quarta-feira, 6 de outubro de 2010

“Eleitor é culpado pela atual falta de segurança no Brasil”

Essa a manchete que antecede a matéria apresentada na manhã de hoje no Bom Dia Brasil.

Concordo!

Todos somos responsáveis! Ninguém está isento dessa responsabilidade, ainda que possa ter alguma graduação.

Por exemplo: quem vota em político sabidamente Ficha Suja, Incompetente ou outra má qualificação É REPONSÁVEL pelas falhas que existem nos diversos sistemas brasileiros, como: Educação, Saúde, Segurança, Cidadania, Distribuição de Renda, geração de Renda, etc.

Como é possível aceitarmos que o TSE autorize os Partidos Políticos receberem candidaturas de pessoas com visível restrição para tomarem posse, caso sejam eleitos? De quem é a responsabilidade, nesse caso? do TSE? do cidadão que não cobra a tibieza dos tribunais? dos partidos que só querem benefícios pessoais? Ou, novamente, no eleitor totalmente despreparado, irresponsável e ignorante?

Aos meios de comunicação também cabe uma certa responsabilidade. Afinal são eles que, por razões próprias e nem sempre dignas, que endeusam políticos de moral (competência e honestidade) duvidosa.

A corrupção está cada vez maior. Agora, reclamam alguns corruptores: “Temos de dar dinheiro mensalmente até para os contínuos das repartições públicas.”

E tudo isso aumenta o custo coberto pelos elevados impostos que pagamos. E TODOS NÓS PAGAMOS IMPOSTOS, mesmo aqueles que recebem recursos do Bolsa Família. Os impostos estão em tudo o que fazemos.

Por que é tão alto? Para que o Governo possa aceitar os preços superfaturados com as diversas propinas que têm ser paga para Políticos, Secretários, Ministros, Vereadores, Prefeitos, Deputados, Governadores, etc.

A culpa de tudo isso? Só pode ser nossa, na qualidade de ELEITOR IRRESPONSÁVEL e DESPREPARADO!

Uma pergunta: Por qual razão eu briguei tanto, e durante tanto tempo, para que voltasse a democracia e o sagrado direito de voto?

Caso só queira conhecer a matéria ela está apresentada abaixo:

 

Segurança pública: um assunto que precisa ser muito debatido neste segundo turno das eleições. É a oportunidade de nós, eleitores, batermos no peito e dizermos: “nostra culpa”. É lamentável termos que fazer isso, mas fomos deixando. Viramos um país fora da lei.

Acreditamos nas mentiras das autoridades, que justificam o crescimento do crime dizendo que no mundo é assim. Agora, eu ouço na rua brasileiros e brasileiras pensando em ir morar no Chile, onde há segurança.

Somos um país incomparável: 50 mil homicídios por ano. Isso dá 137 assassinatos por dia. É um avião grande caindo todos os dias e nós não nos escandalizamos com isso.

No Rio de Janeiro, a convivência vem de longe, com a contravenção do bicho. E se espalhou para assaltos coletivos, arrastões. São Paulo tem crime que chegou a fazer ataques de guerrilha urbana. A capital do país imita Rio e São Paulo. Nem a organiza Curitiba escapa. Nem mesmo as cidades outrora pacatas do interior do Brasil.

Nós não nos damos conta de que no Iraque e no Paquistão, hoje, morrem menos pessoas de morte violenta que aqui, no nosso Brasil abençoado por natureza. Nós ajudamos a enfraquecer as leis abençoando a esperteza e julgando que lei é para trouxa. Nossas atitudes pouco civilizadas na desorganizada vida urbana brasileira.

Nós elegemos os que fizeram leis boas com o crime, que beneficiam os engravatados do crime, que dão exemplo para os menores. Os fora-da-lei têm mais direito que as vítimas. Os juízes são amarrados pela lei. Os presídios não recuperam. Enfim, nós deixamos. Algemamos nossa cidadania. Se não encontrarmos as chaves para abrir a nossa vontade de segurança, vamos condenar ao medo de reféns nossos filhos e netos.