domingo, 3 de março de 2013

A raiz de todos os males…

Ok… Tudo bem!

Pode ser que não seja de todos os males que afligem a humanidade atual. Mas, que é uma de suas raízes isso é fato.

Basta observamos um pouco mais o mundo ao nosso redor. E se somos pais ou avós a questão é muito mais séria…

Corremos o risco de sermos os vetores dessa praga que vem crescendo de forma assustadora.

Falo da: RITALINA. Um medicamento cada vez mais comum. Segundo informações o Brasil já é o Segundo país que mais consome essa droga. A grande maioria de seus consumidores são crianças com menos de 15 anos!

Assustador, não é?

O programa Caminhos Alternativos, da Rádio CBN-Campinas, do dia 23/02/13, preparou uma matéria muito interessante sobre esse tema. Recomendo que reserve um tempo para ouvi-lo. Clique AQUI (procure na página o programa em: Quando a medicalização ultrapassa o limite racional do viver).

 

Acredito, entretanto, que as crianças que estão sendo diagnosticadas como hiperativas estão tendo um diagnóstico equivocado pelos médicos.

Basta indagarmos: “Será que as crianças de hoje são tão diferentes das crianças que cresceram e foram nossos avós ou pais (ou nós mesmos, dependendo de nossa idade)?

Sem dúvida há diferenças profundas, que não devem ser, entretanto, a causa dessa hiperatividade…

Vejo nas diferenças existentes no crescimento das crianças a principal razão para que essas crianças atuais fiquem tão dependentes de drogas químicas.

Houve época em que para fazer com que uma pessoa se recuperasse o mais comum e caseiro dos remédios era “um copo de água com açúcar”.

Hoje a maioria das pessoas, e em especial as crianças que não têm ninguém a defende-las, consomem – praticamente durante o dia todo – grande quantidade de açúcar. Seja naquele simples adoçar do café e mamadeiras, sejam nos refrigerantes, bolos, chocolates, balas e outras bobagens alimentares modernas... Todas com o intuito de manter a criança quieta por alguns momentos, mesmo vendo televisão...

Com tanto açúcar no organismo, gerando uma enorme ‘usina interna de energia’, e sem ter como ‘gasta-la’, a criança, que vive presa num apartamento – podendo brincar apenas com vídeos games ou jogos que não implicam em qualquer esforço físico – acaba adquirindo uma das duas (ou ambas em parte dos casos) condições:

- torna-se hiperativa, para gastar o excesso de energia ingerido

- torna-se obesa, para acumular o acúmulo da energia ingerida e não gasta

Quer para com esse caminho de destruição?

Comece eliminando os refrigerantes dentre seus hábitos...

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Conheça o volume de açúcar que há em cada bebida... E faça sua escolha...

Faça seu filho (e você também) correr todos os dias, onde for possível e no horário que for mais adequado a todos. Só não vale deixar de ‘gastar energia’.