmatamento e Meio Ambiente, da Administração Interna de Governo, menos a da Economia que já recebeu pronta e vigente, ou seja, nada fez que alavancasse o desenvolvimento Social e Administrativo da Nação Brasileira. Na realidade o que o lulismo fez foi muito discurso eleitoreiro. O Lula é um piadista.